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Resenha: O Apanhador no Campo de Centeio

Escrito por Bruno Guedes em 05/08/2010 13:17


Sim, esta é uma resenha de um livro que não será feita pelo Korso. O motivo é que acho que ele se perderia demais nos méritos literários e subtextos sutis e perder alguns pontos que acho que merecem ser ditos. Por exemplo, que Holden Caufield é o primeiro narrador que eu tive vontade de socar no meio da cara.

Esta não é a capa original, mas é a aquela de que eu mais gostei, então tá valendo! Mas vamos por partes: peguei O Apanhador no Campo de Centeio numa segunda-feira e terminei em uma sexta-feira então, vá por mim, se você não quer se arriscar com um livro enorme, esta é uma boa opção. O livro não é complicado e, só pra te adiantar, não tem nenhum campo de centeio. Digo isso porque eu li este livro na estranha esperança de que houvesse um verdadeiro campo de centeio com um apanhador nele, mas isto na verdade é uma metáfora. E, sendo sincero, não sei como exatamente esta idéia me atraiu, acho que eu gosto de realismo mágico. Mas vamos chegar neste ponto daqui a pouco.

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Vota, mas pensa, maldito!

Escrito por Töpo em 24/08/2010 15:01


Estou aqui de novo, a quase um mês da próxima eleição, para lembrá-los da máxima de suma importância nesse solene momento.

Vota direito, caramba!

Antes de mais nada, eu não vejo o mínimo sentido em no direito de voto obrigatório. Votar é um ato importante demais para ser feito por coerção, de má-vontade. De fato, votar é talvez a pior coisa que você pode fazer de má-vontade, porque vai dar merda. E vai ser uma merda grande e longa.

Mas, a despeito do que dizem os escritos espalhados pelos viadutos e muros de Belo Horizonte, você deve pensar, sim, e depois disso votar. O problema de acreditar que "pense, não vote" é algum tipo de protesto é que, pelo menos até onde a justiça brasileira entende, não existe nenhum motivo para se cancelar uma eleição que passe por um baixo contingente de votos. E, ademais, se deixarmos aqueles que não pensam votar, a situação vai piorar, ao contrário do que diz o Tiririca(céus, como eu queria estar brincando!)

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Resenha: Shadow of the Colossus

Escrito por Toupeira Profissional em 26/08/2010 22:43


Capa de

Céus!

Eu podia resumir essa resenha em uma só palavra. Mas se eu fizesse isso provavelmente eu perderia metade dos leitores(algo em torno de 5 :P). Então vamos com calma.

Shadow of the Colossus foi lançado em 2006 pelo Team Ico, assim chamados porque também produziram o jogo Ico, também para o Playstation 2. O jogo fez um sucesso tremendo, é aclamado pela crítica e inclusive é parte do filme Reine Sobre Mim, onde o jogo faz um paralelo com as tragédias vividas pelo personagem do Adam Sandler. Mas ele é realmente isto tudo? Bem, eu finalemente o joguei há alguns meses atrás, e sim, ele é quase perfeito!

Seu único defeito é que, alguma hora, ele tinha que acabar.

A história do jogo é confusa, obscura e um pouco difícil de se interpretar sem a ajuda da internet e sua miríade de informações oficiais e extra-oficiais. Basicamente temos Wander, um rapaz, e seu cavalo Agro, entrando em um templo em uma terra perdida para reviver sua amada Mono. Para isso ele recorre a uma espécie de deus antigo chamado Dormin, mas Dormin não pode ajudá-lo sem que Wander destrua os 16 ídolos do tempo, que estão ligados a criaturas gigantes chamadas "colossos".

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