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Bruno Guedes e Toupeiras
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Bruno Guedes & Toupeiras por Bruno Guedes A. Viana é licenciado sob uma Licença Creative Commons
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Lá de novo, de volta mais uma vez

Escrito por Bruno Guedes em 03/02/2009 12:58


Olá caros leitores, seja lá quantos são que dê pra contar nos dedos.

Hoje é dia 3 de Fevereiro, terça-feira. Não sei se fiz algum acordo verbal sobre o assunto, mas agora já está mais que a hora de voltar à ativa com "Bruno Guedes & Toupeiras". Se possível, com uma agenda mais ou menos regular, e um pouco mais frequente.

Começo imaginando que alguns de vocês virão com a "carta de condescendência", me dizendo que não há motivo para me forçar a escrever. Por um lado, é bem verdade, esse ofício não me traz dinheiro. Traz somente o prazer básico e humano de se ver publicado para o mundo inteiro. Em poucas palavras, o desejo de aparecer. E, como devem dizer, prazer obrigatório acaba se tornando um fardo.

Mas, por outro lado, a razão de ser desse blog se perde se eu me permito quebrar minhas próprias promessas. Okay, eu já quebrei um bocado delas, incluindo a de um novo banner feito em "não-pixel art". Mas há prioridades, e se eu desertar esse lugar por mais de um mês, creio que isso é praticamente uma garantia de perda de leitores. E isso é, definitivamente, indesejável.

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De Tradução e Translação - Parte 1

Escrito por Korso em 07/02/2009 00:43


A propriedade intelectual de um artista é muito mais do que aquilo que está impresso, ou mesmo manuscrito. Trata-se também de todo o subtexto embutido na obra, de tal forma que a sua adaptação é um ato de considerável periculosidade, pois ou o subtexto sustenta a obra, e portanto a sua modificação a torna, de certa forma, imprestável; ou o subtexto acompanha a nova forma, causando implicações jamais imagináveis. É por isso, então, que a tradução é um assunto deveras complicado.

Apóio a tradução de obras de todo meu coração. Conquanto defenda também que a apreciação do texto em sua língua original é imprescindível para o entendimento do todo, a tradução torna a obra acessível a aqueles que, por uma razão ou por outra, não leriam a obra original. Ou não podem aprender a nova língua – afinal, creio que haja um limite para o número de línugas que uma pessoa pode aprender, e, por mais que eu queira, saber inglês, alemão, grego, russo e japonês fluentes está um bocado fora de meu escopo intelectual –, ou porque não se interessariam mesmo pela obra se não fosse traduzida. Mesmo a adaptação da obra para um novo meio traz novos fãs, muito embora os leais fãs "de verdade" invariavelmente questionem a veracidade da admiração destes novos asseclas. A adaptação de muitos clássicos para o cinema nos recentes anos é um exemplo vivo desta tendência, e embora a adaptação seja sempre falha em algum ponto – eu ainda exijo meu Senhor dos Anéis com a participação de Tom Bombadil –, ela tem sua boa intenção. A acessibilidade é um movimento importante para a vida de qualquer obra.

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De Tradução e Translação - Parte 2

Escrito por Korso em 07/02/2009 16:42


Mudando nosso foco para casos mais... complicados, analizemos a tradução de nomes. Por via de regra, não se traduz nomes, a não ser capitalizações óbvias(como "Deus", por exemplo). Mas nomes significam algo, mesmo que em outra língua1. Então, o que fazer quando um nome é obviamente tem um significado na língua original, mesmo que, se traduzido, perca a sonoridade de um nome verossímil. A versão brasileira de Discworld, de Terry Pratchett, trabalha de forma interessante com este conceito. o Discworld – nome não traduzido, ainda bem – é um universo semi-medieval fantástico, não diferente do universo Tolkeniano que inspira jogos como Dungeons & Dragons e outros do gênero. A ocorrência de nomes "significativos" é justificada pela influência Tolkeniana, que por sua vez tem raízes em mitos antigos. Logo, "Weatherwax" se torna "Cera do Tempo" – nome, aliás, impróprio: talvez "Cera do Clima" fosse mais correto, embora talvez consonante – e "Twoflower" é nomeado "Duasflor". Nomes de locais, ou que simplesmente não ficariam bem traduzidos, foram mantidos, incluindo o personagem Rincewind, o que mais tarde se torna uma nota de rodapé explicativa.

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Já comentei que ODEIO spammer?

Escrito por Bruno Guedes em 11/02/2009 21:51


Caros leitores...

Creio que subestimei imensamente a capacidade de spammers de se utilizarem dos meios mais inócuos para viralizar sua publicidade. E, o que é pior, viralizar à força. Eu vejo um spammer mais ou menos como um sujeito que corre atrás das pessoas com uma seringa cheia de varíola: ele não quer que a doença se espalhe naturalmente, ele quer forçar ela a se espalhar.

Enfim, ontem resolvi finalmente limpar minha caixa de moderação. Caixa essa, aliás, que precisa de algumas modificações para melhorar a usabilidade, mas depois trato disso. O que importa no momento é que fui instantaneamente informado de que haviam pelo menos 500 comentários sob moderação. Quinhentos. Em não mais do que dois meses.

100% eram spam. Aliás, eu recebo emails quando os comentários são postados, eu sempre sei quem é spammer e quem não é, porque os spammer assinam com "nomes" como "Texxpnoq" ou "Xzamnopte". Ou seja, lixo linguístico. Mas a questão não era o quanto era fácil detectar quem era spammer. É que tinham muitos. Demais.

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E lá se vai minha fé na humanidade...

Escrito por Töpo em 17/02/2009 18:43


A internet é uma maravilha, não sei se já mencionei. De início, tudo é permitido, e pouco se pode fazer para impedir que idéias controversas se propaguem. O que é bom, os líderes morais normalmente têm a péssima mania de abafar opiniões contrárias ao status quo que podem muito bem ser benéficas para a Humanidade. Devido à essa relativa imunidade contra a censura e sufocamento de opiniões, a internet é um palco de debates cheio de idéias de múltiplos graus de interesse e utilidade.

Eu, normalmente, me abstenho de denunciar qualquer tipo de opinião baseado apenas em princípios morais. Só porque eu acredito que algo é errado, não significa que o seja. Isso é incrivelmente válido para questões religiosas. Em poucas palavras, eu não discuto religião, e evito insultar a religião dos outros, sobretudo quando a discussão é spobre dogmas e outros aspectos menos passíveis de prova e contestação concreta. Cada qual com sua moral...

Mas, como tudo na vida, tem um limite.

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A Nintendo é conhecida por seu potencial de inovação que beira a bizarrice no que se refere tanto à jogabilidade – Wii e DS, people! – quanto aos temas – um encanador que salva princesas de uma tartaruga gigante que cospe fogo? Rola! – de seus jogos. Daí que é sinceramente uma surpresa que Viva Piñata tenha tido sua estréia não em um console da Nintendo, mas sim no XBox da Microsoft. Porque o jogo é, convenhamos, psicodélico.

O objetivo do jogo é cuidar de um jardim e atrair Piñatas. Piñatas são aqueles trambolhos de festa feitos de papel machê que são pendurados no teto que as crianças tentam arrebentar pra pegar os doces dentro. Pois é, o jogo é sobre criação de Piñatas. E o pessoal que te ajuda nessa tarefa no mínimo alucinógena é uma tribo(ou talvez uma família) de pessoas fantasiadas de... vai saber. As piñatas são baseadas em animais reais e cada qual tem um grau de exigência pra se tornar uma moradora do seu jardim. E o jogo segue...

Então vamos à versão DS. Começamos, então, oficialmente, a resenha.

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Web Upgrade

Escrito por Toupeira Profissional em 28/02/2009 21:32


"Web 2.0" se tornou uma espécie de jargão com significado parafraseável como "divs flutuantes com bordas redondas, AJAX e gradientes em tons pastéis". Tá, a nova onde de design é exatamente, assim, mas a web 2.0 nasceu como um paradigma independente do design bonitão orkut-like. Não sei nem se devo culpar o orkut pelo design "aprazível" dessa nova web, mas... esse não é o assunto. O assunto é que, alguns anos mais tarde, vem aí o conceito de "Web 3.0".

Mas o que é Web 2.0, afinal?

Sim, claro. Web 2.0 não se resume a designs que fazem a página parecer um jardim de nuvens. Alguns dos principais pontos-chave da Web 2.0 são: comunidades, geração de conteúdo e aplicações web. Vamos por partes...

Comunidades não são restringidas às do orkut, Myspace e similares. Uma comunidade web é mais abrangente, e envolve qualquer serviço que permite a usuários interagirem com outros usuários e se relacionar com eles de acordo com vários critérios. Neste sentido, existem vários tipos de comunidades, temáticos ou não. O conceito chave aqui é relacionamento entre usuários.

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