Sim, esta é uma resenha de um livro que não será feita pelo Korso. O motivo é que acho que ele se perderia demais nos méritos literários e subtextos sutis e perder alguns pontos que acho que merecem ser ditos. Por exemplo, que Holden Caufield é o primeiro narrador que eu tive vontade de socar no meio da cara.
Mas vamos por partes: peguei O Apanhador no Campo de Centeio numa segunda-feira e terminei em uma sexta-feira então, vá por mim, se você não quer se arriscar com um livro enorme, esta é uma boa opção. O livro não é complicado e, só pra te adiantar, não tem nenhum campo de centeio. Digo isso porque eu li este livro na estranha esperança de que houvesse um verdadeiro campo de centeio com um apanhador nele, mas isto na verdade é uma metáfora. E, sendo sincero, não sei como exatamente esta idéia me atraiu, acho que eu gosto de realismo mágico. Mas vamos chegar neste ponto daqui a pouco.
