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Por que eu parei de ler quadrinhos tradicionais

Escrito por Korso em 02/03/2011 01:03


Esta vai ser uma longa introdução para um texto até bastante simples. Vamos começar pela surpresa que é ter eu, o maior praticante de "ócio criativo", dando o pontapé inicial na nossa publicação de textos. Pois é, alguém tinha que começar, e só começa quando inicia. Acho que isso é o de menos.

Segundo, você deve estar pensando "mas, pelos bíceps de Apolo, o que paralelepípedos faz um pretenso artista do seu calibre falar de quadrinhos?" Bom, quadrinhos são arte. Não acredita, vá ler Scott McCloud. Eu espero... ou melhor, não espero, vai demorar muito. Vamos então concordar que quadrinhos são uma forma de arte tão válida quanto qualquer outra e, sem preconceitos, prosseguir neste texto, certo?

Então, prosseguindo, o que são "quadrinhos tradicionais" aqui. Pense em Marvel. DC. Image. Todos aqueles heróis que você pensa quando ouve a palavra "quadrinhos". É disso que falo. E, finalmente, um pouco de história pessoal aqui.

Depois disso, minha leitura de arte sequencial física(i.e., não incluindo webtiras) foi preenchida com mangás(GUNNM, Shaman King, Evangelion e One Piece, principalmente), quadrinhos independentes(notavelmente, Bone e Scott Pilgrim) e alguns clássicos do gênero como The Sandman e Sin City(só alguns). E, se você estiver contando, a série do Scott McCloud Desvendando/Reinventando/Desenhando Quadrinhos. Por alguma razão, não pensei mais em ler quadrinhos tradicionais desde então.

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Da Fina Arte de Ser Insultado

Escrito por Töpo em 10/03/2011 22:21


Este é nosso único texto, talvez, que recebeu qualquer tipo de revisão. Contando esta, deve ser a quinta vez que este artigo é reescrito. Sinto que as palavras têm que ser certas, os significados não podem ser ambíguos, e também há o risto de que gente que eu conheço e talvez admiro sinta que a carapuça serve, e a coisa não é bem por aí. Meu discurso é rabugento, como de costume, mas o objetivo não é insultar. É aconselhar.

Comecemos pela noção de que tudo que é publicado está passível de críticas. O único lugar seguro para nossas obras intocáveis é nossa cabeça. A partir do momento que as deixamos livres, damos ao leitor o direito de replicar. A questão toda é que existem meios mais passíveis de réplica do que outros. A internet, então, é um meio de réplica fácil. A tal Web 2.0, ainda por cima, praticamente funciona baseada na réplica. E o autor tem que estar preparado para isso. É importante entender que não se é intocável.

E daí partimos para nossa próxima definição: um crítico é, essencialmente, alguém que tem uma opinião. A natureza da opinião não importa aqui, esta é uma armadilha comum. O crítico não é só aquele que "critica", ou seja, que aponta defeitos e reclama. Existem críticas de várias formas, e o mais importante não é a negatividade ou positividade da opinião, mas a validade. E validade não está necessariamente ligada à suavidade, eloquência ou bondade da crítica.

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