"Meh" é uma daquelas coisas que se propagam pela internet e ninguém explica de onde veio. Aparentemente, de Os Simpsons, mas não tenho certeza. Trata-se de uma interjeição categórica de indiferença. Mesmo que ambas as expressões aqui usadas – "categórica" e "indiferença" – sejam antagônicas, o que só faz a coisa mais poética e eu gosto disso. "Mas o que isso significa, Bruno Guedes?" Ah, é simples...
Eu parei de me importar com audiência. Não me leve a mal, eu gosto das visitas, adoro os comentários, mesmo os raivosos e acéfalos que o Korso de vez em quando recebe desde o caso Habacuc – que já faz meses, aliás –, mas há uma diferença entre gostar da atenção e buscar a atenção. Vamos aos estudos de caso.
DeviantART. Eu estou lá, me chamo "pro-mole" (adivinhe o porquê). Estou lá faz uns dois anos e pouco mais. Com algumas páginas de arte. A respeito da segurança de expor ao mundo minha arte, ignore esse ponto. Teoricamente, elas estão protegidas por copyright, e também pela minha noção de que, sinceramente, quem roubaria isso? Mas vamos aos fatos: dois anos e cheguei às 2500 visitas. Outros "deviantes" mal completam um ano e já tem algo em torno de 100000, senão 200000. Minhas canecas com animais cafeinólatras provavelmente nunca foram compradas(eu acredito no sistema, podem me chamar de ingênuo). Em outras palavras, a impopularidade é gritante.

Okay, admito: fui uma daquelas muitas pessoas que criticou o Vista sem conhecer. Verdade, não fui totalmente contra, embora concordasse plenamente que um software que cria uma opção de downgrade tem que ser ruim, mas é demais. Mas enfim, agora com meu notebook novo (Positivo Z80, sem maiores problemas), eu tive que tentar o Vista. Deixa eu contar essa história mais ou menos direito.