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Bruno Guedes e Toupeiras
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Bruno Guedes & Toupeiras por Bruno Guedes A. Viana é licenciado sob uma Licença Creative Commons
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Abre as asas sobre nós

Escrito por Töpo em 14/05/2009 02:06


A despeito de meu exterior obeso e rabugento, eu sou um grande defensor das liberdades individuais, às vezes a níveis um pouco extremos, mas veremos isso um pouco mais tarde neste texto. Porque, antes de mais nada, eu vou fazer aquela "breve" introdução.

Liberdade é uma característica imprescindível para uma sociedade feliz. Acredite, mesmo que o povo adore que tomem as decisões por ele, sem as pequenas liberdades individuais não existe sequer a ilusão de uma felicidade. Poder tomar as próprias escolhas e saber que nada pode te impedir de fazê-lo é, sem dúvida, uma sensação incrível, e não é à toa que muitos consideram a maioridade legal um evento passível de comemoração. Mas, obviamente, toda moeda tem dois lados...

Seria muito fácil se qualquer pessoa pudesse fazer o que quer e só, sem nada demais para impedi-lo caso, digamos, ele decida se apropriar de bens alheios, ou tirar uma vida, ou simplesmente fazer algo que não devia. Mas não, existem restrições, existe a lei, e o policiamento, que, ao menos em nível teórico, estão aí para impedir que todo tipo de desrespeito a essa mesma lei ocorra. E a pergunta permanece: se a lei existe, a liberdade é cerceada? Não. De forma alguma. Aliás, lá está no Art. 5o da nossa Constituição:

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Ouvi do Karlisson, que ouviu do H. Milen: o senhor ministro Hélio Costa, das Comunicações, fez o seguinte comentário durante a abertura do 25º Congresso Brasileiro de Radiodifusão:

Essa juventude tem que parar de só ficar pendurada na Internet. Tem que assistir mais rádio e televisão.

Prefiro desconsiderar a falácia óbvia que é mencionar "essa juventude" num comentário desta natureza, com jeito óbvio de velho nostálgico. Penso, aliás, que eu não sou o único a imaginar que algum dia alguém também disse que "essa juventude tem que parar de ficar pendurada nessa tal televisão e ouvir mais rádio"... Nevermind. Respondendo telepaticamente à minha óbvia pergunta, "como assim?", ele "provoca":

O setor de comunicação fatura R$ 110 bilhões por ano. Desse total, somente R$ 1 bilhão é do rádio e R$ 12 bilhões das TVs. O resto vocês sabem muito bem onde está.
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A Lei de Gérson contra-ataca

Escrito por Töpo em 22/05/2009 14:57


Resumo dos fatos: erro no site da loja Fnac, milhares de vendas de laptops e TVs de plasma por míseros 9,90. A loja descobriu o erro, notificou a galera e cancelou as vendas. Agora tem gente que quer receber seu novo e baratíssimo brinquedo tecnológico. Pronto, resumido o caso, vamos aos comentários.

Antes de mais nada: isso já aconteceu antes. Algumas várias vezes. Casos semelhantes ocorreram no passado com notebooks da Makro, TVs de plasma da Best Mix e computadores da Shoptime. Todos eles me demonstram a mesma coisa: que temos o maldito país que merecemos.

Imagine-se nesta situação: você está casualmente pesquisando preços de, digamos, um carro. Aí você se depara com um preço absurdamente baixo de, digamos... 100 reais. Isso. Por conta de um erro de digitação absurdo, um estagiário qualquer vai e esquece dois zeros no preço do carro. Pergunta: o que você faria?

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The Tale of How

Escrito por Korso em 27/05/2009 19:09


Em uma subversão do velho dito "se não tem nada de bom a dizer, não diga nada", na nossa falta de conteúdo totalmente(ou quase) proveniente de nossa estrutura neural, ao invés de lhes presentear com um texto, lhes presenteamos com uma indicação. Mas antes, uma curta resenha.

Antes de mais nada, adoro animação, sobretudo em duas dimensões. É uma forma de arte cheia de recursos próprios e diferenciáveis, e tudo o mais... Mas, principalmente, ver as imagens se mexendo mexe com alguma admiração primordial dentro de mim de forma que muitas vezes nem animação em três dimensões consegue. Por isso mesmo fico meio dividido com relação a The Tale of How. Fora o óbvio recurso 3D usado para animar um dos poucos personagens com um nome, a coisa toda é feita em texturas muito complexas, o que deve ter levado um esforço épico para animar. Verdade seja dita, ainda tenho que assistir o making of, então são grandes as chances de eu sofrer uma desilusão...

Mas enfim. The Tale of How nos conta a história de Otto, o Monstro, e dos dodôs(que, por alguma razão, são chamados de "Piranhas") que crescem da árvore que cresce em sua cabeça. Otto, como todo ser vivo, precisa se alimentar, e no meio do Oceano Índico, tudo o que lhe resta são as pobres aves, que, desesperadas, lançam ao mar mensagens e mais mensagens de socorro. Enfim, um rato branco chamado Eddy, o Engenheiro, lê suas preces e aparece para ajudá-los. Como isso chega a um final feliz, isso é algo que você vai ter que assistir.

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