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Bruno Guedes e Toupeiras
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Bruno Guedes & Toupeiras por Bruno Guedes A. Viana é licenciado sob uma Licença Creative Commons
Atribuição — Uso Não-Comercial — Vedada a Criação de Obras Derivadas
2.5 Brasil

Para mais informações, consulte nosso FAQ

AVISO IMPORTANTE!

Talvez você não tenha notado, mas este site já não está mais em funcionamento. Nosso novo ponto é agora o Bruno Guedes e Resenhas.

Em breve este blog não receberá mais comentários, e até o final do ano esta página será transformada em um portal para o novo site, que será enfim transformado em um redirecionamento definitivo.

Portanto, atualize seus favoritos e seu leitor de feeds, e continue lendo nossos textos em nosso novo site!

Tenha um bom dia e obrigado pela preferência!

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Blog Day: nunca é tarde demais

Escrito por Bruno Guedes em 03/09/2008 01:00


Inicialmente, desculpas pela falta de atualizações. Isso é parcialmente culpa do empolgamento com o desenvolvimento da Sloth, e parte devido ao isolamento de dois dias nesse fim de semana no novo sítio de meu pai. Comento mais em outra ocasião porque deixamos passar o...

Blog Day 2008

Pois é, o Blog Day(também referido como 3|o8 Day, em leetspeak) é em 31 de agosto, ou seja, há uns dois dias atrás. Mas eu não podia deixar passar, porque esse ano temos uma abordagem especial...

Veja bem, as regras do BlogDay são:

1. Find 5 new Blogs that you find interesting
2. Notify the 5 bloggers that you are recommending them as part of BlogDay 2008
3. Write a short description of the Blogs and place a link to the recommended Blogs
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Olá, olá, e bem vindos a mais um tutorial de programação – ou será esse o primeiro? – de TP, Toupeira Profissional.

Enfim, como programador, eu entendo das agruras do ofício. Mas talvez a pior parte seja compilar e recompilar código trocentas vezes no mesmo dia durante uma fase de testes, ou um bug irritantemente persistente. Em um projeto com pelo menos uns 5 arquivos de código fonte, é simplesmente foda. Felizmente inventaram o aplicativo make, que faz todo o trabalho de compilação e renovação dos executáveis e o que mais por si só.

E é por isso que dedicamos este tutorial em duas partes para explicar como usar o make de forma que ele trabalhe para você de forma saudável, prática e bem-comportada. Vamos começar.

Começando do começo: o que é um make?

Não tem como usar termos mais simples, o make é um aplicativo que serve para gerenciar projetos. Como ele faz isso, entretanto, é a grande sacada.

O make usa um arquivo, o "Makefile", para definir o que deverá ser feito. Em resumo, o Makefile contém uma lista de módulos, cada qual com suas dependências e instruções para processá-lo. Seguindo essas indicações o make faz as operações necessárias.

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Esse é um país que vai pra frente...

Escrito por Töpo em 06/09/2008 13:45


Eu não gosto de usar esse tipo de construção frasal, mas ufanistas me dão nojo. Metaforicamente falando; tecnicamente me dão é raiva. Não, não odeio esse país, e é exatamente essa a questão. Gosto de morar nesse país, são poucos os lugares no mundo com um clima estável que não desagradavelmente frio ou quente demais. E temos o equivalente geológico do benefício da dúvida, ou seja, teoricamente nenhuma ocorrência de furacões, tufões, maremotos, terremotos... Não vou entrar em detalhes, até porque não é esta a questão. É um bom país, embora tenha seus defeitos. E aí é que está.

Adoraria explicar pra vocês o que é um fanboy – um dos vários termos que a gente acaba aprendendo convivendo com o TP –, mas o assunto dá um post por si só, então vou deixar a Wikipedia fazer isso por mim e simplesmente dizer que o ufanista é um fanboy de nação. Imagine, para melhor clarificação, que isso é o equivalente a transformar o nacionalismo em um religião. Experimente apontar um defeito desse país, e por alguma razão um desses vai aparecer e dizer coisas como "se não gosta, porque não vai pros EUA", ou "se gente como você tentasse mudar o país ao invés de criticar, tudo seria perfeito". Sério, dá raiva.

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Medo...

Escrito por Bruno Guedes em 07/09/2008 15:08


Normalmente eu sou uma pessoa razoável, como tantas outras. Uma pessoa com o pé no chão, apesar da minha imaginação hiperativa que insiste em criar e reviver histórias a praticamente todo momento. Enfim, o que quero dizer aqui é que eu sou uma pessoa bastante racional. Simples assim.

O que não é tão simples, entretanto, é que como qualquer outro ser vivo que evoluiu nesse planeta, existe uma parte de mim intensamente irracional que cuida, subconscientemente, dos dois objetivos principais de toda criatura viva: sobreviver e passar os genes para a frente. Basicamente, sim, "crescei-vos e multiplicai-vos". Isso explica, por exemplo, meu medo irracional de carros, motos e outros veículos motorizados – normalmente em movimento e vindo na minha direção –, assim como explica também um desejo claramente irracional de ter um filho – uma filha chamada "Ânima", se possível – entre outras coisas. Mas não explica muito bem outros impulsos mais... bizarros que acontecem durante a noite.

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Se eu disser pra vocês que não é culpa de preguiça que eu não escrevo resenhas de jogos vocês acreditam? É sério, eu ainda estou dando uma avaliada no formato de resenha, e além disso me falta tempo pra analisar um jogo. Não que não seja algo importante, eu acredito na importância da indústria de jogos tanto quanto qualquer outra. A questão, realmente, é que não é simples.

Mas vamos. A gente faz uma hoje e aproveita pra mandar uma resenha ainda em tempo de Viva Piñata: Pocket Paradise, no máximo uma semana depois do lançamento. Mas vamos.

O jogo de Hoje é The Legend of Zelda: Phantom Hourglass, para o Nintendo DS, lançado em Outubro de 2007.

Legend of Zelda: Phantom Hourglass

Enredo

O jogo se passa logo depois dos eventos de The Wind Waker, quando Link e Tetra – que eu não preciso dizer que é, na verdade, a princesa Zelda – saem para navegar em busca de mais tesouros e um lendário navio fantasma. Obviamente, o navio é real e leva Link e Tetra para outra dimensão, onde Link novamente tem que salvar o dia buscando três espíritos e três minerais para derrotar o temível Bellum, um monstro fantasma. E, obviamente, ele tem que salvar a Zelda de novo no meio da história.

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Feeds e coisas

Escrito por Bruno Guedes em 09/09/2008 23:35


É, estou em falta de títulos bons. Mas enfim, deixa eu falar uma coisa a respeito dos meus feeds. Principalmente para vocês, leitores do Google Reader. São uns vinte, se o Google Webmaster Tools não está mentindo descaradamente pra mim. Enfim, três coisas devem ser ditas.

Uma: devido ao fato óbvio de que leitores de feeds nem sempre comentam por pura preguiça – eu sei, eu também não comentaria... –, adicionei um link para o formulário de comentários direto no texto do feed, lá no fim. Aproveitei a carona e adicionei um pequeno disclaimer à guisa de marca dágua, para o caso de algum "splog" da vida resolver chupinhar meus feeds. Não custa prevenir, certo?

Então, a primeira coisa: se você é leitor de feed e nunca comentou aqui... comente, caramba. Comentários ajudam a melhorar o conteúdo desse site – teoricamente, pelo menos – e eu gosto de conhecer meus leitores, mesmo que vá me arrepender depois. Não que isso tenha acontecido, mas imagino que o Cardoso, por exemplo, deve preferir não conhecer alguns comentadores dele...

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Meio pra lembrar, meio pra não esquecer

Escrito por Bruno Guedes em 19/09/2008 01:53


Uma lista de coisas. Alguns projetos, alguns lembretes, e algumas curtas pra não esquecer ou só pra escrever antes que alguém o faça.

Além disso, perdi um post do Token a respeito do mais novo vírus de email, lançado por meio de um veículo um tanto... inusitado. Será reescrito(e revisado, para vermos qual foi o problema) outro dia. Talvez até amanhã. Enfim, aproveitem: ainda estamos levemente verborrágicos...


Metas: tenho que começar a criá-las e, principalmente, obedecê-las. Algumas metas que tenho em mente: escrever um conto por mês. Não precisa ser bom, nem grande, é só pra não perder a prática. Outra: terminar algum projeto pendente. O Sloth, aliás, está quase pronto e já está sendo usado em um trabalho de "IA para Jogos". E, finalmente, outra meta: parar de quebrar minhas promessas para mim mesmo. Particularmente, sou extremamente relapso comigo mesmo...


Daqui a uma semana, no máximo – tempo bastante pra deixar todos os trabalhos e provas dessa semana que vem escoarem –, vou dar uma reformulada na arte do site. Já falei do meu projeto de webcomic? Não, embora tenha alguns posts salvos... pois bem, será uma arte "promocional", além de dar ao site uma cara melhor. Espero que gostem.

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Quando o horrível se torna genial

Escrito por Token em 24/09/2008 18:35


Existe escrever mal, e existe arte. Sério. Existem concursos por aí que pedem para os participantes escreverem "a pior abertura para um romance", entre outras coisas. Daí nascem textos que as pessoas mandam na Internet como "pérolas de redação" ou coisas do tipo.

Com vocês, direto do Snopes.com, traduzido por Token O. Jones, "Por que professores de inglêsportuguês morrem cedo":


Sua face era um perfeito oval, como um círculo que teve seus lados gentilmente comprimidos por uma prensa.

Seus pensamentos se atropelavam em sua cabeça, fazendo e quebrando ligações como cuecas em uma secadora sem anti-aderente.

Ele falava com a sabedoria que só pode vir da experiência, como um cara que ficou cego porque olhou para um eclipse solar sem aquelas caixas com filme dentro, e agora anda pelo país falando nas escolas sobre os perigos de se olhar para um eclipse solar sem uma daqueals caixas com filme protetor.

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Sem querer me justificar, mas...

Escrito por Bruno Guedes em 25/09/2008 13:12


Pois é, tem uma razão para a falta de posts ultimamente. Três, na realidade. Mas antes de citá-las: eu sinceramente não gosto de me jsutificar a respeito desse tipo de coisa. Sinceramente, eu sinto que eu devia era estar escrevendo um post de verdade – ou, pelo menos, deixar o Token postar alguma coisa engraçada que ele acha pela internet afora –, e não escrevendo sobre "por que não estou escrevendo". Me sinto como se tivesse pendurado a mim mesmo no topo dessa página com uma placa "I AM LAZY". Se não entendeu, não queira, piada interna da Internet.

I AM VERY LAZY

Enfim, vamos às razões propriamente ditas.

1. Projetos. Estou trabalhando – meio – duro pra ter pelo menos alguma coisa pronta a respeito dos meus projetos particulares. Que, coincidentemente são três, também: nosso querido Sloth, um projeto meio natimorto de webcomics(quadrinhos, meus caros) e o código por trás desse site que vos fala(conhecido por mim como PbBlog). Deixar a coisa toda funcionando, sem "pontas soltas", tudo bonitinho e arrumadinho é mais complicado do que parece, e obviamente consome tempo. E tempo é uma coisa que sempre falta.

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Dentro de alguns anos...

Escrito por Korso em 27/09/2008 22:20


Diz-se que artista não recusa inspiração, mas isso é mentira. Eu, como representante da classe neste site que vos... escreve, declaro que seleciono a inspiração que me vem com critério talvez até duro demais, em vista da escassez de textos. Mas vamos ao que nos interessa: uma inspiração que me atinge em cheio nesse exato momento.

Juliana Sardinha se pergunta, em meio a chacotas e mesmo observações sérias a respeito de um horrível site imensamente mal projetado apresentado no Contraditorium, se algum dia talvez a língua oficial deste país seria esse arremedo de linguagem que se prolifera ne internet. Já comentamos sobre o assunto. Hoje vamos estendê-lo.

Realmente: poderia esta linguagem truncada e dita "errada" substituir nosso tão querido modo de falar? Impossível não, é, pois logo se vê que este é o processo pelo qual latim se torna português, e português se torna brasileiro; um processo que nos deu um conciso "você" em lugar de um deselegante e desenecessariamente longo "Vossa Mercê". A língua deve evoluir, caso contrário se torna, basicamente, um fóssil. E todo mundo sabe o que acontece com fósseis.

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