Quem me vê sempre parado de lado garante que eu não gosto de futebol. E é verdade. Não mexo com essas coisas que exigem muito mais paixão, comprometimento e causa muito mais problemas do que deveria. Quero dizer que é um esporte, deveria ser divertido e não causar sofrimento e morte(eu gostaria de estar exagerando, mas gente morre por causa de futebol, sim), mas quem quiser apreciar, aprecie. Eu gosto do meu canto quieto e sem futebol, obrigado.
Mas, de modo geral, eu não odeio a Copa. Sim, eu odeio vuvuzelas, e só as ouvi de relance na televisão, mas a Copa em si, eu não desprezo. Não ligo muito, aliás. Mas temos em mente que o assunto tem alta relevância no momento, e algo deve ser dito. É o preço de se ter um blog de variedades, suponho. Então falemos de Copa!
De início, acho que é a esporadicidade do evento(quatro anos é um bocado) que me faz ter mais tolerância a ele do que, digamos, ao Carnaval. Coisas muito irritante e muito frequentes tendem a ser insuportáveis. Venhamos e convenhamos, eu posso aguentar um país que não fala de quase mais nada além de futebol e pára(isto quase não é uma hipérbole) quando sua seleção joga se isso se resumir a uma frequência igual à de anos bissextos. Sim, não curto futebol, não significa que eu tenha que ser uma mala e estragar a diversão dos outros.