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<title>Bruno Guedes e Toupeiras</title>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/?page=blog</link>
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<category></category>
<lastBuildDate>Thu, 11 Mar 2010 22:09:51 GMT</lastBuildDate>
<language>pt-BR,pt</language>
<managingEditor>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes)</managingEditor>
<docs>http://cyber.law.harvard.edu/rss/rss.htm</docs>
<ttl>15</ttl>

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<title>O Rei está nu! Sim, e daí?</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/o-rei-esta-nu-sim-e-dai</link>
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<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Por vezes eu leio textos que me confirmam este sentimento constante de que a própria humanidade não se conhece. Coisas como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Sneetches#.22The_Sneetches.22"><em>The Sneetches</em></a> do Dr. Seuss ou uma crônica no jornal O Tempo da semana passada. Não estragarei o final para aqueles que não conhecem Dr. Seuss, mas o cronista sugeria que, se forçássemos todos a ficarem nus, ao natural e coisa e tal, seríamos obrigados a nos desprender da ostentação e dos estratos sociais que, segundo ele, são ditados e reforçados pelas nossas pelagens artificiais. Eu não pude deixar de esboçar um sorriso ao ler isto.</p>
<p>Esta é uma lição de moral um tanto famosa e atraente, mas que ignora dois pontos importantes da evolução do ser humano. O primeiro é que ele é um ser social e, portanto, hierárquico. Até o comunismo tem uma figura governamental acima do povo e, no frigir dos ovos, tudo o mais acaba se resumindo nas palavras imortais de George Orwell: "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que outros".</p>
<p>Qualquer tentativa, então, de arrancar a hierarquia da humanidade, bate direto com o segundo ponto: seres humanos são desgraçados de marca maior, e isso vem de berço. Juntando as duas coisas, não é de se espantar que, eliminando-se as marcas artificiais da hierarquia, sejam elas roupas de grife ou estrelas na barriga, tudo o que a antiga classe dominante tem a fazer é estabelecer outra regra igualmente arbitrária, com o risco mínimo de alienar alguns de seus antigos membros ou agregar alguma plebe no novo critério. Somos uma espécie que já escravizou a si própria baseada em um critério tão espúrio quanto a concentração de melanina na pele, o que mais se pode esperar?</p>
<p>Enfim, a lição mais verdadeira &ndash; embora bem disfarçada &ndash; não está em uma crônica de jornal ou livro<sup>1</sup>, mas em um desenho animado. Em um episódio de <em>Padrinhos Mágicos</em>, cansado de ser atormentado por seu vizinho de dentes perfeitos, o menino deseja que todos no mundo sejam exatamente iguais, transformando cada pessoa no planeta em uma bolha amorfa e cinza. Mas, no  fim, o estúpido vizinho continua um idiota de marca maior, afirmando que ninguém é mais "bolhudo e cinzento" do que ele.</p>
<p>Acho que já deu pra pegar o espírito da coisa.</p>
<p>
<img class="full" src="http://img28.imageshack.us/img28/8640/pictopoordemsocial.png" alt="A nova ordem social agora é óculos redondos acima de óculos quadrados!" title="A nova ordem social agora é óculos redondos acima de óculos quadrados!"></img>
</p>
<p><hr /><em>Töpo Talpos é blogueiro, cronista e sócio vitalício da Associação Brasileira de Misantropia</em></p>
<p><hr /><sup>1</sup>: A César o que é de César, Seuss era autor de livros infantis, então podemos lhe dar o privilégio de não analisar esta questão mais a fundo... ou não.</p>
<p><em>PS.: se alguém conseguir descobrir o título da crônica e o nome do autor, por favor deixem um comentário e farei a retificação o mais rápido possível.</em></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 15:33:59 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=o-rei-esta-nu-sim-e-dai#comments</comments>
</item>

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<title>A Saga de um Notebook II: O Retorno</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/a-saga-de-um-notebook-ii-o-retorno</link>
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<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Okay, creio que nunca houve um "A Saga de um Notebook" original, mas é porque a primeira visita do meu querido colega foi relativamente sem problemas... exceto porque a AT fez o pedido e as peças nunca foram enviadas, e eu tive que ligar diretamente para o fornecedor pra ver se eles se tocavam... mas enfim. Isso foi em 2009. Este drama pessoal agora é mais atual. E nem é tão dramático, mas eu estava a fim de preencher tempo e manter o blog rodando(e, não, eu não me esqueci da Serena, a pastora de galinhas... fica pra próxima!). Então, vamos à última visita de meu caro computador portátil à assistência técnica...</p>
<p>Tudo começou em Novembro, quando, pela segunda vez, meu querido Positivo Z80 começou a demonstrar problemas na tela. Quando a tela era movida, a imagem se embaralhava toda, e era preciso dar uma balançada no monitor para que a imagem voltasse. Nada grave, mas como a garantia iria expirar em 29 de Dezembro, eu tinha que agir rápido. Esperei acabarem todas as atividades do ano para finalmente fazer meu backup e enviar o coitado para receber os devidos cuidados. Finalmente, no dia 22, ele foi deixado <a href="http://www.solucouesi.com">numa autorizada</a> e eu fiquei tranquilo.</p>
<p>(Há uma história um pouco mais dramática por trás dessa, na qual eu perdi um dia inteiro devido a problemas de comunicação, trânsito e uma pequena falha de pesquisa de minha parte... mas eu não estou a fim de relembrar, e acho que a paciência de vocês tem limite. Prossigamos.)</p>
<p>Uma semana depois me deram o diagnóstico: tela e memória com problema(eu nem tinha percebido o problema da memória), e me deram um prazo de 15 dias úteis pras peças chegarem, mais alguns pra efetuar a troca. Como eu suspeitava, seria só um mês depois que eu poderia ir pegar meu amigo de volta. Pelo menos, dessa vez as peças foram realmente enviadas e chegaram no tempo previsto. Enfim, no dia primeiro de Fevereiro, eu poderia pegar meu notebook de volta, e estava muito animado. Animado o bastante para não me importar em pegar um ônibus pra quase atravessar a cidade e esperar quase uma hora na fila. Eu estava, realmente, radiante com a perspectiva de retornar às minhas atividades normais.</p>
<p>Então, cheguei em casa com ele na mochila, liguei-o na tomada e me pus a checar como ele estava(estava bem). Qual não foi minha surpresa, entretanto, quando a bateria acabou. Devo lembrá-los, então, que ele estava devidamente ligado à corrente elétrica. Nesse momento, minha esperança, que voava leve como uma mariposa em uma corrente ascendente, afundou como uma pedra.</p>
<p>Como eu estava impossibilitado de levar o aparelho de volta imediatamente, eu resolvi fazer algum diagnóstico por contra própria. Dos três componentes possivelmente defeituosos, risquei logo a bateria, visto que ele tinha ligado sem problemas anteriormente. Logo, era um problema do próprio conector de força do notebook, ou do adaptador AC/DC.</p>
<p>Um multímetro e algumas medições comparativas com outro carregador equivalente(mas que não se encaixava na minha entrada, infelizmente) depois, constatei que o cabo estava bem. A possibilidade, então, era de um problema no próprio conector DC do notebook. O que era mais grave, entretanto, era que ele não tinha apresentado este problema <em>antes</em> de ir para a autorizada. O que era ainda mais grave, entrementes, era que a garantia já tinha expirado.</p>
<p>Então, na quarta-feira, comecei minha cruzada de tentar ligar para o local e descobrir se eu poderia efetuar este novo conserto livre de custos. Como não consegui contato(o telefone ou estava ocupado ou simplesmente não atendiam), resolvi usar a tecnologia a meu favor e mandei um e-mail. Algumas horas depois, e a resposta veio: talvez. Em todo caso, como não haviam passado três dias desde a retirada, eu poderia fazer o diagnóstico e orçamento livre de custos, se não fosse possível conseguir a peça na garantia. No mesmo dia, lá fui eu.</p>
<p>Logo que cheguei em casa pensei em começar a ligar para descobrir se já tinham feito o diagnóstico e tudo o mais, mas resolvi relaxar. Mesmo que estivessem tratando o caso com urgência &ndash; e estavam, pois era uma re-entrada &ndash;, era improvável que ficasse pronto tão rápido, além de que eu não tinha o menor ânimo para voltar lá hoje de ônibus no calor infernal que anda fazendo em Belo Horizonte.</p>
<p>Então, no dia seguinte, mal deram nove horas comecei a ligar. Depois de vários sinais de ocupado e um estranho sinal de discagem que parecia um ritmo de tchá-tchá-tchá, consegui uma resposta extraordinária: estava pronto. E o resto da história... bem, estou aqui escrevendo no próprio.</p>
<p><hr />Enfim, a história ficou um tempo na geladeira(acho que uma semana, já), e eu estou precisando chutar a letargia de férias pra longe. Então, caros colegas, ficamos por aqui com meu drama cotidiano nada dramático e, se tudo correr como planejado, semana que vem temos mais "Miudezas" de carnaval.</p>
<p>E sim, nessa próxima eu falo da Dachshund pastora. Olha ela aí:</p>
<p>
<img class="full" src="http://img716.imageshack.us/img716/5937/serenay.jpg" alt="Serenão!" title="Serenão!"></img>
</p>
<p><hr /><em>Bruno Guedes é blogueiro, universitário e está investigando um novo notebook pra comprar na primeira oportunidade antes que seja tarde demais...</em></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 17:47:59 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=a-saga-de-um-notebook-ii-o-retorno#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Fechando os olhos para o Grande Irmão</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/fechando-os-olhos-para-o-grande-irmao</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/fechando-os-olhos-para-o-grande-irmao</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Tenho pra mim que, quanto maior o público para o qual você escreve, mais claro você tem de se fazer. Clareza evita maus entendidos e, subsequentemente, dores de cabeça e longos minutos explicando o que raios você queria dizer ali. Quando você escreve nessa máquina de distribuição em massa que é a internet, que na maioria dos casos carece de um mecanismo de edição &ndash; o que é bom e ruim, mas não é este o assunto de hoje &ndash;, então a coisa fica realmente feia.</p>
<p>Enfim, esta é a razão pela qual, após longa deliberação, resolvi que deveria deixar bem clara a razão por que: <em>a)</em> não assisto o <em>Big Brother Brasil</em>; <em>b)</em> não comento sobre o que acontece no BBB, quando por acaso venho a saber; e <em>c)</em> não faço a mínima questão de saber o que acontece nesse programa. Como de costume, vamos por partes.</p>
<p>De início, minha antipatia com o programa não tem nada a ver com seu sucesso. A bem dizer, seu sucesso é completamente independente da antipatia de quem quer que seja. Reconheço aqui, a público, que o programa é incrivelmente popular e quem está por trás disso sabe muito bem o que faz. Não soubesse, não estaria o programa na décima edição. Realmente, o programa é um reciclagem de si mesmo com alguma aleatoriedade jogada em cima, por várias edições foi uma evidente máquina de putaria, mas ninguém pode dizer que a fórmula de dividir a privacidade de dez e mais bocados de pessoas com o país inteiro não dá certo.</p>
<p>Só que eu não tenho o menor interesse nisso. O problema é, puramente, a premissa. Meu interesse em saber que intrigas estão rolando, quais "panelas" estão sendo formadas ou qual o mais novo toque de drama que a rede Globo subitamente inseriu só pra manter o público atento é <em>nulo</em>. E, sendo assim, meu interesse em compartilhar qualquer informação que tenha chegado a mim indiretamente a respeito com outras pessoas é proporcionalmente baixo.</p>
<p>E, claro, a óbvia constatação de que a Globo está vendendo a mesma premissa relavada e repintada umas nove vezes para um público que paga pra participar &ndash; e, possivelmente, paga várias vezes mais do que o próprio prêmio em dinheiro &ndash; não deixa de me incomodar. Mas, no mais, é o que eu disse aí acima, não é do meu feitio.</p>
<p>Acho que está claro, então. A todos vocês que chegaram a este site procurando alguma coisa sobre o tal programa... bom, sugiro o <a href="http://twitter.com/#search?q=%23BBB">Twitter</a>, dizem que a informação chega rápido e se alastra igualmente por lá. No mais, voltaremos à nossa programação normal... ou assim espero.</p>
<p><hr /><em>Töpo Talpos é blogueiro, cafeinólatra e acha que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tessália">Tessália</a> tem alguma coisa a ver com a Grécia</em></p>
<p></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 20:31:59 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=fechando-os-olhos-para-o-grande-irmao#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Miudezas III</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/miudezas-iii</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/miudezas-iii</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Bom dia, estamos de volta aqui a este espaço na internet, de volta com "Miudezas", nosso não tão periódico post de atualizações. Mas, diferente do que eu prometi, não será hoje que falarei de cachorros, gatos e galinhas. Hoje vou só deixar vocês a par da situação.</p>
<p>Estive esta última semana em Matozinhos, e internet até tinha, mas em um Telecentro, e eu preferi não conferir nada. Estava mais de férias ainda que antes, então não quis nem saber. O resultado disso são alguns emails, um comentário num post antigo sobre meus hábitos misantrópicos(longo, aliás, <a href="http://blogpaedia.blogspot.com.br">Isaias</a> que se cuide) e quase 450 tópicos no Reader. É, vai ser um mês cheio, fevereiro...</p>
<p>Mas, por ora, creio que estou de folga só agora, e logo as coisas vão esquentar, por causa de dois eventos: minha mãe cola grau em Letras amanhã; e meu irmão faz aniversário no dia seguinte. E isso significa, óbvio, festa, e festa significa arrumação antes. E vai sobrar algo pra mim, com certeza.</p>
<p>Enfim, no mais, tudo bem. Meu laptop não voltou, minhas aulas só voltam em Março, estive jogando bons jogos. No resto do mundo, o Haiti vai de mal a pior, Lula parece que desconversou aquele projeto de Direitos Humanos meio suspeito e chove como se não houvesse amanhã por aqui.</p>
<p>E, no mais, espero que estejam bem, e até o próximo fascículo!</p>
<p><hr /><em>Bruno Guedes é universitário, blogueiro e só está escrevendo esta seção final pra manter a tradição</em></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 15:37:32 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=miudezas-iii#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Miudezas II</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/miudezas-ii</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/miudezas-ii</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Olá, olá, bem vindo pra quem chega e prazer em revê-los pra quem está voltando. Eu ainda estou de férias e por isso mesmo anda difícil pensar em alguma coisa séria pra postar. Então eu vou falando de miudezas. Podem começar a fazer o bolão de apostas: em que número a gente vai chegar? Eu aposto em 6.</p>
<p>Enfim, férias, quase sem internet, acordando cedo com o sol no rosto, e também porque ficar mais tempo deitado na cama dura do jeito que é só pode fazer mal pras costas. Sério, acho que costuraram uma capa numa lápide, nunca vi colchão tão duro...</p>
<p>Mas, sério mesmo, está tudo bom. Estou fazendo o máximo para descansar o quanto posso, porque em março começa tudo de novo. E passando tempo com a família, que nunca é demais, não é não?</p>
<p>Única tristeza é a ausência do meu, digamos, instrumento de trabalho. Sim, o laptop, que fica pronto em cerca de dez dias. Quando eu estiver com ele vou poder produzir horrores, incluso desenhos e praticar programação. E, claro, posts, se eu não cair na letargia de férias <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/letargia-de-ferias-e-pleonasmo" rel="nofollow">de novo</a>.</p>
<p>E... estou ficando sem idéia para o fim do post. Acho que de miudezas já chega, no próximo(?) falo de psicologia animal, ou: como uma cadela comedora de rolinhas se tornou pastora de galinhas e outras anedotas.</p>
<p>Té mais ver, pessoas!</p>
<p><hr /></p>
<p><em>PS.: só pra constar: nenhum spam desde <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/contra-malandragem" rel="nofollow">aquela pequena modificação no formulário</a>. Gente, se eu soubesse que era tão simples...</em></p>
<p><hr /></p>
<p><em>Bruno Guedes é blogueiro, universitário em fim de carreira, e está tão de férias que se esqueceu deste textinho final no último post.</em></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 22:01:00 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=miudezas-ii#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Miudezas I</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/miudezas-i</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/miudezas-i</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Estamos aqui, na miúda, mas ativos. Muito esparsos, mas há razões. Por exemplo, agora mesmo estou escrevendo este post em um computador alheio, em uma conexão de celular que, com muita boa vontade e a orientação certa da antena, chega a uns 100kbps. Ontem mesmo estava com o minimodem na orelha tal qual caneta de padeiro portuga, pra conseguir o melhor sinal.</p>
<p>Mas enfim, mesmo longe de uma conexão estável e rápida, mesmo sem meu querido e estimado laptop que esteve comigo por um ano agora(a garantia de um ano venceu anteontem, e eu fui rápido o bastante de mandar consertar o dito cujo antes disso), tentarei aproveitar este tempo para continuar a povoação deste site porque, como todos sabem, blog parado um dia ou outro finalmente morre, e eu não estou a fim de ver este blog morrer. Não ainda.</p>
<p>Até porque, se até <a href="http://comic.guedesav.blog.br"><em>Webcomics United</em></a> estará ativa durante as férias com a contribuição de pessoas diversas que me fizeram o favor de desenhar algumas tiras pra ficar no lugar da programação habitual, este blog também vai fazer o possível.</p>
<p>Mas, como eu não posso colocar mais gente pra escrever aqui, eu vou ter que fazer isso por conta própria. Como vai ser, eu não sei, mas vai ser. E espero que haja gente aqui pra acompanhar.</p>
<p>E, finalmente, para aqueles que comemoram, uma feliz virada e um próspero Ano Novo cheio de coisas boas, e coisas ruins também, que é pra ficar esperto. Para o resto de nós, que não liga tanto assim para o ciclo anual da Terra, tenhamos todos uma boa noite.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:21:13 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=miudezas-i#comments</comments>
</item>

<item>
<title>A dura verdade sobre o spam</title>
<author>o_token@yahoo.com.br (Token O.)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/a-dura-verdade-sobre-o-spam</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/a-dura-verdade-sobre-o-spam</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post token"><p>Já falamos tanto de spam nessa joça que eu estou quase criando uma categoria só pra eles. Bruno Guedes odeia spam e isto não é segredo, mas eu tenho outra visão do assunto inteiro. Afinal, vamos aos fatos...</p>
<p>O spam foi criado em 1973 por Gary Thuerk [<a href="http://www.cracked.com/article/214_7-inventors-you-didnt-know-you-wanted-to-punch-in-face_p2">Cracked</a>, <em>et al</em>]. Desde então esta praga se tornou objeto do ódio e humor repetitivo alheio de muitos e muitos por toda a Internet. Agora, analisemos os fatos: essa praga está viva e funcionando há uns 35 anos. Poucas tecnologias continuam no mercado por tanto tempo, e, se está, isso só significa uma coisa...</p>
<p><strong>Isso funciona!</strong></p>
<p>Você pode não perceber o porquê de haver um ponto de exclamação sincero nesta frase, então deixa eu te explicar: uma única mensagem de spam, em média, é enviado para 135 pessoas de uma vez. A questão toda aqui, entretanto, não é nem que eu acabei de inventar este número, mas que, dentre este número desconhecido de destinatários, pelo menos <em>um</em> vai acreditar plenamente no que está sendo dito.</p>
<p>Pelo menos uma pessoa acredita, realmente, que existem 55 descendentes da família real nigeriana que precisam receber dinheiro de outros sei lá quantos príncipes, e para isso precisam convenientemente do <em>seu</em> dinheiro para retirar o dinheiro deles.</p>
<p>Pelo menos um energúmeno acredita que ganhou sei lá quantas libras esterlinas em uma loteria para a qual nunca se inscreveu.</p>
<p>Pelo menos uma besta quadrada acredita que a maldita Receita Federal te mandaria um email avisando que seu CPF está sujo, com o assunto meticulosamente cheio de erros de tipografia que fariam um professor de português da primeira série chorar.</p>
<p>Pelo menos um inseguro acredita nos trocentos remédios e métodos para aumentar seu dito cujo. Aliás, o que tem naquelas coisas, eu nunca abri um daqueles emails... ;)</p>
<p>E, para desespero de todos nós, pelo menos metade da população acredita fielmente que repassar uma corrente de email vai te dar dinheiro, salvar uma criança que está para morrer desde 1996 ou simplesmente melhorar sua sorte e impedir que você seja atropelado por um manada de antílopes na sua sala de estar.</p>
<p>Mas esse tipo especial de spam fica pra outro dia...</p>
<p><hr /><em>Token O. é blogueiro, humorista iludido e herdeiro da fortuna da família real da Nigéria nas horas vagas</em></p><hr/>
<p><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/a-dura-verdade-sobre-o-spam#leave-a-comment">Comente neste post</a></p>

<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Token O.</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:48:47 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=a-dura-verdade-sobre-o-spam#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Contra-Malandragem</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/contra-malandragem</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/contra-malandragem</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Eu odeio spammers, e por mais que eu insista nisto eles continuam voltando. Não entendo o porquê, visto que meu sistema de moderação é infalível, até o momento nenhum deles passou. Teve um safadinho que tentou, mas eu captei a leitura de título e ele ficou na moderação, de castigo. De forma geral, entretanto, nenhum link vindo de máquinas indonésias consta neste blog, especialmente na sessão de comentários, e daí me bate essa irritação profunda ao ver que eles continuam tentando e tentando, sempre nos mesmo lugares. Daí eu fiquei de saco cheio e pensei que deveria achar uma solução...</p>
<p>A primeira idéia era, óbvio, migrar de volta pro Blogger ou tentar o Wordpress. Mas eu sou uma pessoa que leva muito em conta o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sunk_cost_fallacy">valor agregado</a>, então não ia abandonar meu bloguito depois de ter passado meses programando e depois aprimorando, e sem contar <em>escrevendo</em> nele. Somos parceiros, bróders e tal, enquanto ele não se provar uma falha completa, eu e ele estamos juntos. Ademais, eu adoro essa possibilidade de simplesmente reprogramá-lo quando dá na telha. Então, a interface fica. É, eu sou teimoso assim.</p>
<p>Próxima solução: bloquear comentários nos posts mais atacados. Em verdade, são três, um deles o do <em>Blog Day</em> deste ano. De qualquer forma, eu estava inclinado porém relutante a tomar esta medida. Eu odiaria perder um comentarista só porque o post estava fechado devido à intrusão de spammers insuportáveis. Mas se eu não achasse uma solução...</p>
<p>Então eu percebi um padrão: os comentários de spammer não geravam contagem no <a href="http://www.google.com/analytics">Google Analytics</a> &ndash; longa e chata história; em resumo, o Analytics só conta comentários se eles tiverem passado antes por algum post, o que meio que garante que houve redação por um usuário. Com essa informação em mãos, cheguei à conclusão que os safados estavam fazendo os comentários diretamente no meu script PHP. O que significava, portanto, que a solução seria ridiculamente simples, porém eficaz: mudar os nomes dos campos.</p>
<p>Mas como eu estou um passo à frente de meus spammers, eu pensei que seria muito fácil os desgraçados obterem os nomes dos campos novamente, então criei uma maneira de não ter de ficar mudando essa coisa toda na mão: um hash que muda com a data. Assim, a cada dia o nome dos campos muda no código HTML. Pode conferir...</p>
<p>Mas enfim, você, querido leitor, deve estar pensando "puxa, mas o que isso muda para mim?" Bem, nada. O formulário de comentários continua transparente e funcional. Isto, eu espero, vai ser uma grande alívio <em>para mim</em>, que não terei mais a frustração de pensar "Oba, comentários novos! Adoro comentários, são um sinal claro de que tem alguém do outro lado desta fria e solitária internet" e encontrar, ao invés de calorosos sinais de vida neste pequeno blog, sinal da fria passagem de um robô indonésio fazendo propaganda de sabe-se lá o quê que esteja na moda.</p>
<p>Ou assim espero. E para todos vocês que chegaram até aqui a despeito da natureza incrivelmente chata deste post, uma ilustração feita especialmente para este texto. Espero que gostem. :)</p>
<p>
<img class="full" src="http://img256.imageshack.us/img256/8590/kickspam.png" alt="VAZA, SPAM!!!" title="VAZA, SPAM!!!"></img>
</p>
<p><hr /></p>
<p><em>Bruno Guedes é blogueiro, universitário em fim de carreira e ilustrador nas horas vagas. É divertido!</em></p><hr/>
<p><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/contra-malandragem#leave-a-comment">Comente neste post</a></p>

<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:26:00 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=contra-malandragem#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Uma questão interessante...</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/uma-questao-interessante</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/uma-questao-interessante</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>
<img class="full" src="http://img504.imageshack.us/img504/795/korsoazul.png" alt="Toupeira azul" title="Toupeira azul"></img>
</p>
<p>E se eu escrevesse no blog como escrevo no Twitter?</p>
<p><hr /></p>
<p><em>Korso Asclepius é blogueiro, artista e está com um humor meio vanguardista.</em></p><hr/>
<p><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/uma-questao-interessante#leave-a-comment">Comente neste post</a></p>

<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:40:50 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=uma-questao-interessante#comments</comments>
</item>

<item>
<title>UNIBAN: um caso nem tão morto assim</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/uniban-um-caso-nem-tao-morto-assim</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/uniban-um-caso-nem-tao-morto-assim</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Eu não ia comentar sobre o caso UNIBAN. De todos os casos comentados, repetidos e estraçalhados por tantos outros antes de mim, este era definitivamente o mais fácil. Eu comparo criticar a atitude unibanense com chutar um gato morto. É incrivelmente fácil e não me dá nenhuma satisfação. Estive deixando o caso passar batido, pensando se deveria comentar meu silêncio com relação a esta absurda ocorrência, quando algo me aparece à metafórica mesa.</p>
<p>
<img class="full" src="http://img204.imageshack.us/img204/7163/folhauniban.jpg" alt="Pernas de fora = Puta; Sinal dos tempos, eu suponho..." title="Pernas de fora = Puta; Sinal dos tempos, eu suponho..."></img>
</p>
<p>É... uma pausa para o café. Para o <em>meu</em> café. Espere que eu já volto...</p>
<p>...ok, voltei. Eu admito, minha mente de toupeira na meia-idade anda meio por fora das convenções culturais mais recentes e das reviravoltas dessa juventude transviada; confesso que "piercing genital" é uma idéia que ainda me causa pelo menos alguns segundos de reflexão, que normalmente são mal gastos criando uma imagem mental difícil de apagar... mas eu divago. O que eu queria perguntar, meus caros leitores mais jovens e antenados, é quando foi mesmo que as pernas se tornaram o novo símbolo sexual na imagem feminina? Eu acho que teve uma época em que <em>topless</em> estava na moda, então suponho que as pernas tomaram o lugar dos seios, foi isso?</p>
<p>Falando sério, se fosse um caso isolado eu teria deixado o gato morto no seu canto, mas parece que este gato morto está se levantando e por pouco não sai por aí miando "Cééééérebrooo..." Não nego que pernas sejam uma bela visão, acho que qualquer um com testosterona o bastante no organismo vai concordar que pernas bonitas são sempre bem vindas, mas eu nunca pensei que a mítica indecência dos calcanhares que se via no século... <em>XV</em> aindava estivesse em vigor.</p>
<p>
<img class="floatleft" src="http://img697.imageshack.us/img697/1350/geysearruda.png" alt="Isso foi a causa daquilo tudo?"  title="Isso foi a causa daquilo tudo?"></img>
 E, claro, tem o tal vestido... eu não sei vocês, mas eu não acho nada sensual um saco de pano cor de rosa com mangas, não importa se não chega aos joelhos ou não. Aliás, venhamos e convenhamos o troço não tem sequer decote. E talvez eu seja antiquado demais, mas pra mim peitos são bem mais libidinosos e atraentes do que joelhos.</p>
<p>Estou chocado. Sinceramente, acho que houve algo intensamente errado nos últimos anos para chegarmos a este ponto onde uma mulher que mostre as pernas é tachada de "puta", com todas as quatro letras. Mais estranho ainda isto vir da ala jovem da nossa população, um povo que deveria estar mais do lado de lá da linha do conservadorismo, e não no moralismo do século XVIII. Sendo sincero, a nostalgia está a um triz de escapar, então acabo por aqui.</p>
<p>E não, não vou comentar sobre a ironia desta ocorrência num país que tem o Carnaval como uma desculpa para um desfile de banalização do corpo nu(ou seminu, que seja). Novamente, fácil demais. E eu não gosto de chutar cachorro morto. Ou gato, que seja.</p>
<p><hr /><em>Töpo Talpos é blogueiro, cronista amador, cafeinólatra e achava que era conservador.</em></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 20:21:08 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=uniban-um-caso-nem-tao-morto-assim#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Feliz Aniversário, Mãe (e outros assuntos familiares)</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/feliz-aniversario-mae-e-outros-assuntos-familiares</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/feliz-aniversario-mae-e-outros-assuntos-familiares</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Aproveito essa circunstância temporal para falar de um assunto que, como tantos outros, só está esperando pra ser escrito.</p>
<p>Começando pelo começo, hoje é aniversário de minha mãe, fato que me foi lembrado ao longo do dia por diversos sinais, mas também por um <a href="http://telinhaguedes.marcelogaviana.site90.com/?p=155">post comemorativo</a> no blog dela. Que é escrito pelo meu irmão. Explico: este blog está aí como um <em>placeholder</em> para postar fotos das coisas dela, mas enquanto as fotos não vem eu e meu irmão estamos encarregados de deixar o blog rolando. Só que como eu já me incubi de cuidar de um blog, um site de quadrinhos e todo o resto da minha vida, eu nunca tenho cabeça pra postar coisas por lá. Eu tento, mas a última contribuição que eu tinha ele foi mais rápido(era <a href="http://telinhaguedes.marcelogaviana.site90.com/?p=19">The Tale of How</a>). Enfim, é um blog típico de coisas catadas pela rede, com o toque pessoal de Marcelo Guedes(que acho que tinha um blog, mas tirou do ar antes que eu comentasse algumas palavras sobre o dito cujo). <a href="http://telinhaguedes.marcelogaviana.site90.com">Telinha Guedes</a> é o nome do espaço e também o nome da dona, planejado. Por ora, fica só o espaço guardado e mais um desejo de mais um ano feliz.</p>
<p>E, já que estamos falando de família, meu irmão(o único) montou outro blog, desta vez com outro objetivo completamente diferente. Aliás, muito bom: um repositório de "coisas que eu aprendi", como ele mesmo colocou. O resultado é este espaço chamado <a href="http://swap.marcelogaviana.site90.com/">/SWAP</a> &ndash; em homenagem à área de troca de memória do Linux, porque é esse mais ou menos o objetivo do blog &ndash; e por ora está pequeno, mas creio que vai crescer e se tornar um ponto de encontro de coisas bem úteis.</p>
<p>E é isso. Ainda tenho que dar parabéns à minha mãe, que mora em outra cidade e anda o dia inteiro correndo de curso em curso e depois pra faculdade. Mas, por ora, fica a intenção.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 00:13:57 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=feliz-aniversario-mae-e-outros-assuntos-familiares#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Então eu descobri que sou um péssimo comentador</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/entao-eu-descobri-que-sou-um-pessimo-comentador</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/entao-eu-descobri-que-sou-um-pessimo-comentador</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Então eu descobri que meu suposto bloqueio criativo me impede de escrever comentários também. Ultimamente eu tenho lido textos, textos que gosto, inclusive, e não sai nada que preste. Quando muito, um elogio sincero, assim, mas a relevância &ndash; palavra, aliás, tão em voga, não? &ndash; é a mesma de tantos milhares de "gostei do texto" por aí.</p>
<p>Mas mesmo assim eu tento. Eu me esforço pra, pelo menos de vez em quando, bolar algum comentário. Nem que seja, mesmo, "o bloqueio tá foda, então vou só dizer que curti o texto". Por que? Como assim, "por que", por causa da lei universal da ética, "não faça aos outros como não gostaria que fizessem contigo". Eu gosto de comentários, me dá a impressão de que estou realmente pra gente, e não pras máquinas que ficam me mandando os mesmos spams nos mesmos textos(nota mental: implementar uma "tranca" nos comentários para os textos mais atacados). Nesse sentido, meus quadrinhos estão até melhores, porque meras <a href="http://comic.guedesav.blog.br/strip/24">24 edições depois</a>, já tenho gente aparecendo e dando uma palavra. Não que sejam uma maravilha(tanto faz, os quadrinhos ou os textos), eu já mencionei que tenho essa trava mental que me impede de me classificar acima de "bom", mas algo me diz que eu já tive mais gente por aqui...</p>
<p>Enfim, chega de reclamar. Acho que a vida é assim mesmo, e minha queda de produção de textos só podia dar nisso. Então eu espero. Não desisto, eu admito, eu sou meio teimoso. Estou na esperança de que dias melhores virão, minha criatividade como blogueiro vai voltar, meus comentadores vão se multiplicar e este blog será um lugar com mais gente do que seres imaginários da minha cabeça.</p>
<p>É isso. E, pra vocês, um texto da <a href="http://iara-alencar.blogspot.com/2009/10/nao-sei-dizer-oi-seu-blog-e-maneiro.html">Dona Iara Alencar</a>, que eu não consegui bolar um link no meio do texto, mas tem tudo a ver com esse assunto.</p>
<p><hr /></p>
<p><em>Bruno Guedes é blogueiro, universitário e não tem a mínima idéia do que escrever depois do "e", então está só enrolando</em></p><hr/>
<p><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/entao-eu-descobri-que-sou-um-pessimo-comentador#leave-a-comment">Comente neste post</a></p>

<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:02:05 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=entao-eu-descobri-que-sou-um-pessimo-comentador#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Resenha: Ant Nation DS</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Toupeira Profissional Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/resenha-ant-nation-ds</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/resenha-ant-nation-ds</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Bom dia, caros colegas, com vocês mais uma resenha de jogo para meu querido Nintendo DS. Desta vez, entretanto, eu busquei um desafio... desta vez eu queria resenhar um jogo que não me desse nenhum motivo para incitar vocês a subtrair algum dinheiro de suas magras contas ou mesmo procurar o site de ROMs mais próximo e baixá-lo para seu R4/M3/SuperCard. Sim, é um jogo tão ruim que você não vai querê-lo nem de graça! Com vocês...</p>
<p><h3>Ant Nation</h3></p>
<p>
<img class="floatright" src="http://img408.imageshack.us/img408/9750/113395953coverart.jpg" alt="Ant Nation: a capa é o melhor do jogo"  title="Ant Nation: a capa é o melhor do jogo"></img>
 Eu juro que tentei gostar desse jogo, porque a premissa dele é boa. Formigas(e outros insetos) alieníngenas invadiram o planeta, e você deve controlar uma colônia de formigas para derrotá-las. Controlar formigas e derrotar inimigos, um jogo desses só pode ser bom. Sabe por que? Porque me lembra um clássico do PC e SNES, Sim Ant, feito pela Maxis. Sim, a mesma companhia responsável por SimCity, SimFarm e Spore.</p>
<p>Por outro lado, Ant Nation <em>não</em> foi feito pela Maxis, é um <em>port</em> de um aplicativo de Wii para o DS. Comento mais sobre o <em>WiiWare</em> original depois. Por ora, vamos prosseguir com o nosso foco principal.</p>
<p><h4>Jogabilidade</h4></p>
<p>Ant Nation é um jogo de estratégia. Mas, diferente da maioria dos jogos de estratégia, não se controla nenhuma unidade em particular. Ao invés disso, sua colônia é dividida em duas castas (soldados e operários) e você coloca bandeiras para indicar para onde eles devem ir. E é aqui que o problema começa.</p>
<p>A César o que é de César e tal, o jogo é um bom simulador. Ele simula toda a monotonicidade da vida de uma colônia de formigas com uma precisão inigualável. Além disso, voltando ao que eu eu acabei de dizer no parágrafo acima, o movimento das formigas é algo assim bem próximo do real: elas se movem aleatoriamente até descobrirem que tem uma bandeira fincada em algum lugar, e aí sim começam a ter algum progresso. Isso torna o jogo especialmente chato e frustrante, e não tem sequer um botão pra aumentar a velocidade. Então você fica minutos tentando botar suas formigas pra trabalhar o mais rápido possível, se der sorte.</p>
<p>E, voltando ao que já foi dito, a rotina segue monótona: mandar as formigas operárias buscar comida, os soldados atacar inimigos ocasionais, as operárias buscam os restos dos inimigos, de vez em quando surge uma missão que dá alguma ilusão de progresso ao jogo... tudo na lentidão de costume. =/</p>
<p>E tem também algo de um sistema de elementos, com formigas de fogo, água e veneno, mas o jogo tem uma curva de aprendizado horrível... ele não explica nada direito, ou talvez eu devesse ter jogado além do primeiro mundo. Mas eu não aguentei, então me desculpem...</p>
<p><h4>Gráficos</h4></p>
<p>Parênteses: sou um fã do DS, vocês sabem. Tanto que meu peso na avaliação de um jogo para os gráficos é bem baixo. Não que eu não reconheça, entretanto, que possuir um poder de representação um pouco melhor que de um Nintendo 64 não seja nada louvável, <em>eu sei</em>. Tanto que a expressão "gráficos de DS" já fazem parte do meu vocabulário descritivo ao comentar sobre jogos. Mas enfim: eu não costumo ligar a mínima para gráficos.</p>
<p>Mas Ant Nation me decepcionou. Muito. Os gráficos são horríveis, mas isso não é lá surpresa, o que é surpresa é <em>o quão horríveis</em> eles são. Deixa eu voltar no tempo e mostrar pra vocês o que era Sim Ant:</p>
<p>
<img class="floatleft" src="http://ui11.gamefaqs.com/1706/gfs_62868_2_3.jpg" alt="SimAnt, Visão aérea"  title="SimAnt, Visão aérea"></img>
 
<img class="floatright" src="http://ui32.gamefaqs.com/639/gfs_62868_2_4.jpg" alt="SimAnt, Visão lateral, da colônia"  title="SimAnt, Visão lateral, da colônia"></img>
</p>
<p>Isso, devo lembrar, num PC de 1995 ou um Super Nintendo. Eu adoro como as formigas são facilmente identificáveis como tal, e o detalhe na apresenatação do chão, com todos os seus matinhos e pedrinhas.</p>
<p>E aí, temos Ant Nation DS...</p>
<p>
<img class="full" src="http://img22.imageshack.us/img22/1254/95911520090602screen007.jpg" alt="Ant Nation, em toda a sua... glória?" title="Ant Nation, em toda a sua... glória?"></img>
</p>
<p>Tá vendo esses pontinhos pretos? Formigas. Sim, <em>pontinhos pretos</em>! Olha, eu sei que isso é um Nintendo DS, mas custava me dar <em>formigas</em>?  Os insetos alieníngenas parecem bem melhores, com exceção óbvia das formigas, que são pontinhos... vermelhos. Eu não sei se consigo respeitar um jogo que representa suas unidades principais como pontinhos...</p>
<p>Até porque este jogo é uma versão DS de um aplicativo de Wii, acho que já mencionei. Como é que o WiiWare se parece? Bem...</p>
<p><a href="http://img22.imageshack.us/img22/5762/antnation.jpg">
<img class="full" src="http://img22.imageshack.us/img22/5762/antnation.jpg" alt="Ant Nation, no Wii: muito, mas muito melhor" title="Ant Nation, no Wii: muito, mas muito melhor"></img>
</a></p>
<p>Bom, pelo menos eu sei que são formigas. Sinceramente, quando um jogo de Wii tem aparência <em>muito</em> melhor que a do seu jogo, seu jogo falhou horrivelmente em qualquer escala de desempenho gráfico. Sinceramente, este é o primeiro jogo que genuinamente me desaponta em questão a gráficos. É, eu sou muito liberal nesse quesito...</p>
<p><h4>Considerações Finais</h4></p>
<p>Disse e digo novamente: não compensa nada. O jogo é monótono, chato, devagar e, ainda por cima, <em>feio</em>. Espero que algum jogo de simulação/estratégia com formigas apareça no DS em breve pra redimir esta abominação. =(</p>
<p>Ou, o que seria realmente ideal, um <em>port</em> de SimAnt. =D</p>
<p><hr /><em>Toupeira Profissional é blogueiro, gamer, programador e é legalmente obrigado a dizer que não apoia a obtenção de jogos por meios ilícitos</em></p><hr/>
<p><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/resenha-ant-nation-ds#leave-a-comment">Comente neste post</a></p>

<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Toupeira Profissional Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:26:38 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=resenha-ant-nation-ds#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Uma Lição Rápida</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/uma-licao-rapida</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/uma-licao-rapida</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>
<blockquote class="dictionary"><strong>desprezo:</strong> <em>s. m.</em> 1. Nenhum caso (que se faz de alguém ou de alguma coisa). 2. Falta de apreço. 3. Objecto! de desprezo.</blockquote>
</p>
<p>Entendeu? Espero que sim, porque o texto de hoje é sobre isso.</p>
<p>Eu não aprecio o desprezo nem mais nem menos do que qualquer outra emoção negativa que leva as pessoas a fazerem coisas estúpidas das quais se arrependerão mais tarde. Mas, especialmente, seria bom se as pessoas parassem de interpretar um conceito tão simples da maneira errada. Veja bem: desprezo se caracteriza pelo extremo pouco caso que se faz de alguma coisa. Não se caracteriza por <a href="http://www.tiosolid.com/mensagem-aos-probloggers/">falar desta coisa abertamente aos quatro ventos com paixão e ódio inigualáveis</a>. Prinicpalmente, não se escreve um <a href="http://controleremoto.tv/blog/2009/10/ronald-rios-nao-ne/">texto enorme a ser publicado na internet</a> sobre seu objeto de desprezo, isso não faz nenhum sentido.</p>
<p>Eu sei o que você está pensando. Está me chamando de toupeira obesa e hipócrita, preparado pra descer até o formulário de comentários e transformar esses pensamentos em palavras, não? Pára. Volta. Continua a ler o texto. Isso não é hipocrisia, eu não desprezo gente que não entende qual é o significado de desprezo. Não é que eu não ligue pra isso, porque eu ligo. E me incomoda. Especialmente por que o tipo de gente que se mete a esse tipo de desprezo é irritantemente egocêntrica. É uma das razões por que <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/intrigosfera">intrigas na internet</a> são tão espetaculares, porque não são pessoas discutindo: são egos. Egos inflados que se recusam a deixar a situação ser resolvida, a não ser que seja favorável a ele. E, já que estou falando disso, é interessante ver o quanto essa tal pessoa despreza algo que ela simplesmente não consegue parar de mencionar e repudiar.</p>
<p>Em resumo: imagine um sujeito que não assiste televisão. Ele diz que não assiste porque não liga, mas não pára de falar nisso. Ele está sempre te lembrando que não se importa a mínima com televisão. E ele poderia ficar falando horas sobre porque e o quanto ele não liga a mínima para isso. Isso faz sentido? Você quer mesmo conviver com essa pessoa?</p>
<p>Então fica a dica: se você despreza algo ou alguém, fale de outras coisas ou pessoas. Se isso é tão difícil quanto "não pensar em um camelo", então provavelmente não é desprezo.</p>
<p><hr /></p>
<p><em>Töpo Talpos é editor de blog, cronista amador e não liga a mínima para as novas regras de ortografia da língua portuguesa</em></p><hr/>
<p><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/uma-licao-rapida#leave-a-comment">Comente neste post</a></p>

<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 23:01:43 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=uma-licao-rapida#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Eles cresceram (de novo?)</title>
<author>o_token@yahoo.com.br (Token O.)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/eles-cresceram-de-novo</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/eles-cresceram-de-novo</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post token"><p>No ano passado, vocês viram algo que nunca imaginariam. Algo que desafiava as leis do universo conhecido e da ficção estabelecida. Porque, em torno de agosto do ano que já se foi <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/eles-crescem-tao-rapido-digo-devagar" rel="nofollow">a Turma da Mônica cresceu</a>!</p>
<p>
<img class="full" src="http://img519.imageshack.us/img519/4033/turmadamonicamangabs0thlm4.jpg" alt="Oh, o horror! O horror!" title="Oh, o horror! O horror!"></img>
</p>
<p>Entre gritos de heresia e acusações de venda para o lado politicamente correto da força de todos os cantos da internet contra o venerável Maurício, este blog se manteve neutro e frio. Korso Asclepius, nosso avantajado correspondente oficial de arte, cultura e assuntos afrescalhados afins, deu seu veredito: não é nada demais. Vão caçar algo melhor pra fazer além de clamar "meu mundo caiu, mimimi, não é a mesma coisa então é óbvio que <em>fede</em>!" Sim, amigos, isto não é nada. A turma convencional coexiste com sua versão "herege" e o mundo ainda gira em torno do sol, e não o contrário. A ordem natural das coisas se manteve...</p>
<p><strong>Ou será que não?!</strong></p>
<p>
<img class="full" src="http://knowyourmeme.com/i/14713/original/QVAOKRNUY5EZQR36IFSWRFC3S3IQJGVJ.gif?1251869626" alt="TCHAN TCHAN TCHAAAAAAN!!!" title="TCHAN TCHAN TCHAAAAAAN!!!"></img>
</p>
<p>Amigos, <em>algo</em> aconteceu. A perturbação do espaço-tempo contínuo que esta bizarra transformação alternativa na querida Turma da Mônica causou se propagou para áreas nunca antes exploradas, e então, algum ser de inspiração definitivamente anormal nos presenteia com...</p>
<p>
<img class="full" src="http://img27.imageshack.us/img27/1962/luluzinha5fcc043512c6ff.jpg" alt="Não! Não! Tudo menos isso!" title="Não! Não! Tudo menos isso!"></img>
</p>
<p>..."Luluzinha Teen". Perdoai-os, eles não sabem o que fazem...</p>
<p>Falando sério, esta coisa que eu vi em uma livraria de rodoviária me deixou intrigado por razões completamente diferentes. Veja bem, eu andei lendo Turma da Mônica nos últimos anos, e levando em conta a estranha caracterização dos personagens como pré-adolescentes de 6 anos e várias <del>ameaças</del> promessas do Maurício de Sousa em relação a botar a turma na escola de uma vez, a coisa Jovem não é de todo absurda. Aliás, o sr. de Sousa poderia ter simplesmente trazido a Turma pra Minas, onde criança entra na escola aos 6 anos! Hein? Hein? ...tá, eu confesso, meu cérebro fritou. Vamos em frente...</p>
<p>Luluzinha nunca teve um tom adolescente. Aliás, "clube do Bolinha" é a expressão mais "moleque de grupo" que eu conheço. Não tem razão plausível pra essa turma em particular crescer, ainda mais que faz um tempo que eu não vejo revista da Lulu(e a última vez foi numa sala de espera, junto com algumas revistas do <a href="http://www.ziraldo.com/livros/perere.htm">Pererê</a> e um bando de Pato Donalds talvez mais antigos que Guaraná em garrafa de vidro). E o pior é que os personagens não se parecem quase nada com os originais, fora nesta altamente irônica edição da "Festa Anos 50". O que, aliás, me deixa com uma cara ainda mais estupefata de "uau, quão bizarro é isso?"</p>
<p>Será que isso é uma tendência? Espero que não. Não tanto pelos personagens crescidos, isso é até legal, mas pelo reviver das cinzas mais que desnecessário e ainda por cima surfando em cima do hype alheio. Isso é mau, gente, e traz um mau nome aos <em>spinoffs</em>. Desse jeito não vamos conseguir lançar "Toupeiras Modernas & Token Teen" sem um monte de gente nos acusando de imitação dessa onda de personagens jovens e descolados...</p>
<p>Aqui é Token O. Jones, se despedindo e alarmando: mais uma dessas e corremos risco do LHC realmente destruir o Universo...</p>
<p>(PS.: Ah, como eu adoraria ter uma ilustração a mais nesse post... se alguém se candidata a desenhar a tela de abertura de "Toupeiras Modernas & Token Teen", favor mandem pra gente por email. Ganha até link, se quiser! ;D )</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Token O.</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:58:03 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=eles-cresceram-de-novo#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Lição de Marketing: Como piorar sua imagem em níveis nunca antes vistos</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/licao-de-marketing-como-piorar-sua-imagem-em-niveis-nunca-antes-vistos</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/licao-de-marketing-como-piorar-sua-imagem-em-niveis-nunca-antes-vistos</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Há algo em torno de um ano atrás eu vi uma coisa horrível na internet. Certo, sejamos menos vagos: foi um forte conflito entre um blogueiro, Manuel Netto, o autor do "Manual de Sobrevivência em São Paulo, e a administração de um restaurante, o <a href="http://manualsp.com.br/rancho-da-traira-preco-salgado-e-comida-sem-sal">Rancho da Traíra</a>. No link você vê claramente o primeiro comentário da resenha, um texto insípido, longo e impessoal em legalês intimando o autor da resenha. Pelo visto não deu em nada, e, como o evento ocorreu em Maio do ano passado, eu resolvi deixar quieto ao invés de comentar a total falta de tato dos donos do estabelecimento.</p>
<p>Eis que agora surge de novo uma doce confusão entre um tal "Boteco São Bento" e o blog Resenha em 6, tudo por culpa de <a href="http://resenhaem6.blogspot.com/2009/09/boteco-sao-bento-o-pior-bar-do-sistema.html">uma resenha do dito cujo</a>. O resultado foi que o Resenha em 6 está sendo intimado a retirar posts, comentários e twitter em 24 horas. Mas antes de pegar minha marreta de estimação &ndash; carinhosamente apelidada de "Razão" &ndash; deixe-me fazer claro: não conheço o bar, não sei se a qualidade do serviço é tão ruim, e nunca tomei Chopp Sol. Independe, para os fins deste texto, <a href="http://www.contraditorium.com/2009/09/29/boteco-sao-bento-o-pior-bar-do-sistema-solar/trackback/">parte de um movimento maior</a>, a qualidade do bar em si. A questão é a reação estúpida e desnecessária.</p>
<p>Se você é profissional ou aspirante a profissional da área de gerência e marketing, entenda uma coisa: tentar censurar seus críticos não vai melhorar sua imagem. Censura é o tipo de coisa que ditadores fazem, e eu estou pra ver um ditador que seja amado pelo seu povo <em>depois</em> de seu governo findo. Sério, mesmo, com críticas você tem poucas opções. Você pode prestar atenção e melhorar; pode ignorar, sobretudo se for uma crítica falsa; pode contra-atacar, mas isso não costuma ter resultados; mas censurar é o tipo de atitude que só vai piorar sua situação. E, só pra piorar as coisas, internautas são seres gregários, temos um certo senso de dever para com a classe. Daí este nosso pequeno movimento de aporrinhação em resposta.</p>
<p>Então, caros colegas leitores, para sua apreciação, o texto original, na íntegra, que corre o risco de ser excluído:</p>
<p><blockquote>
<img class="full" src="http://img242.imageshack.us/img242/6098/saobento.jpg" alt="Imagem original do post" title="Imagem original do post"></img>
</p>
<p>Depois da Faixa de Gaza e do Acre, este é o pior lugar do mundo para você ir com os amigos. Caro, petiscos sem graça e, principalmente, garçons ultra-power-mega chatos: você toma dois dedos do seu chopp, quente e azedo que nem xoxota nos tempos dos vikings, eles já colocam outro na mesa. E se você recusa, eles ainda ficam putos. Só tulipadas diárias no rabo para justificar tamanha simpatia no atendimento.</p>
<p><ul><li>Fui no da Vila Madalena. Dizem que o do Itaim é ainda pior.</li><li>Para dicas de botecos que valem a pena, leia outras resenhas <a href="http://resenhaem6.blogspot.com/search/label/boteco">aqui</a></li><li>Siga o <a href="http://twitter.com/resenhaem6">Resenha pelo Twitter</a> antes que eu bote outro link na mesa.</li></ul></p>
<p><a href="http://resenhaem6.blogspot.com/2009/09/boteco-sao-bento-o-pior-bar-do-sistema.html">Resenhado por Raphael Quatrocci às 23:22</a></blockquote></p>
<p>Parabéns, pessoal do São Bento, vocês criaram um monstro. Espero que estejam orgulhosos.</p>
<p>Aqui é Töpo Talpos, e aguardo minha notificação.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 20:43:21 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=licao-de-marketing-como-piorar-sua-imagem-em-niveis-nunca-antes-vistos#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Time Fcuk e os Puzzles Pós-Modernos</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Toupeira Profissional Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/time-fcuk-e-os-puzzles-pos-modernos</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/time-fcuk-e-os-puzzles-pos-modernos</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Caramba, há quanto tempo que eu não mando uma resenha de jogo em Flash, hein? E não é por falta de jogos bons, sempre tem uns aqui e ali... mas essa resenha de hoje não é nem tanto pela resenha, mas por um comentário sobre uma atual tendência na indústria de jogos casuais. Entre tantos gêneros, destacam-se alguns com grande frequência e/ou notoriedade. Os <em>Tower Defenses</em>, sempre populares e instigantes, cada um com suas características definidoras são de longe os mais famosos e comuns. O assunto de hoje, entretanto, é um gênero que nasceu não no meio Flash, mas em um console. É o que eu chamo de "Puzzle Pós-Modernos".</p>
<p><em>Portal</em> foi, senão o primeiro, o mais marcante deste gênero. Não só é um jogo do gênero de quebra-cabeça &ndash; que, daqui pra frente, vou chamar de <em>puzzle</em>, não só porque é mais curto, mas porque eu curto o som da palavra ;) &ndash; em primeira pessoa, um caso raríssimo, mas também por sua história. O elemento mais marcante e memorável é seu narrador e ajudante, um computador-guia denominado GLaDOS que, ao mesmo tempo que guia o jogador na experiência marailhosa que é Portal, também deixa escapar frases irônicas e alguns trechos perturbadores da história por trás do jogo.</p>
<p>Por seu sucesso e notoriedade, Portal abriu caminho para um novo gênero de <em>puzzles</em>. Este gênero é marcado por ter sempre um personagem jogador de caráter imersivo; mecânica de jogo instigante e baseada em princípios que desdobram a realidade; e um personagem narrador sardônico, que deixa transparecer um certo prazer no seu fracasso e perdição. <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/resenha-shift" rel="nofollow"><em>SHIFT</em></a>, que já foi resenhado neste mesmo site e conta com duas sequências, é um exemplo claro deste gênero. Outro bastante interessante é <a href="http://www.newgrounds.com/portal/view/511754"><em>Time Fcuk</em></a>.</p>
<p><a href="http://www.newgrounds.com/portal/view/511754">
<img class="floatleft" src="http://img3.imageshack.us/img3/5333/static.png" alt="Time Fcuk: Clique aqui para jogar"  title="Time Fcuk: Clique aqui para jogar"></img>
</a>O título quase intraduzível é algo como "Suruba Temporal"(perceba que "Fcuk" é uma clara subversão daquela linda palavra inglesa com "F"), título que com certeza me renderá anúncios embaraçosos no AdSense... Enfim, o jogo começa quando seu eu de 20 minutos à frente te chama para uma aventura dentro de uma estranha caixa. Daí as coisas ficam muito estranhas, a música bizarra do jogo não ajuda em nada a melhorar o clima, e seu narrador companheiro só torna as coisas piores. Então, vejamos: narrador sardônico, personagem principal sempre referido como "você"... falta uma mecânica de jogo instigante, certo? Pois então, preparem-se... <strong>camadas</strong>.</p>
<p>O jogo é feito em camadas, e o personagem principal viaja por estas camadas, tornando o que era apenas pano de fundo em plataforma e podendo até mesmo trazer objetos com ele. Este é o princípio que o torna, então, um Puzzle Pós-Moderno. E, caso haja alguma dúvida, a história que vai se contando pelo jogo é um tanto... arrepiante. Em algum ponto do jogo você desenvolve um tumor chamado "Steve", e seu colega narrador parece estar perdido no tempo-espaço e vendo vultos que passam... ou seria, na verdade, você, vendo seu próprio eu do futuro? Não sei, a coisa toda é confusa de propósito, e o final é... jogue, não vai te tomar muito tempo, e será interessante.</p>
<p>O jogo em si tem alguns defeitos... os gráficos são propositadamente primários, e a música é propositadamente perturbadora. Isto não é um elemento negativo <em>per se</em>, visto que, se é pelo potencial artístico, então tá valendo. O que mais me incomoda é que o jogo é curto demais, e não muito desafiador. Talvez seja este mesmo o objetivo, afinal, a esmagadora maioria dos jogos em Flash são ditos casuais, portanto não podem demandar tempo demais do jogador. Mas poderia ser mais desafiador, com certeza. Por outro lado, o clima de anomalia temporal foi bem escrito e comunicado pela presença perturbadora do nosso companheiro temporal, e o jogo tem uma história decente.</p>
<p>Vale a pena ser jogado. <a href="http://www.newgrounds.com/portal/view/511754">Time Fcuk</a> é um exemplo primo deste novo gênero de puzzles, e, embora não seja original em sua execução, é original como jogo. Há algo de definitivamente perturbador neste pequeno personagem cabeçudo e preto, e as telas com aparência de "fora de sintonia" entre cada fase não ajuda muito a acalmar. Enfim, é um jogo que pode ou não ser levado a sério, sem muito prejuízo.</p>
<p>Mas, para um jogo perturbador por natureza, recomendo <a href="http://zarat.us/tra/offline-games/eversion.html">Eversion</a>. Não se engane, essa pequena flor com pés vai te levar a lugares nunca antes imaginados...</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Toupeira Profissional Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 13:36:00 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=time-fcuk-e-os-puzzles-pos-modernos#comments</comments>
</item>

<item>
<title>O dia G: O Prelúdio</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/o-dia-g-o-preludio</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/o-dia-g-o-preludio</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>
<blockquote class="blog">Jornalismo de celebridades no Brasil é o fundo do poço. Até obituários são feitos com mais propósito. Eu já vi -juro!- manchetes do tipo “Bruno Gagliasso (ou algo assim) atravessa a rua”.</blockquote>
</p>
<p>Esta frase acima é de autoria de <a href="http://www.carloscardoso.com/2009/09/20/precisa-de-diploma-de-jornalismo-na-inglaterra/">Carlos Cardoso</a>. Duvido que tenha de discorrer muito sobre o que ela significa. O que me leva a citá-la aqui é que ela me lembra de um projeto já um pouco antigo que eu tenho.</p>
<p>Caros, algum dia desses será meu dia G. Será o dia em que eu farei uma afronta ao G1, na forma de um comentário extenso acerca de suas notícias mais estúpidas e inanes. Talvez o mais interessante é que eu nem preciso realmente escolher um dia: qualquer dia em que uma manchete estúpida do nível "Sasha Vai À Escola" &ndash; baseado em fatos reais, juro<sup>1</sup> &ndash;, então eu só tenho que dar uma volta pelo portal G1 e discorrer, digamos, pelas 5 manchetes mais desgraçadas a atingir os olhos de milhares de leitores. Talvez até 10, se estivermos em um dia particularmente inútil.</p>
<p>
<img class="full" src="http://www.brechofuzenga.com/caras736.jpg" alt="Me diz: dá pra ficar mais inane que isso?" title="Me diz: dá pra ficar mais inane que isso?"></img>
</p>
<p>Então preparem-se: o <strong>dia</strong> está próximo.</p>
<p><em>Na próxima edição: Bruno Guedes entra em uma papelaria. Não percam!</em></p>
<p><hr /><sup>1</sup>: Revista Caras, sei lá qual edição, não me preocupei em descobri. Fiquei com medo de ser contaminado pela letargia mental...</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 13:40:05 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=o-dia-g-o-preludio#comments</comments>
</item>

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<title>Mais um peixe meu na área</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/mais-um-peixe-meu-na-area</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/mais-um-peixe-meu-na-area</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Eu estou tentando. Vocês podem ver, eu estou. Mas é que eu tenho esse grande problema...</p>
<p>Okay, na verdade eu tenho vários grandes problemas. Um deles, por exemplo, é redigir cronogramas. Outro é o de seguir meus próprios cronogramas, eu tenho o péssimo hábito de barganhar comigo mesmo, e minha força de auto-persuasão é incrivelmente... persuasiva. Mas enfim, talvez meu maior problema é criar muitos projetos inócuos com muita frequência. A bola da vez se chama <em>Webcomics United</em>.</p>
<p>Eu sempre quis fazer quadrinhos, fossem tiras ou revistas. Desenhei vários pela minha vida afora, minha mãe até tentou me incentivar a começar uma séries de quadrinhos políticos, mas política não é minha área de <em>expertise</em>... Enfim, agora com todos estes recursos maravilhosos à minha volta &ndash; um domínio próprio, internet banda larga, tablet... &ndash; eu resolvi deslanchar alguma coisa. Cinco idéias de tiras depois, nasceu essa coisa fofa:</p>
<p><a href="http://comic.guedesav.blog.br/strip/1">
<img class="full" src="http://comic.guedesav.blog.br/strips/1.png" alt="É um menino! ...acredite, é um rapaz, mesmo." title="É um menino! ...acredite, é um rapaz, mesmo."></img>
</a></p>
<p>Enfim, a premissa é meta-ficcional: personagens de quadrinhos vivendo em um mundo só deles, e atuando em quadrinhos. Você deve estar pensando "Roger Rabbit, hein?", mas a minha grande inspiração aqui na verdade se chama <a href="http://www.kidradd.com/">Kid Radd</a>. Enfim, a idéia é praticamente a mesma e deve derivar daí mesmo... outro dia eu tiro pra falar o quão legal é Kid Radd e por que razões. Hoje o assunto é meu peixinho, carinhosamente abreviado "WU".</p>
<p>Pois então, estive experimentando com o estilo um bocado, como vocês podem ver nas primeiras tiras. Agora ele deu uma estabilizada e vai mudar por força do enredo, visto que nosso personagem principal é um "tapa-buraco" pra qualquer webtira que esteja precisando de elenco. E, falando nisso, uma das coisas que eu adoro fazer na tira é interagir com personagens de diversos estilos. Tipo um rapaz incolor, um homem de palitos, uma sprite de um jogo de 8 bits e uma geléia amorfa.</p>
<p>
<img class="full" src="http://comic.guedesav.blog.br/strips/10.png" alt="Tipo esses caras aí." title="Tipo esses caras aí."></img>
</p>
<p>Enfim, este é o início de minha "carreira" como cartunista amador. Não sei pra onde isto vai, nem sei se tenho alguma sombra de sucesso com isso, pra ser sincero emu referencial teórico é, assim... quase nulo. Mas eu tento. Tipo como quando eu tentei e fiz este blog, e aé está ele, há mais de um ano no ar e além. Claro, meu maior problema <em>continua</em> sendo tempo, e se isto não me der uma força pra aprender a gerenciar melhor este recurso preciosíssimo... eu não sei, provavelmente vou ter de largar algumas coisas pra cuidar de outras.</p>
<p>Meu peixe está apresentado e embrulhado. A questão agora é se alguém vai comprar... aqui é Bruno Guedes, se despedindo de mais um post produzido só pra não deixar o blog morrer de inanição.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 15:02:57 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=mais-um-peixe-meu-na-area#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Educação e Modos: é difícil assim?</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/educacao-e-modos-e-dificil-assim</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/educacao-e-modos-e-dificil-assim</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Estão em toda a parte: avisos, placas e cartazes nos dizendo o que devemos e não podemos fazer em lugares públicos. "Jogue o lixo no lixo"; "Estes lugares são reservados para idosos, gestantes, deficientes e pessoas com problemas de locomoção"; "Por favor, não fume"; "Favor dar a descarga após usar o vaso sanitário"; <em>et cetera</em>, <em>et cetera</em>, <em>et al</em>. Parecem apenas pequenos reforços para a boa convivência do ser humano com seus iguais e seu planeta, mas a verdade é que são apenas mais uma prova de que tem algo errado acontecendo. Parece que a máxima "educação vem de casa" anda caindo de moda, e a coisa parece que piora a olhos vistos.</p>
<p>O que me leva a crer isto são duas coisas. Primeiro, muitos destes avisos não são apenas prevenção. Talvez "Não deixe seu lixo no chão" seja apenas uma mera formalidade, mas coisas como "Favor não jogar restos de cigarro no playground" já carregam uma forte impressão de que, por alguma razão, pessoas andaram jogando restos de cigarro no playground. Não cabe a mim julgar por que isto seria uma atitude lógica, ou por que, aliás, alguém jogaria seus restos de cigarro em qualquer outro lugar que não uma lixeira... A questão é que o presumido precedente nos leva a crer que anda faltando muita educação em boas maneiras e convivência básica de berço, e é fato comentado e consumado que tentar consertar um adulto mal-educado não é fácil. "De pequenino se torce o pepino", embora eu não sei pra que se torce um pepino...</p>
<p>Mas o que me levou a escrever esta mímica de crônica foi, estranhamente, a nossa querida colega, a gripe A/Suína/H1N1. Explico: o Jornal do Ônibus &ndash; que, como o nome indica, é um periódico que circula nos vários ônibus de Belo Horizonte &ndash; contém uma pequena área dedicada a dicas de "Gentileza Urbana". Coisas como se oferecer para levar mochilas, bolsas e sacolas de quem está de pé, não ocupar os lugares reservados, e por aí vai. Este mês passado a seção continha algumas recomendações claramente objetivadas a evitar a proliferação da maldita nova gripe: deixar as janelas ligeiramente abertas para circular o ar, usar um lenço para tampar a boca e nariz ao espirrar e não cuspir pela janela.</p>
<p>Tudo bem se você ficou perplexo, eu também precisei ler mais de uma vez: "não cuspir pela janela". Eu me senti um ser humano de <em>finesse</em> e etiqueta impecáveis diante de tal coisa, visto que não sou do tipo que precisa ser avisado a não cuspir pela janela de ônibus e outros veículos. Aliás, cuspir em público é algo que não me passa pela cabeça. Me vem sempre a idéia de uma lhama, e não um ser humano, fazendo isto, mas talvez seja só eu...</p>
<p>Enfim, eu não sei bem o que é isto. Parece um sinal de coisas ainda piores por vir. Um sinal de que, se as pessoas precisam que alguém lhes oriente a não cuspir na rua, talvez tenham um dia de ser orientadas a <a href="http://flanelapaulistana.com/?p=4291">por um pé na frente do outro para andar</a>. Mas isso tem solução. É só não pensar que educação se delega pra fora de casa, e lembrar que educação é, sim, fundamental na construção do ser humano. Acho que é simples o bastante pra funcionar, não?</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 20:56:03 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=educacao-e-modos-e-dificil-assim#comments</comments>
</item>

<item>
<title>BlogDay: Porque admitir e corrigir seus erros é fundamental</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/blogday-porque-admitir-e-corrigir-seus-erros-e-fundamental</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/blogday-porque-admitir-e-corrigir-seus-erros-e-fundamental</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p><a href="http://www.blogday.com">
<img class="full" src="http://www.blogday.org/images/badge_red.gif" alt="" title=""></img>
</a></p>
<p>Então, tudo estava indo bem e eu teria saído ileso de meu atraso de 24 horas ou menos na minha publicação para o BlogDay... não fosse um pequeno detalhe que me passou despercebido <em>duas vezes</em> e uma senhorita enxerida chamada <a href="http://iara-alencar.blogspot.com">Iara Alencar</a>. O detalhezinho?</p>
<p>
<blockquote class="rules">Find 5 <em>new</em> blogs you find interesting</blockquote>
</p>
<p>I.e., eu tenho que descobrir os blgos pra publicar no <em>3108</em>. Então, como eu sou um rapaz de princípios que acredita que os erros devem ser corrigidos, <em>E</em> também não tenho muito o que publicar por esses dias, resolvi retomar minha fracassada empreitada nessa história de BlogDay. Eu adoraria compensar o fiasco indicando não 5 mas 25 blogs, 5 por autor, mas eu acho que já vai ser difícil o suficiente encontrar 5 blogs por aí e zapear por entre seus posts, então vou deixar como estava. Lá vamos nós...</p>
<p>
<img class="avatar" src="http://blog.guedesav.blog.br/avatars/guedesav.png" width="50px" alt="Bruno Guedes" />
 <a href="http://www.brpoint.net/">BrPoint</a> - um blog sobre blogs, porque afinal eu sou um autor de blog. Gostei bastante do subtítulo: "SEO e e Blogs - Por Diversão e por Dinheiro"<br style="clear: both" /></p>
<p>
<img class="avatar" src="http://blog.guedesav.blog.br/avatars/pro-mole.png" width="50px" alt="Toupeira Profissional" />
 <a href="http://www.sheldoncomics.com">Sheldon</a> - ...eu não sei se webcomics contam como blogs, eu espero que sim, porque está difícil achar um blog de tecnologia que não seja amplamente conhecido <em>e</em> bom pra indicar.<br style="clear: both" /></p>
<p>
<img class="avatar" src="http://blog.guedesav.blog.br/avatars/topo.png" width="50px" alt="Töpo" />
 <a href="http://ceticismo.net/">Ceticismo.net</a> - Eu tinha ouvido falar, mas nunca tinha ido lá. Daí fui e gostei. Nada como o bom e velho ceticismo científico a nível de Sagan com uma bela dose de humor escrachado e nenhum pudor de ofender ao próximo...<br style="clear: both" /></p>
<p>
<img class="avatar" src="http://blog.guedesav.blog.br/avatars/token.png" width="50px" alt="Token" />
 <a href="lolbytes.com/">LOLBytes</a> - Um blog divertido que um dia eu achei mencionado em algum Twitter por aí... talvez o do Isaias, vai saber.<br style="clear: both" /></p>
<p>...E foi aqui que eu desisti de tentar encontrar blogs de arte. Já estou quatro dias atrasado, postei cinco blogs da maneira errada, e econtrar blogs assim do nada é tenso. Vocês já tem nove indicações, seis das quais não constam no minha lista de links. Acho que tá bom o bastante...</p>
<p>[link:http://technorati.com/tag/BlogDay2008 Link do Technorati]], blá blá blá, whatever. BlogDay finalizado, obrigadinho Iara "das Pernocas" Alencar pelo toque.</p>
<p>Aqui é Bruno Guedes, saindo de fininho antes que eu desista e volte atrás nessa bagunça de novo.</p><hr/>
<p><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/blogday-porque-admitir-e-corrigir-seus-erros-e-fundamental#leave-a-comment">Comente neste post</a></p>

<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 00:39:15 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=blogday-porque-admitir-e-corrigir-seus-erros-e-fundamental#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Blog Day: continua não sendo tarde demais</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/blog-day-continua-nao-sendo-tarde-demais</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/blog-day-continua-nao-sendo-tarde-demais</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p><a href="http://www.blogday.com">
<img class="full" src="http://www.blogday.org/images/badge_red.gif" alt="" title=""></img>
</a></p>
<p><em>You know the drill</em>: 5 blogs, 5 autores, vamos fazer as recomendações, <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/blog-day-nunca-e-tarde-demais">tudo igual ao ano passado</a>. Exceto os blogs. Dessa vez mudaram. Vamos, então, ao que interessa...</p>
<p>
<img class="avatar" src="http://blog.guedesav.blog.br/avatars/guedesav.png" width="50px" alt="Bruno Guedes" />
 <a href="http://www.nodoadouniverso.com">Nódoa do Universo</a> - Do meu homônimo de sobrenome incomum, <del>Pendrassini</del> Pedrassani, um blog com assunto ainda menos definido que o meu, mas sempre uma boa pedida.<br style="clear: both" /></p>
<p>
<img class="avatar" src="http://blog.guedesav.blog.br/avatars/pro-mole.png" width="50px" alt="Toupeira Profissional" />
 <a href="http://www.hbdia.com">Hoje é Um Bom Dia</a> - Kid: nerd canadense, nascido no Brasil e trabalha numa sex shop. Se você quer algo incomum pra ler... =D<br style="clear: both" /></p>
<p>
<img class="avatar" src="http://blog.guedesav.blog.br/avatars/topo.png" width="50px" alt="Töpo" />
 <a href="http://queroterumblog.com">QueroTerUmBlog.Com</a> - Apesar do nome, não apenas sobre blogs, e também publicou um livro. <a href="http://queroterumblog.com/pirateie-minha-vida-por-favor-baixe-meu-primeiro-livro/">Vá em frente e pirateie</a>.<br style="clear: both" /></p>
<p>
<img class="avatar" src="http://blog.guedesav.blog.br/avatars/korso.png" width="50px" alt="Korso" />
 <a href="http://blogpaedia-respostas.blogspot.com">Blogpaedia Respostas</a> - Mais uma vez, porque Isaias Malta não para nunca, e sempre com textos eloquentes acerca dos mais diversos temas.<br style="clear: both" /></p>
<p>
<img class="avatar" src="http://blog.guedesav.blog.br/avatars/token.png" width="50px" alt="Token" />
 <a href="http://www.desmotivado.com">Desmotivado</a> - Cartazes de motivação te entediam? Bem, esses com certeza não vão.<br style="clear: both" /></p>
<p>Completando com o tal <a href="http://technorati.com/tag/BlogDay2008">link do Technorati</a>, pra linkagem, e vamos saindo de fininho antes que alguém perceba que, de novo, atrasamos o blog day. Afinal, ele não se chama "3108" à toa...</p>
<p>Aqui é Bruno Guedes. Fui!</p><hr/>
<p><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/blog-day-continua-nao-sendo-tarde-demais#leave-a-comment">Comente neste post</a></p>

<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 01:07:00 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=blog-day-continua-nao-sendo-tarde-demais#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Resenhas: Cubo, Hibercubo e Cubo Zero</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/resenhas-cubo-hibercubo-e-cubo-zero</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/resenhas-cubo-hibercubo-e-cubo-zero</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Em primeiro lugar, se você está se perguntando o porquê desta onda de resenhas, é porque as estatísticas não mentem: uma das páginas mais visitadas deste site é a resenha de <em>Efeito Borboleta 2</em>. Então, como diz a canção, "todo artista tem de ir aonde o povo está", e obviamente dar ao povo o que ele quer. Resenhas, eles querem, resenhas, eles terão.</p>
<p>Em segundo, o teor desta resenha não é humorístico, por incrível que o pareça. <a href="http://hbdia.com/wordpress/2006/08/26/641/">Há quem faça este tipo de resenha melhor do que eu</a>, realmente estou apenas sendo sincero, a despeito das hipérboles e ocasionais figuras de linguagem.</p>
<p>Sem mais delongas, vamos aos filmes.</p>
<p><h3>Cubo</h3></p>
<p>
<img class="full" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/0/0c/Cube_The_Movie_Poster_Art.jpg" alt="Cubo" title="Cubo"></img>
</p>
<p>O filme <em>Cubo</em> foi lançado em 1997, dirigido por Vincenzo Natali. Trata-se de uma história sem muito enredo, cenário repetitivo e um <em>myhtos</em> interno nada claro. Entretanto, é um bom filme. Bom, pois apela a pelo menos dois grandes grupos de fãs: apreciadores de filmes onde os protagonistas morrem um a um, de mortes variadas e nada sutis; e apreciadores de thrillers independentes nos quais pouca ou nenhuma explicação é dada sobre o que afinal está acontecendo. Ademais, não é necessariamente horrível, e, se muito, apela à imaginação do espectador, que invariavelmente será levado a imaginar o que diabos está acontecendo, e por que. E, tendo dito tudo o que eu tinha para dizer de bom sobre o filme, vamos à sinopse.</p>
<p>Cinco pessoas &ndash; ou seis, se você contar o sujeito que morre logo nos primeiros minutos do filme &ndash; se vêem em uma espécie de prisão cúbica, formada por vários aposentos cúbicos, a maioria dos quais contém armadilhas mortais dos mais variados calibres. Obviamente, o grupo se desmantela aos poucos e apenas um dos prisioneiros sobrevive, mas eu não vou estragar o filme contando qual.</p>
<p>Enfim, vamos aos fatos podres: a premissa é simples, e por isso soa pobre, gerando mais perguntas do que respostas na cabeça do espectador. O tema "grupo no qual os integrantes se voltam contra si mesmos" já é batido e, ainda é levado a um extremo mais irritante quando um de seus membros fica, de alguma forma, bêbado de poder e resolve tomar as rédeas com consequências trágicas. Finalmente, qualquer um com conhecimento básico de matemática provavelmente terá calafrios ao ver uma suposta conhecedora do assunto tentando descobrir se um número <em>par</em> é primo<sup>1</sup>.</p>
<p>Mas não é, eu diria, uma merda. Vale uns 90 minutos de desocupação em um fim de semana tedioso, especialmente em boa companhia. E, claro, se você curte suspense, poderá até nem se importar com os furos presentes ao longo do filme.</p>
<p>O que não é bem verdade, entretanto, para nosso próximo filme...</p>
<p><h3>Hipercubo</h3></p>
<p>
<img class="full" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/66/Cube_poster.JPG" alt="Cubo 2: Hipercubo" title="Cubo 2: Hipercubo"></img>
</p>
<p><em>Cubo 2: Hipercubo</em> pega a premissa do Cubo original e, digamos, eleva-a ao quadrado. Foi lançado 6 anos após o primeiro, dirigido por Andrzej Sekula. Se você não percebeu, são dois diretores distintos na mesma franquia. Se você acha que tem tudo para dar errado, quem sou eu pra discordar?</p>
<p>A sinopse é igualmente simples: um grupo de pessoas em uma espécie de prisão formada por cubos interligados, se unem para tentar sair dali e um deles enlouquece e começa a carnificina. A diferença fundamental é que se trata não de um cubo, mas um hipercubo. Ou seja, um cubo em quatro dimensões. O que isso significa, em termos práticos, é uma pletora de alucinações geométricas e temporais sem nenhuma explicação além de "anomalias dimensionais".</p>
<p>Sendo sincero, acho que algo deu muito errado durante a produção do filme. Eles tem efeitos impressionantes e um cenário definitivamente misterioso, mas o enredo é pobre. Ou talvez até podre. Aparentemente ninguém percebeu que o meme "integrante louco assassina o resto do grupo" não é agradável, plausível nem popular, pois eles praticamente cortaram todo o enredo que estava se desenvolvendo sem dó para pular para esta parte "mais emocionante". E, no final, um anti-clímax: nada se explica, e o único sobrevivente... complete a frase com o verbo mais óbvio, eu sei que você vai acertar mesmo sem eu contar o fim.</p>
<p>Para ser justo, o final alternativo oferece alguma explicação, mas é um final alternativo. Por que cargas d'água não o fizeram oficial, é uma pergunta que não cabe a mim responder. E tem uma cena de sexo, que rapidamente se transforma em mais uma alucinação induzida por anomalia geométrica, portanto não acho que o filme compense nem por isso. Sim, estou dizendo com todas as letras: não assista. A não ser que você tenha algum prazer em se aventurar por caminhos condenados, metaforicamente falando. Ou gosta de efeitos especiais jogados aleatoriamente. Caso contrário, mantenha distância.</p>
<p>E não fuja correndo aterrorizado ainda, temos mais um filme na série...</p>
<p><h3>Cubo Zero</h3></p>
<p>
<img class="full" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/0/04/CUBEZEROPOSTER.jpg" alt="Cubo Zero" title="Cubo Zero"></img>
</p>
<p>Serei extremamente sincero e direi que não terminei de assistir a este filme. Portanto, esta parte final da resenha ficará por conta de especulações e trechos da wikipedia.</p>
<p>Cubo Zero, aparentemente, explica pra que diabos serve este maldito cubo. Na prática, entretanto, creio que nada é explicado direito, o que me faz pensar se este filme não teria um dedo do J. J. Abrams... enfim, a história é contada de dois pontos de vista diferentes: o de uma prisioneira e dos operadores do cubo. Sim, o cubo tem operadores, o que, ao menos, já é uma pista nebulosa.</p>
<p>Enfim, o filme começa prometendo bastante, mas prossegue, até onde eu pude ver, se esquivando de explicaçõe claras e conclusivas. Não é para menos, claro, afinal se os outros dois filmes anteriores se recusaram a dar alguma, não era o terceiro que iria quebrar a regra. O ponto central parece ser o conflito moral vivido por um dos operadores, que por alguma razão se deixa levar por algum sentimento de compaixão pela outra personagem principal, que está dentro do titular cubo-prisão.</p>
<p>Enfim, eu gostaria de dar alguma informação conclusiva, mas o medo condicionado criado por <em>Cubo 2</em> me impediu de aproveitar o filme em toda a sua narrativa. Não ouso recomendar tal potencial de ruína a meus leitores, visto que temo uma possível invasão de leitores raivosos a este site. No mais, assista por sua própria conta e risco, e espero que possa apreciar toda a profundidade e suspense que o filme oferece...</p>
<p><hr />Enfim, aqui termina esta resenha. É humilde, mas rápida. Mas caso você tenha ligado o "TL;DR", aí via: assista o Cubo se quiser algum estímulo mental com suspense e nenhuma expectativa de explicações mastigadas. Mantenha-se longe do maldito Cubo 2, e, se estiver disposto, arrisque-se no Cubo Zero por alguma sombra de explicação.</p>
<p>Aqui é Korso Asclepius, dizendo: vai com fé, e mantenha a sanidade.</p>
<p><hr /><sup>1</sup> Dica: todo número par é divisivel por 2. Logo, não é primo. Simples assim.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 16:39:00 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=resenhas-cubo-hibercubo-e-cubo-zero#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Intrigosfera</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/intrigosfera</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/intrigosfera</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Esta já é a terceira vez que tento publicar este texto. Estou tomando muito cuidado para cair no mínimo possível de contradições. É algo que me irrita, e eu normalmente deixo esses assuntos para nosso correspondente obeso e sem coração, mas neste caso tem a ver com blogs, então é mais minha praia. Mas chega de falar de mim, falemos do assunto em questão: deixa eu abrir o panorama praqueles que não estão familiarizados com essa maravilhosa subcultura que é a "blogosfera".</p>
<p>Aliás, já mencionei que tenho calafrios quando menciono esse nome? Há uma certa atmosfera ascética de formalismo e regulamentação nesse termo, sabe? E, assim como <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/o-bom-e-velho-twitter-moleque" rel="nofollow">criar manuais de conduta para o Twitter</a>, eu acho isso impróprio e indevido. Não que seja totalmente errado, e afinal talvez eu esteja realmente só vendo significados onde não os há. Mas o fato é que o termo é associado especialmente com esse subgrupo denominado "pro-bloggers", onde "pro" é sigla de "profissional". São, obviamente, pessoas que vêem a blogagem como uma profissão, um possível meio de vida com todos seus prós e contras e <em>modus operandi</em>. Obviamente, levam isto a sério, e se tem uma coisa que a internet odeia é levar algo a sério. Em algum momento esta heresia será notada por <em>eles</em>, os guardiões da completa falta de seriedade na rede. Estamos falando, é claro, de trolls.</p>
<p>Neste caso em particular, os trolls são uma estranha subespécie de blogueiro que abomina a idéia de blogagem profissional e especulações a respeito de relevância e conteúdo. Não desprezam, não ignoram, não desgostam. <em>Abominam</em>. E, então, senhoras e senhores, temos o show da noite: o eterno conflito "<a href="http://www.passaralho.com/2009/08/nao-basta-ser-pequeno-tem-que-ser.html">pro-bloggers</a>" vs. "<a href="http://www.tiosolid.com/mensagem-aos-probloggers/">vira-latas</a>".</p>
<p>Trata-se de um espetáculo onde um lado tenta defender sua legitimidade e orgulho, e o outro simplesmente trata de ridicularizar e deslegitimizar a causa alheia. Não se engane, você como ser humano &ndash; e, portanto, apreciador da maldade e do barraco alheios &ndash; pode acompanhar as primeiras etapas e achar isto divertido, mas não é. Como todo flamewar, dura muito mais do que deveria, nunca morre definitivamente e você pode ter certeza de que nem um lado nem o outro estão dispostos a ceder. Mas o "mais legal" é: ambos se odeiam tanto, mas tanto, que não conseguem viver um sem o outro.</p>
<p>Porque há poucas coisas tão ridiculamente incoerentes quando o sr. X declarar profundo desprezo e indiferença com relação à sra. Y, mas simplesmente não resistir a postar ou twitar toda vez que a dita cuja faz algo "impróprio" ou "estúpido". Ridicularização periódica, retomada de bafafás antigos... enfim, esta estranha relação dependente de ódio mútuo segue várias linhas, mas invariavelmente se torna enfadonha e chata pra dedéu quando levada a extremos. Principalmente porque isto tudo poderia ser evitado se os envolvidos simplesmente se lembrassem das sábias palavras: "Don't feed the trolls".</p>
<p>Não mencionarei nomes, não acho que preciso, cada qual sabe em qual lado está, ou se está metido no meio dessa bagunça. Ou se não sabe, devia. Eu sei que, depois de me ver forçado a dar uns unfollows temporários até a poeira baixar, eu resolvi parar de ficar calado. Até porque esse tipo de assunto sempre dá ibope e este blog não pode ficar parado. Mas não se preocupem, esta deve ser a última vez. Eu abomino intrigas internéticas, não vou ficar expondo meus queridos leitores a isto.</p>
<p>Sendo assim, aqui é Bruno Guedes, me despedindo. Boa noite, boa sorte, e não alimentem os ogros.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 20:48:15 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=intrigosfera#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Jogos Sociais na Rede</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Toupeira Profissional Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/jogos-sociais-na-rede</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/jogos-sociais-na-rede</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Você está cansado e sem tempo? Não tem mais oportunidade de sentar com os amigos e jogar um bom e velho jogo em grupo? Bem, infelizmente não temos a solução para os seus problemas de tempo e amizades, mas graças às maravilhas da internet, você pode se reunir com pessoas que não conhece para jogar clássicos do <em>multiplayer</em> como adedanha e "imagem & ação"!</p>
<p>Então, quando estiver desocupado, sem mais o que fazer, e sem ninguém com quem jogar, acesse estes maravilhosos jogos online!</p>
<p><h3>Stopots</h3></p>
<p><a href="http://www.stopots.com.br">
<img class="full" src="http://img195.imageshack.us/img195/15/logov7.png" alt="STOP!" title="STOP!"></img>
</a></p>
<p>Primeiraço da lista, recomendado pelo grandioso "<a href="http://www.twitter.com/guedao">Guedão</a>", Stopots é uma versão online para nada menos, nada mais do que nosso querido jogo de "Stop!", também conhecido como "Adedanha". Se você não teve infância e não sabe o que cargas d'água é isso, é muito simples! É um jogo onde uma letra é escolhida aleatoriamente, e todos os jogadores têm de escrever palavras que condigam com uma série de critérios pré-estabelecidos. Aquele que acabar primeiro(ou simplesmente quiser acabar com a demora) grita "Stop" e todos têm de parar, e pontos são distribuídos para aqueles que preencheram as lacunas com palavras corretas, sendo que quem escreve uma palavra que não se repete ganha mais pontos... Okay, é mais simples de entender <em>jogando</em>. Enfim, as categorias vão desde os simples e clássicos Nome, Fruta, Cor, Animal e <abbr title="Cidade, Estado ou País">CEP</abbr> até os mais bizarros e recentes "Minha Sogra É" e "Michael Jackson Morreu De".</p>
<p>Enfim, a implementação online ficou muito boa. O jogo é dividido em salas, e em cada sala rola um jogo em X rodadas, cada rodada uma letra. Qualquer jogador pode mandar o STOP! quando quiser, e a correção final é feita pelos próprios jogadores. Não sei como funciona direito o sistema por dentro, mas aparentemente é um sistema de votação com algum peso(pois, claro, malandro <em>vai</em> votar em qualquer besteira que ele tenha colocado como "correto"). Os pontos são somados e o jogo prossegue, e tem até um chat embaixo. Tudo muito legal, sério.</p>
<p>Uma nota particular, entretanto: cada sala tem um fundador, e este fundador tem poder de jogar jogadores fora da sala. Até aí tudo bem, ninguém quer baderna ou spammer fazendo propaganda no chat... mas aconteceu que a primeira sala em que entrei era chefiada por um sujeito que aparentemente tinha que tirar o pai da forca, mas deu uma paradinha pra jogar um Stop. Dez segundos de demora na avaliação, o sujeito já ameaçava de kick. O tempo de avaliação já era de 30 segundos, muito pouco para, digamos, verificar se um filme realmente existe ou se é só invenção de alguém, e o FdM ainda apressava... Enfim, eu dei azar. Numa sala tranquila, a diversão é garantida! =D</p>
<p><h3>Broken Picture Telephone</h3></p>
<p>"Broken Telephone" é como se chama Telefone-Sem-Fio em inglês. Se você está pensando "mas como se faz um telefone sem fio na internet?", bem a resposta é simples, mas não trivial: use figuras.</p>
<p><a href="http://www.brokenpicturetelephone.com/">
<img class="full" src="http://img190.imageshack.us/img190/4269/logojbn.jpg" alt="Broken (Picture) Telephone" title="Broken (Picture) Telephone"></img>
</a></p>
<p>BPT segue a seguinte dinâmica: tudo começa com um jogador que escreve uma situação. Esta situação será então passada a um outro jogador, que deve desená-la. Em seguida, este desenho deve ser descrito por outro jogador, que não sabe qual é a situação original. E, então, a partir desta situação descrita, deve ser feito um novo desenho, sem conhecimento do desenho original. E assim por diante. No final, o telefone sem fio tem seu fim clássico: nada a ver com nada. Divertido, né?</p>
<p>Bom, mais uma vez acho que tive azar. Ou simplesmente me esqueci que estamos na mesma rede que o 4chan. Enfim, resumo da história, 5 dos 8 BPTs em que eu participei na minha primeira experiência com o jogo começavam com "Pokémon Trainer catches an X" e em algum momento degeneravam em alguma gíria racial que eu não vou citar por razões de segurança. E depois iam em frente! Enfim, acho que o jogo fica bem melhor se você realmente reunir alguns amigos e criar um jogo fechado só pra galera. É, deve ser... a idéia não deixa de ser ótima, entretanto. =D</p>
<p><h3>Gartic</h3></p>
<p>E, finalmente, um dos meus favoritos: Gartic.</p>
<p><a href="http://www.gartic.com">
<img class="full" src="http://img5.imageshack.us/img5/9793/logokxh.png" alt="Gartic!" title="Gartic!"></img>
</a></p>
<p>Gartic é uma espécide de "Imagem & Ação", ou talvez eu devesse dizer o nome do jogo em que o "Imagem & Ação" é baseado... enfim, um dos jogadores recebe uma palavra e deve fazer um desenho, enquanto outros tentam adivinhar. Que adivinha mais rápido ganha mais pontos, e o jogo dura algumas rodadas.</p>
<p>Sei o que você pode estar pensando: porque não o <a href="http://www.isketch.net/">iSketch</a>? Porque ele requer um plugin do Shockwave Player, e eu não consegui baixar essa coisa pro Ubuntu(considerando, eu não procurei com muito entusiasmo, também...). Mas, principalmente, porque eu não vejo quase nada na net que precise do Shockwave Player, e não vejo porque não poderia ter sido feito em flash, então... vai o que provavelmente funcionará em 100% dos computadores dos leitores, certo? Ademais, o Gartic é em português, e este site é ".br", tanto melhor.</p>
<p>Enfim, não tive problemas de convivência no Gartic, talvez a coisa mais questionável que tenha visto seja gente escrevendo a palavra quando o tempo está acabando. Fora isso, o jogo é ótimo, e também uma boa maneira de exercitar suas capacidades de desenho pictográfico. Afinal, experimenta desenhar uma jaguatirica reconhecível. =P</p>
<p><hr />E é isto. Aproveite que hoje é domingo e se esbalde com estes divertidos jogos de rede. No mais, tem muito mais deles por aí, mas eu acho que três já tá em bom número. Se precisar de mais, Google é teu amigo. =D</p>
<p>Aqui é TP, Toupeira Profissional, e eu já estou indo jogar Stopots de novo. =P</p><hr/>
<p><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/jogos-sociais-na-rede#leave-a-comment">Comente neste post</a></p>

<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Toupeira Profissional Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 13:32:00 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=jogos-sociais-na-rede#comments</comments>
</item>

<item>
<title>É Agora!</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/e-agora</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/e-agora</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Revoluções na maneira como a informação é distribuída sempre causam impacto, por razões óbvias. Revoluções são assim. Neste último século a forma como a informação é transmitida se tornou cada vez mais rápida e mais global, o que, além de alimentar a nostalgia de que os velhos tempos eram melhores, pois "nada de mal que acontece nos tempos de hoje acontecia", também alimentou uma crescente tendência imediatista.</p>
<p>É esta tendência que causa aquele estranho e leve desconforto &ndash; ou talvez grave, dependendo do nível de imediatismo contraído &ndash; ao se ler uma notícia mais velha do que uma semana. Em alguns casos, ainda menos tempo. Enfim, este fato em si é apenas uma consequência dos tempos, e não muito nocivo <em>por si próprio</em>. Mas leve-se em conta duas consequências &ndash; ou talvez apenas efeitos colaterais &ndash;, e a coisa fica mais séria: temos então falta de atenção e incapacidade de retenção da informação.</p>
<p>Incapacidade esta, aliás, que já foi mencionada <a href="http://blog.guedesav.blog.br/posts/vaga-lembranca-coletiva" rel="nofollow">aqui mesmo neste blog</a>. Nós, como povo e público, nos tornamos incapazes de digerir tanta informação tão rápido com a mesma eficiência e eficácia que teríamos com uma digestão mais calma, em intervalo mais longo. Esta deficiência foi nos afetando de forma gradual, começando com jornais, rádio, televisão... e finalmente terminando, até o momento, com blogs. E Twitter.</p>
<p>O Twitter, aliás, sendo o mais imediato e "veloz" de todos. O blog, por outro lado, permite muito mais espaço e discussão. Em geral, por volta de uma semana após a efetiva ocorrência de qualquer fato relevante já se torna inútil escrever sobre ele em um blog, pois se nem tudo o que já havia para ser dito o foi, os visitantes já estão de olho em outro bafafá. É como se o Twitter fosse um gatilho e a "blogosfera" o cano de um revólver. Mas a bala nunca fica muito tempo a viajar pelo interior do revólver.</p>
<p>Não que eu conteste <a href="http://www.blogpaedia.com.br/2009/08/para-que-serve-o-twitter.html">o poder e utilidade do Twitter como ferramenta de veiculação de notícias</a>. Jamais, pois ele desempenha muito bem seu papel. Talvez bem demais, a tal ponto que nos tornamos quase dependentes dele para nos contar o que há no mundo. E muito cuidado é necessário, caso contrário atingimos um ápice deprimente no qual, se algo não é mencionado no twitter, não aconteceu ou não existe.</p>
<p>Mas abuso da hipérbole. Fato é que nos tornamos seres imediatos e sedentos por novidade. O que não é de todo ruim, pois a estagnação é nociva, mas também não é de todo bom, pois é preciso armazenar e absorver o passado para que o futuro se torne realmente melhor, e não apenas um momento que sucede o presente.</p>
<p>Aqui é Korso Asclepius, e fica dado o recado.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 01:48:36 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=e-agora#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Best Place Arrebentando!</title>
<author>o_token@yahoo.com.br (Token O.)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/best-place-arrebentando</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/best-place-arrebentando</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post token"><p>Só um avisinho aos navegantes mais chatos: o post a seguir é de publicidade. Não, é de graça, eu não estou recebendo patavinas por isso. Se você acha que post de propaganda é uma heresia, lasque-se. Eu ia dizer outra coisa, mas o blog deve permanecer o mais <em>Safe For Work</em> possível, então vai te lascar e volta no sábado. Mas não venha encher o raio do saco nos comentários, ou eu vou soltar a toupeira gorda em cima! Tudo avisado e bonitinho, vamos ao que interessa...</p>
<p>Enfim, perspicazes leitores, já perceberam este linkzinho aí na sidebar escrito "Banda Best Place"? Pois é, são estes caras aqui:</p>
<p>
<img class="full" src="http://img193.imageshack.us/img193/5434/topo01t.jpg" alt="Best Place, yo!" title="Best Place, yo!"></img>
</p>
<p>Okay, eles são mais coloridos pessoalmente, e eu não sei como foi que o Gustavo ficou tão andrógino... mas, enfim. São eles. Esse segundo da esquerda pra direita é o baixista, Gabriel Guedes. Sacou? É, é primo. Mas eu só estou dizendo pra ser bem sincero e mostrar que eu não tenho nada pra esconder. Eu realmente só estou fazendo isso porque gosto da banda mesmo.</p>
<p>O que importa: eles tocam um rock legal, fazem uns covers de Beatles, Foo Fighters, Green Day, e também tem composições próprias. <a href="http://www.myspace.com/bandabestplace">Tá lá no site</a>, junto com umas fotos bem menos photoshopadas. E agora, vamos ao que realmente interessa.</p>
<p>
<img class="full" src="http://img193.imageshack.us/img193/3728/panbestplace.jpg" alt="Panfleto do Show" title="Panfleto do Show"></img>
</p>
<p>Este sábado acontecerá este evento magnífico que é o show de lançamento do EP "Um Passo a Mais". O show ocorre em Belo Horizonte, no <a href="http://maps.google.com/maps?client=opera&rls=pt-BR&sourceid=opera&oe=utf-8&um=1&ie=UTF-8&q=matriz+belo+horizonte&fb=1&split=1&cid=0,0,7445303231259879354&ei=RLqNSt6RLYPUlAfatvGbDA&sa=X&oi=local_result&ct=image&resnum=1">Matriz</a> (o link ao lado para o Google Maps), a partir das 13 horas, com as bandas Skindoll, Ad-Rock, Preliminar, Hatte You, Prost e Image. Não, também nunca ouvi falar, mas devem ser boas também. Enfim, a melhor parte: o preço. <strong>Cinco Reais</strong>. Isso, eu até escrevi por extenso: míseros R$5,00 por um show de rock. No Matriz.</p>
<p>Então façam um favor, leitores de BH: aproveitem. Apareçam e curtam, e aposto que vão se divertir. Na pior das hipóteses, são só 5 reais!</p>
<p>Enfim, mensagem passada, se eu estiver com sorte ainda a tempo. Um abraço, e aqui é Token O, fazendo essa despedida customizada para evitar plágios descarados!</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Token O.</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 21:15:31 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=best-place-arrebentando#comments</comments>
</item>

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<title>Vaga Lembrança Coletiva</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/vaga-lembranca-coletiva</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/vaga-lembranca-coletiva</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Depois de ler <a href="http://nodoadouniverso.com/2009/08/18/breve-resumo-cronolgico-sem-tempo-definido-da-gripe-porquina/">este texto</a> no blog do Sr. Pedrassani &ndash; aliás, tomem alguns minutor para ler também, é muito bom &ndash;, eu me dei conta, mais uma vez, de como a mente coletiva humana é falha. Dessa vez, entretanto, eu resolvi escrever sobre o assunto.</p>
<p>Por partes: não sou exatamente psicólogo, mas percebo que é possível extrapolar os limites da mente individual para grupos cada vez maiores, diminuindo cada vez mais o conjunto de características que se repetem pelos indivíduos do grupo de maneira geral, criando então essa noção de "mente coletiva". Cada brasileiro, como indivíduo, é único em sua forma de pensar, mas não é difícil, via uma série de generalizações &ndash; ou, melhor dizendo, <a href="http://ghiraldelli.ning.com/profiles/blogs/sinedoque-e-generalizacao">sinédoques</a> &ndash; chegar a um comportamento que represente este país com o mínimo de erro individual.</p>
<p>E se tem uma característica que representa "povo" bem, é uma memória coletiva de se ter inveja de uma carpa. Existem vários fatores envolvidos, mas a maioria deles é inexplicável. Por exemplo, por alguma razão, quando um número qualquer de pessoas se reúne, o intelecto coletivo nunca é maior do que o menor intelecto individual da agregação. Ou seja: em geral multidões são burras, mas o assunto do texto atual é apenas uma consequência em especial deste fato: a memória do povo é curta. Alarmantemente curta.</p>
<p>Um fato que cimenta esta noção é que nossos políticos se reelegem a taxas alarmantes, e sob fatores absurdos. Antônio Carlos Magalhães, quando vivo(e isso nem é tanto tempo assim) esteve metido em escândalo atrás de escândalo e ainda assim foi governador três vezes seguidas. Depois senador, por dois mandatos. Sarney não foi nem de longe um de nossos melhores presidentes, e ainda assim é presidente do Senado. E se duvidar, se reelege nas próximas eleições. E, sinceramente, o que o Fernando Collor ainda está fazendo na política?</p>
<p>Como se vê, esquecemos as falcatruas e erros "um pouco" fácil demais. O que nos leva a uma consequência igualmente alarmante desse fato: a atenção coletiva é igualmente ridícula. Voltando para a política, começou-se uma campanha de destituição do Sarney. Mesmo que apenas neste reduto ridiculamente restrito que é a internet, estava lançada. Eis que morre o Michael J. e, de uma hora para outra ninguém fala em mais nada. Os olhos do mundo se voltam para uma direção e esquecem aquilo que estavam a olhar antes com uma rapidez incrível. Verdade, o movimento foi retomado, mas o ritmo já havia sido perdido e, bem... foi em vão.</p>
<p>E não é só isso: minha impressão, observando os jornais, é que passamos de uma manchete bombástica para outra, com intervalos de manchetes derivadas. Passamos da gripe suína para a queda do AirFrance, de volta à Influenza A, morte de MJ, Sarney, gripe, Felipe Massa, gripe de novo... pulamos de um foco único para outro, e a cada tragédia, pânico e escândalo mais uma vez esquece-se "do que é que estávamos falando mesmo?" e a história parece se perder até a retrospectiva no final do ano.</p>
<p>Finalizo com um aviso sincero: ano que vem teremos eleições para presidente, governador e deputados. Façam um favor a este país e a si mesmos e prestem atenção no que estão fazendo. Eu sei, é difícil, a Influenza está à espreita, o Sarney está se livrando da forca e, vejam só, ano que vem é também ano de Copa! Mas exercite sua memória. Lembre-se em quem você <em>não</em> deve votar, e pare de reeleger os mesmos desastres políticos de sempre.</p>
<p>...Bah, a quem eu estou querendo enganar? Ano que vem torceremos pelo país(que provavelmente vai se mostrar uma decepção no esporte que nos foi consagrado) e mais uma vez votaremos só por obrigação. E mal. E o ciclo recomeça.</p>
<p>Aqui é Töpo Talpos. Pense, vote, e <strong>vote direito</strong>, por favor.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 19:46:10 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=vaga-lembranca-coletiva#comments</comments>
</item>

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<title>O bom e velho Twitter-Moleque</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Toupeira Profissional Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/o-bom-e-velho-twitter-moleque</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/o-bom-e-velho-twitter-moleque</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Twitter é um assunto muito em voga hoje em dia, o que, na minha opinião, só demonstra que ele é um sucesso. Daí continuamos falando dele, e ele continua sendo um sucesso, e Tostines continua fresquinho porque é mais gostoso. Enfim, pelo menos uma semana eu leio alguma coisas sobre Twitter em vários blogs, muitas vezes alguma espécie de manual <a href="http://www.blogpaedia.com.br/2009/02/os-10-mandamentos-do-twitter-para.html">do que fazer</a> e <a href="http://www.blogpaedia.com.br/2009/06/como-aumentar-o-numero-de-seguidores-do.html">do que não fazer</a> com o passarinho azul. E volta e meia meu coração dói quando eu vejo pessoas criticando aqueles que seguem a filosofia Twitter ao pé da letra.</p>
<p>
<blockquote class="twitter">What are you doing?</blockquote>
</p>
<p>
<img class="floatleft" src="http://img190.imageshack.us/img190/3702/bluebirdinbirdcagependa.jpg" alt="Blue Bird in a Cage"  title="Blue Bird in a Cage"></img>
 Se bem que, agora, é "What are you talking about?", mas dá na mesma. Querem matar a espontaniedade do Twitter, ou é o que parece. Acho que li uma vez que dar muitos updates é praticamente uma heresia. Pois eu acho que isso é mais uma grande besteira. Não é bem que eu defenda que o modo errático e constante de várias pessoas twitarem seja "O Correto". É que eu acho errado regulamentar o uso do Twitter desta maneira.</p>
<p>Não me lembro bem as palavras, mas um dia o <a href="http://www.twitter.com/Cardoso">Cardoso</a> twitou algo assim:</p>
<p>
<blockquote class="twitter">Apresente o twitter a um adulto, e ele pergunta pra que serve. Apresente a uma criança, ela vai fuçar e descobrir.</blockquote>
</p>
<p>E é mais ou menos por aí: tem gente levando o Twitter a sério demais, parece. Okay, talvez <em>eu</em> até tenha levado o twitter a sério demais, mas há quem defenda que o Twitter deve ser usado apenas para fins sociais, trocar links, etc... conversas aleatórias consigo mesmo, não. É besteira, não serve pra nada, blablablá taxa sinal/ruído blablablá...</p>
<p>Pois então, eu defendo o Twitter-moleque, a twitagem sem compromisso, sem a intenção de salvar o mundo do Sarney, sem estar atrelada a campanhas, sem a obrigação de ser retwitado a cada twit. Se for, tanto melhor. Se não, pra que se preocupar? De vez em quando é legal falar sozinho, eu sei, e ninguém deveria ser repreendido por isso.</p>
<p>Enfim, Twitter deve ser agradável, não uma obrigação com regras e coisa e tal. Se não está sendo legal pra você, há algo errado.</p>
<p>Aqui é TP, Toupeira Profissional, me despedindo e indo agora mesmo postar o link pra esse texto no Twitter! XD</p>
<p><hr />A ilustração veio <a href="http://www.beadinggem.com/2009/03/allison-wells-interactive-storytelling.html">deste blog aqui, de jóias</a>, achado no Google Image Search.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Toupeira Profissional Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 20:49:50 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=o-bom-e-velho-twitter-moleque#comments</comments>
</item>

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<title>Rice Boy: um épico surrealista</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/rice-boy-um-epico-surrealista</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/rice-boy-um-epico-surrealista</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Em momentos de crise, devemos nos agarrar às oportunidades que aparecem, e, no meu caso, trata-se de uma crise criativa: a inspiração para escrever está à míngua. Sendo assim, me agarro às idéias fugidias que passam pela mente de quando em quando. Neste caso, o fato de uma das páginas mais visualizadas deste site ser uma resenha também contribui para esta que é mais uma resenha de webtira. Desta vez, um épico surrealista, como o título indica.</p>
<p>
<img class="full" src="http://img20.imageshack.us/img20/2916/0disk.gif" alt="Rice Boy" title="Rice Boy"></img>
</p>
<p><a href="http://www.rice-boy.com/see/">Rice Boy</a>, de <a href="http://www.rice-boy.com/about.php">Evan Dahm</a> se passa em um mundo não especificado, em época também não específica. Trata-se, em suma, de uma história em "era uma vez", mas bem mais elaborada. Trata-se, como já disse, de um épico em 40 capítulos e quase 440 páginas de quadrinhos simples, mas que nem por isso deixam de ser fantásticos. Retomando a sinopse, Rice Boy, o titular protagonista, é procurado por TOE e Calabash, dois estranhos seres(se é que há algo normal nesta história) cuja missão neste mundo é procurar um messias que reestabeleça a ordem no mundo. A princípio relutante, ele se vê compelido a ir atrás de sua missão, e sua jornada será repleta de obstáculos, surpresas e personagens únicos.</p>
<p>A arte não é demasiado rebuscada, mas ainda assim fantástica. Os cenários e seres que os habitam parecem frutos de algum tipo de sonho ou alucinação Carollística, tudo incluído em uma mitologia e cosmologia própria que é explicada talvez somente o bastante para que isto tudo não pareça simplesmente aleatório. É possível perceber que por trás dessa história mítica há uma mente imaginativa e frutífera, e é talvez impossível não se maravilhar com os encantos desta história tão universal, mas também única.</p>
<p>
<img class="full" src="http://img27.imageshack.us/img27/1849/chapter02.gif" alt="Rice Boy, o herói" title="Rice Boy, o herói"></img>
</p>
<p>A história trata de um herói relutante porém determinado, que, a duras penas, conhece a si mesmo nas longas trilhas tortuosas do relato. Em paralelo, seu inspirador luta contra seus próprios demônios, desenvolvendo uma história secundária, mas sem a qual seria impossível completar o épico. São jornadas emocionantes que ou estão repletas de significados ou talvez não tenham nenhum, mas nem por isso perde seu valor, pois mesmo sendo "apenas uma história", as emoções estão ali, claras e penetrantes. Rice Boy, o herói diminuto que, segundo ele próprio, sabe apenas criar plantas, assistir os pores do sol e ouvir histórias enfrenta sua jornada talvez não com competência, nem conhecimento de seu próximo passo, mas com alguma determinação de origem desconhecida. Em algum ponto ele se torna um arquétipo de herói inválido, menos motivado e capaz do que os personagens que o apóiam, mas mesmo assim amável. O que é, aliás, uma perspectiva bastante atraente para um épico desta natureza.</p>
<p>Resumindo: é uma história linda e vibrante, com personagens únicos e um cenário de sonhos(e pesadelos, ou pelo menos um), e &ndash; como não poderia faltar a uma boa história &ndash; um final surpreendente. E está disponível inteiramente online em todas as suas 439 páginas, então aproveite, pois não só é bom como também de graça.</p>
<p>Aqui é Korso Asclepius, compartilhando com vocês mais uma maravilha que eu encontrei por aí.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 15:13:23 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=rice-boy-um-epico-surrealista#comments</comments>
</item>

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<title>Dura veritas, sed veritas</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/dura-veritas-sed-veritas</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/dura-veritas-sed-veritas</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p><em>Antes de mais nada, não, eu não sei falar latim, eu só finjo muito bem, modéstia à parte.</em></p>
<p>Mas vamos ao que interessa: <a href="http://escritatorta.em.blog.br/archives/selecao-natural-e-internet/">este texto do Norberto Kawakami</a> me inspirou a escrever este daqui.</p>
<p>Se você não leu o texto, ele discute como funciona(ou funcionaria, essa questão eu não entendi muito bem) a seleção natural na nossa "blogosfera"<sup>1</sup>, e o que cargas d'água isso acarreta. É claro que eu sabia onde isso ia dar, que é exatamente a razão pela qual o Faustão continua apresentando aquele programa cujo nome me recuso a dizer(dizem que ao se falar demais dele<sup>2</sup>, o mal aparece; melhor não arriscar): qualidade não necessariamente é consequência ou causa de popularidade.</p>
<p>Em outras palavras: não adianta você ter a epifania que nos salvará da nossa auto-extinção(merecida, por sinal), se ninguém te ouve. Por outro lado, de nada vale visibilidade sem conteúdo. Não citarei exemplos não só porque qualidade é subjetiva, mas também porque não quero dar margem a intrigas nesta "esfera" que já está tão cheia de meta-intrigas de teor autoral, a última sendo uma  reencenação do tema "blogar profissionalmente ou não". Talvez falemos disto outro dia. <em>Talvez</em>.</p>
<p>Mas o que importa aqui é que isto não é, a despeito das óbvias aparências, uma auto-promoção despeitosa. Não retiro de forma alguma o mérito daqueles que alcançam a visibilidade absoluta, sejam estes aqueles que dizem coisas que merecem ser ouvidas ou aqueles outros que... não. Porque eu sou obrigado a admitir, por mais que eu odeie o "gordo maldito" (cautela nunca é demais, meus caros), ele sabe dar ao publico exatamente o que o público quer. Sim, porque não adianta apenas construir que eles virão, é preciso construir algo que faça "eles" queiram vir. Ou, como diz o velho ditado, pega-se mais moscas com mel do que com vinagre. Ou água, se você entende a metáfora.</p>
<p>Enfim, "conheça-te a ti mesmo", e também seu público. O que, aliás, eu preciso começar a fazer com mais afinco...</p>
<p>Aqui é Bruno Guedes, tentando não desaparecer completamente do negócio. Uma boa tarde e boa sorte.</p>
<p><hr /><sup>1</sup> Nota inútil: não sei porque, mas tenho uma birra imensa com essa palavra. Talvez porque não consigo visualizar os blogs como uma "esfera"...</p>
<p><sup>2</sup> Sim, igual ao <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Beetlejuice">Beetlejuice</a>.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 14:49:13 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=dura-veritas-sed-veritas#comments</comments>
</item>

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<title>Yahoo mais uma vez me deixa em maus lençóis</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/yahoo-mais-uma-vez-me-deixa-em-maus-lencois</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/yahoo-mais-uma-vez-me-deixa-em-maus-lencois</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Voltando de férias, estou novamente naquele estágio de letargia, mais pra preguiça que pra toupeira, provavelmente só iria escrever de novo lá pro meio do mês. Aí me aconteceu algo extraordinário: eu recebi um spam de mim mesmo.</p>
<p>
<img class="full" src="http://img198.imageshack.us/img198/1740/myselfspamscreenshot.jpg" alt="E, aparentemente, eu escrevo em espanhol... muito mal" title="E, aparentemente, eu escrevo em espanhol... muito mal"></img>
</p>
<p>Estou brincando não, meus caros está aí o screenshot que não me deixa mentir. Claro que eu achei a coisa toda muito anômala, fui ler. A língua é um espanhol... inglês... "espanglês" que daria inveja no Google Translator. Dei uma olhada na minha caixa de enviados, nada. Então ignorei e pensei que algum desgraçado deveria estar fazendo <em>spoofing</em> com meu e-mail, então ignorei. Até que recebi um email de resposta do serviço de email do Yahoo, me contando que meu email não pôde ser enviado para tais e tais pessoas(a maioria emails que não existem mais). Aí a coisa ficou estranha.</p>
<p>Então fui checar minha conta do Yahoo... bingo! Lá estava na caixa de saída o "meu spam". Enviado em CCO pra tantas pessoas quanto minha lista de contatos comporta. Obviamente, não saquei o que estava ocorrendo, não uso Windows há tempos, não me lembro de ter visitado nenhum site suspeito e, principalmente, não acessava meu email do Yahoo há <em>anos</em>, principalmente depois <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/spammers-preferem-yahoo-diz-akismet">daquele rolo do meu email com o Akismet</a>. Então fiz o que deveria ser feito: mudei minha senha; apaguei todos contatos, já que não uso mais o Yahoo! Mail mesmo; escrevi um email explicando pra galera o que tinha acontecido(diferente de minha cogitação inicial, as pessoas não simplesmente ignoraram o email como uma anomalia, mas responderam perguntando que joça era essa...) e fui mandar um relatório pro pessoal do Yahoo... e aí a coisa ficou chata de verdade.</p>
<p>Inventar mais uma senha(verdade seja dita, eu uso algumas poucas senhas em vários serviços, uma delas por muito tempo...) foi complicado, mas com o tempo eu me acostumo. Aliás, já que eu não uso Yahoo mais, isso nem seria preciso. Deletar meus contatos foi até bom, tinha gente que eu não vejo e não me manda nem um oi faz anos(da época em que eu tinha cabelo comprido, veja só!). Mandar o email de desculpas foi chato, mas pelo menos não recebo mais emails perguntando "wtf é isso, Bruno Guedes?!", teve uma pessoa das antigas que até me reconheceu. Mas o Yahoo... Parágrafo, por favor.</p>
<p>Mandei o comentário pro pessoal do Yahoo dizendo que alguém entrou na minha conta ou teve acesso a meus contatos <em>sei lá como</em>, só por desencargo, só pra eles ficarem sabendo. Deixei claro que não era eu. Eles me responderam, pedindo, entre outras coisas, a mensagem de erro(que erro, Krishna?!) e o nome de usuário que eu estava usando na hora. Isso, na hora em que não era eu usando. Não, eu também não entendi, e preferi dar um tempo antes de retomar essa cruzada.</p>
<p>Eu só sei que não foi esse o único caso. Procurei pela exata mensagem do spam no Google, e vi uma requisição de ajuda no Google, mais algumas outras repetições do mesmo tema chato e indesejável. Mas como as recomendações eram arranjar um anti-vírus ou mudar a senha do email, fiz a que me parecia mais eficaz dada as circunstâncias(mudar a senha) e espero que isso não se repita.</p>
<p>E, só pra lembrar: eu odeio spam. Odeio como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/I_Have_No_Mouth_And_I_Must_Scream">AM</a> odeia a humanidade. Cada vez que vejo a notificação de um comentário de spammer no meu blog eu deleto com um prazer indescritível, assim como o prazer de eliminar uma praga do mundo. Uma das poucas coisas que me fazem sentir ódio, sim.</p>
<p>Aqui é Bruno Guedes, se despedindo e dizendo: ignore meus spams. Eu não mando spam. Boa noite e boa sorte.</p><hr/>
<p><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/yahoo-mais-uma-vez-me-deixa-em-maus-lencois#leave-a-comment">Comente neste post</a></p>

<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 23:13:47 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=yahoo-mais-uma-vez-me-deixa-em-maus-lencois#comments</comments>
</item>

<item>
<title>M Night Shyamalan: Uma Carreira em Reviravoltas Mirabolantes</title>
<author>o_token@yahoo.com.br (Token O.)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/m-night-shyamalan-uma-carreira-em-reviravoltas-mirabolantes</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/m-night-shyamalan-uma-carreira-em-reviravoltas-mirabolantes</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post token"><p>Você provavelmente conhece <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/M_Night_Shyamalan">M. Night Shyamalan</a>. Escritor de filmes, ganhador de dois prêmios da Academia, e conhecido por colocar reviravoltas surpreendentes em seus filmes de suspense sobrenatural. Isso, <em>aquele</em> Shyamalan.</p>
<p>Depois de "Fim dos Tempos" (nossa <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/versao-brasileira" rel="nofollow">versão brasileira</a> de <em>The Happening</em>), eu resolvi dar uma analisada na carreira do Shyamalan. Em suma, o resultado não foi muito feliz.</p>
<p>...A propósito, eu vou ter de dar muito <em>spoiler</em> aí pra frente, então se você ainda não conhecia o final desses filmes... me agradeça, estou te salvando de assistir essas abominações!</p>
<p><h3>Era pré-<em>O Sexto Sentido</em></h3></p>
<p>Nem eu nem você assistimos nenhum desses dois filmes, provavelmente, logo eu vou só dar uma passada rápida pra mostrar que, por incrível que o pareça, ele nem sempre foi assim.</p>
<p><em>Praying with Anger</em> (não, eu nem faço idéia de como o filme se chama em português) é a história de um joven Hindu para  explorar sua herança cultural. Aparentemente é um drama, mas, volto a frisar, eu não assisti a esse filme. Eu nem sabia que ele existia, aliás...</p>
<p>Por outro lado, <em>Wide Awake</em>("Olhos Abertos" &ndash; uau, traduziram por alguma coisa que faça sentido?!) conta a história de um jovem garoto de 10 anos que decide encontrar Deus após a morte de seu avô, em busca de respostas. Não tenho certeza, mas acho que este filme já tem uma reviravolta final, mas eu não sei qual é. Novamente, <em>eu não assisti a esse filme</em>.</p>
<p>Mas o mais importante, <em>Wide Awake</em> é uma comédia. Okay, a wikipedia me diz que é uma "comédia-drama", mas você consegue imaginar o Shyamlan fazendo uma comédia? Se sim, você <em>conhece</em> o Shyamalan que eu conheço?</p>
<p><h3><em>O Sexto Sentido</em></h3></p>
<p>E assim, tudo começou...</p>
<p>Não se enganem, eu adorei O Sexto Sentido. O filme é realmente bom, especialmente se você não está assistindo à versão dublada que passa na SBT. Sério, não sei se existia outro ator mirim melhor que o Haley Joel Osment para o papel do garoto perturbado que enxerga pessoas mortas, e Bruce Willis também não fica muito atrás. E aí a história vai andando, o filme vai chegando a uama conclusão, parece que tudo vai dar certo e...</p>
<p>BAM! Na verdade o Bruce Willis está morto! Céus, ele era um fantasma desde o começo! Mas como assim?! Aí você retorna o filme ao começo e tudo faz sentido! Como eu não havia percebido?! WTF?!</p>
<p>Tenho de admitir, Shyamalan teve "as manha" com Sexto Sentido. Poucas pessoas estavam esperando isso, e a coisa toda se encaixa tão maravilhosamente bem que não tinha como não ser um sucesso.</p>
<p>Um sucesso que, eu creio, subiu demais à cabeça do diretor, porque então veio...</p>
<p><h3><em>Corpo Fechado</em></h3></p>
<p>M. Night Shyamalan e Bruce Willis, mais uma vez, juntos. Eu sei o que você está pensando, isso tem tudo pra dar certo.</p>
<p>Corpo Fechado também foi um filme bem decente. Bruce Willis é um sujeito que, por alguma razão inexplicável, se safa de qualquer coisa sem nenhum arranhão. Daí o outro personagem principal, interpretado por ninguém menos do que Samuel L. "Motherfuckin snakes on a motherfuckin plane" Jackson, chega à conclusão de que ele é um super-herói do mundo real. Okay, do mundo real deles. Enfim, a história é uma espécie de desconstrução do mito do super-heróismo, e uma questão fundamental se revela: todo super-herói tem um arqui-inimigo. Então...</p>
<p>BAM! Samuel L. Jackson é o vilão da história! Sim, o sujeito que mal conseguia sair de casa sem sofrer uma fratura exposta é o exato oposto do herói, e justamente o causador das tragédias que revelam a natureza praticamente imortal do herói Bruce Willis! E não é só isso, como todo super-herói, ele tem uma fraqueza e é... água.</p>
<p>Sim, você acabou de ler "água". Verdade seja dita, isto já foi revelado no meio do filme, mas a concepção de um herói que afunda feito uma pedra por razão nenhuma ainda é um pouco chocante. Eu não tenho muita certeza, mas creio que este é o início do declive abrupto da carreira de Shyamalan como escritor, porque nosso próximo filme é...</p>
<p><h3><em>Sinais</em></h3></p>
<p>Você já ouviu falar dele. Você leu sobre seu final incrivelmente estúpido. Você até mesmo viu ele na Globo, dublado e cortado. Agora, você está vendo onde ele se encaixa na linha de tempo desastrosa da carreira de M. Night Shyamalan.</p>
<p>Sinais é estrelado por Mel "Paixão de Cristo" Gibson, que interpreta um pastor que vive em uma fazenda com seus dois filhos e um irmão. Tudo começa quando os malditos sinais começam a aparecer em plantações no mundo inteiro, e, como não poderia deixar de ser, a história é sobre uma invasão alieníngena.</p>
<p>Depois de uma boa hora de enredo obscuro, revelações feitas pelo personagem interpretado pelo próprio diretor, e o suspense de ver uma família encurralada em seu próprio porão por um alien tão perigoso quanto horrendo, toda esperança parece perdida, mas então...</p>
<p>BAM! Acontece que os aliens são vulneráveis à água. Sim, uma simples gota de água queima como ácido sulfúrico na pele dos malditos invasores, e assim o dia é salvo, graças à filha semi-autista, que deixa copos de água pela casa toda.</p>
<p>E assim que a emoção do momento acaba, você começa a pensar "PQP, isso não faz o menor sentido!"</p>
<p>Não, espere, pense aqui comigo: aliens vulneráveis a água invadem um planeta cuja superfície é composta 70% de <em>água</em>. Eles tem naves espaciais, e todo mundo sabe que você não fabrica naves espaciais sem antes desenvolver todo um conhecimento de química, física, astronomia, engenharia e o diabo a quatro, ou seja: os caras tem de ser inteligentes como a moléstia. Aí você imagina como seres ultra-inteligentes, com conhecimento o bastante para saber o que desgraças é água e como os afeta, vêm para numa porcaria de planeta nos confins da maldita Via Láctea, um lugar que não só é formado em maior parte por água líquida, e cuja vida é formada de mais um monte de água, mas tem vapor de água <em>na maldita atmosfera</em>.</p>
<p>E se você agora acha que não tem como Shyamalan se superar, pense de novo: depois de Sinais, ele dirigiu...</p>
<p><h3><em>A Vila</em></h3></p>
<p>Memorável para mim por ter uma entonação inapropriadamente alegre em seu título dublado(sério, o sujeito está praticamente sorrindo, como se estivesse anunciando um filme da Sessão da Tarde), também é conhecido como mais um filme de mistério do Shyamalan que falha miseravelmente em fazer algum sentido.</p>
<p>A história começa em uma vila (oh!) do século XIX, situada no meio de uma floresta. Segundo a mitologia local, criaturas com garras enormes e capuzes vermelhos te matam se você sair da vila, e por isso eles desenvolvem uma série de costumes bizarros, como não usar a cor vermelha e deixar pobres coitados verstidos com capas amarelas em postos de observação na borda da floresta. Tudo vai bem, até que uma doença incurável começa a atacar vários habitantes, então os anciãos do lugar dão a uma mulher cega a missão de buscar a cura além da floresta. Então...</p>
<p>BLAM! O ancião-mor revela que, na realidade, as criaturas são pessoas vestidas com fantasias que parecem ter sido feitas de carcaças de animais e outras coisas aleatórias, feitas para proteger o povo, e não deixá-los sair para o perigoso mundo exterior. Espere, tem mais! Enquanto a garota cega atravessa a floresta com sabe-se lá que sorte e sexto sentido(não, não foi intencional), um louco demente faz uma fantasia de "monstro" para si e tenta matá-la. Falha miseravelmente, ela consegue sair e então...</p>
<p>BLAM! Acontece que a história não se passa no século XIX, na realidade a Vila é situada dentro de um parque florestal, completamente isolada do resto do mundo, e os anciãos fizeram isso para fugir do "maldito mundo moderno", na manobra anacronística mais estúpida de toda a história!</p>
<p>...Não, pra mim também não fez sentido. Aliás, convenhamos: a menina é cega. <em>Cega</em>. Como desgraças uma mulher cega pula aquele maldito muro?! E eu nem vou apontar mais inconsistências, porque a internet inteira já fez isso e já está ficando longo demais esse texto. Vou fechar com...</p>
<p><h3><em>Fim dos Tempos</em></h3></p>
<p>...ou "The Happening". Não vi o filme, mas, assim como todo filme do Shyamalan, o que importa mesmo é o final, então vamos ao compacto. A-ham...</p>
<p>Uma misteriosa praga ameaça o mundo todo, todos morrem, exceto os personagens principais e aí...</p>
<p>BLAM! Eram as plantas! As plantas desenvolveram um mecanismo de defesa liberando toxinas pelo ar e... e...</p>
<p>Okay, eu tive de conferir na Wikipedia... é isso mesmo: plantas, toxinas, ar, pessoas morrendo. Plantas! Eu não tenho certeza, mas parece que nem o Shyamalan estava levando a história a sério, então...</p>
<p><em>Plantas</em>?! Eu não consigo continuar esse raciocínio... Só espero que realmente tenha sido uma boa idéia deixar esse cara por conta de <em>The Last Airbender</em>... algo me diz que não.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Token O.</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 16:26:00 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=m-night-shyamalan-uma-carreira-em-reviravoltas-mirabolantes#comments</comments>
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<title>E mais uma vez, este país não para de me surpreender...</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/e-mais-uma-vez-este-pais-nao-para-de-me-surpreender</link>
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<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Eu sou um homem de razão. Uma pessoa que acredita na lógica e no bom senso. Ou, devo dizer, era. Nesta sexta feira, minha esperança na humanidade foi mais uma vez despedaçada, estilhaçada, estraçalhada pela idiotice humana que nos cerca. O culpado? O excelentíssimo juiz Maurício Torres Soares, do II Tribunal do Júri de Belo Horizonte. O que ele fez? Deixe que o UAI lhe conte...</p>
<p><a href="http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/06/26/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=116222/em_noticia_interna.shtml">
<blockquote class="news">Cinco folhas de caderno com mensagens semelhantes e assinadas por conhecidos do traficante Israel Luciano da Paixão, o Lu, de 25 anos, foram suficientes para que o juiz Maurício Torres Soares, do II Tribunal do Júri de Belo Horizonte, determinasse sua libertação, dois dias depois de ele ser preso. A decisão revoltou o Ministério Público, além das polícias Militar e Civil, que o consideram um dos criminosos mais violentos da capital e temem que ele assuma novamente o controle do tráfico no Bairro Bonsucesso, na Região do Barreiro. Lu foi preso no último sábado, graças a um mandado de prisão que havia sido expedido no início do ano pelo mesmo juiz. O criminoso foi perseguido, trocou tiros com os policiais e, depois de preso, tentou suborná-los com uma submetralhadora, arma e dinheiro. Mas acabou detido no Ceresp São Cristóvão, na Região Noroeste de BH.</blockquote>
</a></p>
<p>Não, sério. Cinco mensagens assegurando que o sujeito em questão &ndash; traficante, sequestrador, torturador, enfim, um terror para todos aqueles que acreditam que há bondade em todo ser humano &ndash; é "uma pessoa de ótima índole e um pai esforçado". O que é melhor? Não houve apuração para determinar se essas cartas são legítimas. É, pois é, bilhete de absolvição escrito sobre coação agora é defesa válida! Muito bom, vou anotar essa, caso precise...</p>
<p>Deixo claro: sou definitivamente contra a instituição de pena capital, primeiro porque morte não é punição(a não ser que você acredite em vida pós-morte, e eu evito acreditar), segundo porque no caso de um horrível engano, não há como consertar o erro. Eu acredito <strong>firmemente</strong> que a justiça é falha... <em>mas isso é imperdoável</em>! Não se tira um sujeito perigoso, armado e obviamente criminoso da cadeia! Não me interessa que o sistema penitenciário seja uma bosta(e é, praticamente uma escola de crime), já está muito melhor do que deixar o sujeito à solta na sociedade!</p>
<p>Mas eu não paro por aqui. Indignação pura não é minha praia, e vocês sabem disso. Eu penso. E eu sei que há algo ainda mais errado por trás disso, seja um suborno/extorsão muito intenso, seja um sistema de formação de juízes muito deficiente, seja o fato de que essa notícia também não está presente em muitas fontes(sendo sincero, eu procurei, mas só achei o portal do Uai, então também não posso garantir nada). Mas algo foi corrompido no meio dessa história, e se eu fizesse mais o estilo de jornalismo investigativo, eu já teria algo mais conclusivo para dizer.</p>
<p>...Mas eu não tenho, então fecho este texto com mais uma nota de tom pessimista: estamos vivendo em um país onde os mesmos corruptos vão e voltam ao poder sem dar nenhuma satisfação sequer. Agora os criminosos estão efetivamente saindo da prisão como se os portões fossem uma porta giratória, nada mais. Querendo soar alarmista, eu pergunto: quanto tempo até os cidadãos de bem serem obrigados a ficar trancados em casa para não perturbar os criminosos?</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 12:03:23 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=e-mais-uma-vez-este-pais-nao-para-de-me-surpreender#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Fato: Vida > Blog</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/fato-vida-blog</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/fato-vida-blog</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Eu sei o quanto vocês odeiam posts justificativos do autor tentando explicar por que ele não pode publicar há semanas. Logo, eu não vou tentar me justificar. Eu vou meramente <em>explicar</em> o que anda havendo na minha vida, com a pura consciência de que eu deveria ter pelo menos tentado postar algo.</p>
<p>Bom, pra começar, fim de semestre. Velha história: pulando de prazo em prazo. De vez em quando eu praticamente "descubro" os prazos no dia. Prova, trabalho, trabalho, trabalho, prova, trabalho, prova... publique-se um blog com uma rotina dessas...</p>
<p>Acima disso, o resto de minha vida pessoal também não ajuda. Talvez minha sorte é que eu sou meramente um estagiário/bolsista, com metade da carga horária de um trabalho de verdade, caso contrário estaria, como dizem mesmo... ah, sim: sobrecarregado.</p>
<p>Prosseguindo: blog não é nem minha única "atividade extra-curricular". Na medida do possível, tento manter um contato com meu lado artístico levemente dormente e estagnado(a bem verdade, ele anda se recuperando), e minha vida social, embora míngua, exige sua parcela de tempo. E Aline está com suas próprias dificuldades e, como a ocorre nesse tipo de relação, um pouco disso vaza pra mim. Tempo, tempo, tempo, tempo... é o que me anda faltando.</p>
<p>Finalmente, já faz mês que eu deveria ter publicado alguma coisa pra preencher espaço no <a href="http://telinhaguedes.rg10.net">recém-inaugurado espaço futuramente destinado aos trabalhos de Maristela Guedes</a>, mas a contribuição que eu tinha que não foi postada pelo meu irmão antes(é, ia ser <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/the-tale-of-how" rel="nofollow">The Tale of How</a>, mas ele foi mais rápido) foi tirada do ar. Uma reconstituição do quadro <em>Starry Night</em> de Van Gogh no Second Life. Lindo, mas retirado do YouTube.</p>
<p>Claro, você dirá: "Mas, Bruno Guedes, todos nós temos prazos e problemas, isso não é desculpa!" Eu sei. Por isso não me sinto melhor. Mas acho que deixei bem claro desde o começo: isso aqui não é trabalho. Escrevo quando der, quando me der vontade. Enquanto me der prazer. Se eu forçar, não vai ser legal, e vão sair <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/abre-as-asas-sobre-nos/#comment-1464" rel="nofollow">"porcarias de posts"</a>. Logo, eu cuido da minha vida e escrevo quando for melhor. Acho que todo mundo ganha, até você, leitor, que terá menos um item no Google Reader pra encher seu dia. Beleza, hein?</p>
<p>Mas, como disse no início, isto não é &ndash; ou não era pra ser &ndash; uma justificativa. É mais uma constatação. Vou tentar manter uma frequência de postagem mais decente daqui pra frente. Se tudo falhar, mando o Token publicar links. Ou comentar vídeos de FAIL, sei lá. Mas esse lugar não deve ficar assim parado às moscas de novo...</p>
<p>E, a propósito, por alguma razão meu sistema moderador de comentários está acusando todos os comentários como anônimos. Não entendi, ainda não entendo, estou trabalhando nisso quando posso. Por ora, comentem e aguardem umas 24 horas. Se não for spammer, eu libero tranquilo.</p>
<p>Boa noite e boa sorte.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 02:13:09 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=fato-vida-blog#comments</comments>
</item>

<item>
<title>The Tale of How</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/the-tale-of-how</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/the-tale-of-how</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Em uma subversão do velho dito "se não tem nada de bom a dizer, não diga nada", na nossa falta de conteúdo totalmente(ou quase) proveniente de nossa estrutura neural, ao invés de lhes presentear com um texto, lhes presenteamos com uma indicação. Mas antes, uma curta resenha.</p>
<p>Antes de mais nada, adoro animação, sobretudo em duas dimensões. É uma forma de arte cheia de recursos próprios e diferenciáveis, e tudo o mais... Mas, principalmente, ver as imagens se mexendo mexe com alguma admiração primordial dentro de mim de forma que muitas vezes nem animação em três dimensões consegue. Por isso mesmo fico meio dividido com relação a <em>The Tale of How</em>. Fora o óbvio recurso 3D usado para animar um dos poucos personagens com um nome, a coisa toda é feita em texturas muito complexas, o que deve ter levado um esforço épico para animar. Verdade seja dita, ainda tenho que assistir o <em>making of</em>, então são grandes as chances de eu sofrer uma desilusão...</p>
<p>Mas enfim. <em>The Tale of How</em> nos conta a história de Otto, o Monstro, e dos dodôs(que, por alguma razão, são chamados de "Piranhas") que crescem da árvore que cresce em sua cabeça. Otto, como todo ser vivo, precisa se alimentar, e no meio do Oceano Índico, tudo o que lhe resta são as pobres aves, que, desesperadas, lançam ao mar mensagens e mais mensagens de socorro. Enfim, um rato branco chamado Eddy, o Engenheiro, lê suas preces e aparece para ajudá-los. Como isso chega a um final feliz, isso é algo que você vai ter que assistir.</p>
<p>Somado ao enredo maravilhoso e a arte espetacular, a música &ndash; aliás, bom aviso: é um musical, caso você não curta &ndash; é bem executada e não muito difícil de entender. Na verdade, a coisa toda parece uma ópera surrealista. Eu adorei.</p>
<p><a href="http://theblackheartgang.com/the-household/the-tale-of-how/">Curtam no site original</a>, ou aqui mesmo:</p>
<p><object width="400" height="302"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1516019&server=vimeo.com&show_title=1&show_byline=1&show_portrait=0&color=ffffff&fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1516019&server=vimeo.com&show_title=1&show_byline=1&show_portrait=0&color=ffffff&fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="302"></embed></object><p><a href="http://vimeo.com/1516019">The Tale of How</a> from <a href="http://vimeo.com/user671160">Shy the Sun</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p></p>
<p>E tenham um bom dia.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 27 May 2009 19:09:22 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=the-tale-of-how#comments</comments>
</item>

<item>
<title>A Lei de Gérson contra-ataca</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/a-lei-de-gerson-contra-ataca</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/a-lei-de-gerson-contra-ataca</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Resumo dos fatos: erro no <em>site</em> da loja Fnac, milhares de vendas de laptops e TVs de plasma por míseros 9,90. A loja descobriu o erro, notificou a galera e cancelou as vendas. Agora tem gente que quer receber seu novo e baratíssimo brinquedo tecnológico. Pronto, resumido o caso, vamos aos comentários.</p>
<p>Antes de mais nada: isso já aconteceu antes. Algumas várias vezes. Casos semelhantes ocorreram no passado com <a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/made-brazil-makro-erra-anuncio-e-toma-prejuizo-vendendo-notebooks-baratissimos">notebooks da Makro</a>, <a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/made-brazil-editorial-caso-fnac-ja-aconteceu-ha-5-anos-e-ninguem-aprendeu">TVs de plasma da Best Mix</a> e <a href="http://hbdia.com/wordpress/2007/11/24/pilantragem-aprovada-por-lei/">computadores da Shoptime</a>. Todos eles me demonstram a mesma coisa: que temos o maldito país que merecemos.</p>
<p>Imagine-se nesta situação: você está casualmente pesquisando preços de, digamos, um carro. Aí você se depara com um preço absurdamente baixo de, digamos... 100 reais. Isso. Por conta de um erro de digitação absurdo, um estagiário qualquer vai e esquece dois zeros no preço do carro. Pergunta: o que você faria?<br/>
a) Imagina que, talvez, esteja havendo alguma promoção que você não sabe e tenta comprar só pra saber, mas se conforma quando a compra obviamente é cancelada;<br/>
b) Percebe que houve algo muito errado, porque um carro barato desse jeito é impossível, e desconsidera o anúncio ou liga para a loja para avisá-los do absurdo;<br/>
c) Percebe que houve um erro, faz a compra, espera que ela seja cancelada depois para ir na justiça e exigir o seu carro ultra-mega-barato, e reclama indignado que a loja agiu de má-fé.</p>
<p>Se você respondeu "a", você é um idiota, mas pelo menos um idiota inofensivo. Se você respondeu "b" você tem bom senso. Gosto disso. Se você respondeu "c", parabéns, você pertence ao grupo de idiotas safados que só estavam esperando alguma oportunidade para se dar bem às custas alheias que eu tanto odeio.</p>
<p>Eu estou falando sério, tem gente que <em>quer</em> receber os televisores e computadores por preços absurdamente baratos. Na cabeça dessas pessoas, mesmo que a loja tenha se desculpado e cancelado as vendas &ndash; e, portanto, não estejam recebendo o dinheiro das compras absurdas &ndash;, ela agiu de má-fé, pois... pois eu não sei. Eu não entendi como a loja está se beneficiando por perder milhares de vendas e ter a credibilidade de seu sistema de catálogo on-line questionada. Eu siplesmente não sei. Suponho quer seja a paranóia normal do povo, que acredita que as "grandes corporações" só querem piorar a sua situação.</p>
<p>Ainda por cima, <a href="http://startupi.com.br/2009/sobre-o-caso-fnac/">pelo menos o Fugita</a> está apoiando essa linha. Admiro ele, eu não conseguiria, falta-me cara-de-pau e inocência para não acreditar que o caboclo que quer comprar uma porcaria de uma televisão de tela plana por menos de 10 reais não está obviamente tentando tirar vantagem da situação. Ainda não consigo ver o que a loja ganha tendo que cancelar milhares de pedidos, exceto que eles não terão milhares de reais de prejuízo, o que é o mínimo que se possa esperar de uma loja. Por outro lado, efetuar uma operação claramente absurda e depois alegar má-fé e fraude é exatamente o que eu qualifico como má-fé, canalhice e falta de noção.</p>
<p>Um último adendo à questão:</p>
<p>
<blockquote class="lei">Art. 138. São anuláveis os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.</blockquote>
</p>
<p>...em outras palavras, o Código Civil é claro: você só pode ganhar seu <em>Macbook</em> por 9,90 se você for clinicamente retardado.</p>
<p></p>
<p>Enfim, velha história: décadas de cultura glorificando a malandragem, se aproveitando de qualquer oportunidade para tomar vantagem sobre outrem e, em suma, criando o que chamamos de "Lei de Gérson", nos leva a essa situação em que a honestidade é considerada uma característica divina e/ou passível de chacota. Em pelo menos um desses casos citados acima, as pessoas não tiveram nem o pudor de esconder seu conhecimento da situação absurda, inclusive incitando mais pessoas a participar. Na boa, se você vai ser um pilantra, pelo menos tente não parecer um.</p>
<p>Mas o pior é que isso não vai mudar. Daqui a algum tempo, outro estagiário sobrinho do dono vai cometer um erro, ou um sistema vai errar um código de produto, e mais pessoas vão esfregar suas mãos sujas de antecipação por outra oportunidade de se dar bem às custas de outrem.</p>
<p>E eu só vou poder concordar que <a href="http://blog.bytequeeugosto.com.br">o pior do Brasil, realmente, é o brasileiro</a>.</p><hr/>
<p><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/a-lei-de-gerson-contra-ataca#leave-a-comment">Comente neste post</a></p>

<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 22 May 2009 14:57:00 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=a-lei-de-gerson-contra-ataca#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Eu vou continuar pendurado na Internet, obrigado</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Toupeira Profissional Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/eu-vou-continuar-pendurado-na-internet-obrigado</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/eu-vou-continuar-pendurado-na-internet-obrigado</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Ouvi do <a href="http://www.nerdson.com">Karlisson</a>, que ouviu do <a href="http://hmilen.wordpress.com/">H. Milen</a>:  o senhor ministro Hélio Costa, das Comunicações, fez o seguinte comentário durante a abertura do 25º Congresso Brasileiro de Radiodifusão:</p>
<p>
<blockquote class="">Essa juventude tem que parar de só ficar pendurada na Internet. Tem que assistir mais rádio e televisão.</blockquote>
</p>
<p>Prefiro desconsiderar a falácia óbvia que é mencionar "essa juventude" num comentário desta natureza, com jeito óbvio de velho nostálgico. Penso, aliás, que eu não sou o único a imaginar que algum dia alguém também disse que "essa juventude tem que parar de ficar pendurada nessa tal televisão e ouvir mais rádio"... <em>Nevermind</em>. Respondendo telepaticamente à minha óbvia pergunta, "como assim?", ele "provoca":</p>
<p>
<blockquote class="">O setor de comunicação fatura R$ 110 bilhões por ano. Desse total, somente R$ 1 bilhão é do rádio e R$ 12 bilhões das TVs. O resto vocês sabem muito bem onde está.</blockquote>
</p>
<p>Não entendi bem o objetivo de tal colocação. Se a Internet está obviamente tão melhor sucedida do que a radiodifusão, por que tentar barrá-la com retórica vazia? Não seria melhor investir nela?</p>
<p><a href="http://tuxvermelho.blogspot.com/2009/05/tv-actual-e-hdtv-diferenca.html">
<img class="floatleft" src="http://img36.imageshack.us/img36/8709/hdtv.jpg" alt="Qual a diferenç entre a televisão comum e em alta definição? O lixo aparece mais nítido"  title="Qual a diferenç entre a televisão comum e em alta definição? O lixo aparece mais nítido"></img>
</a></p>
<p>Ademais, agora é minha vez de jorrar retórica. Em primeiro lugar, a pergunta permanece: por que eu deveria deixar a Internet de lado e assistir televisão? Tenha em mente, estamos falando de TV aberta. Eu já mal assisto TV a cabo, que dirá a TV aberta, e normalmente assisto indiretamente porque a televisão no mesmo quarto foi ligada(não por mim). Voltemos ao que interessa, a programação não está boa. Os programas com maior nível cultural/educativo são empurrados para os horários "ótimos" de sábado e domingo de manhã. Poucos bons programas, filmes e documentários normalmente são dublads/cortados/encurtados. Domingo à tarde, então, é o pior horário, fica até difícil decidir entre Faustão e Gugu, o que é pior. Na dúvida, nenhum, mas o resto dos canais também já teve melhores dias...</p>
<p>Por outro lado, a Internet me dá o que eu quero, enquanto que na televisão eu estou à mercê de um executivo de emissora que escolhe por mim o que eu devo assistir. E, ainda mais importante, <em>quando</em> eu quero. Não é que eu "queira tudo agora", não é pressa. É pelo contrário, eu quero não ter pressa nem hora marcada. É a oportunidade de assistir o que eu quiser na hora em que melhor me couber, e não em horários demarcados. Posso ter as notícias do dia(ou da hora, do minuto, whatever) à hora que me melhor couber, ao invés de ter que marcar horário pra ligar a TV e assistir ao jornal. Posso até reler as notícias se eu quiser, ou revê-las outro dia. Essa é uma desvantagem que, pelo que sei, a televisão está longe, mas muito longe de cobrir por si só.</p>
<p>E não termina aqui. A rede é outro meio completamente diferente, com suas próprias características. É um meio bidirecional, enquanto que a televisão é obviamente uma caixa de transmissão e somente isto. A comunicação na direção oposta tem de ser feita por outros meios externos &ndash; principalmente telefone e... e-mail &ndash;, e mesmo assim é tratada com o mesmo descaso que se vê na mída tradicional. Não existe muita possibilidade de diálogo.</p>
<p>Enfim, se a fatura de outros meios é quase dez vezes maior do que de televisão e rádio juntos, é culpa destes outros meios de maior sucesso? Não. É culpa do público? Acho que não. É culpa dos produtores de televisão e rádio, que não estão dando ao público o que ele quer. Darwin explica, seleção natural, e o fator de seleção aqui é público, portanto ativo. Pois se hoje em dia até os programas de rádio e televisão estão incentivando o uso da Internet pelos seus telespectadores &ndash; a última vez que vi, o Fantástico sempre tinha algo no site depois de cada matéria &ndash;, me diz, Sr. Ministro, pra quê eu vou parar de "ficar pendurado" na minha querida Internet?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=131117">Artigo no Teletime</a>, via <a href="http://www.twitter.com/karlisson">@karlisson</a>, via <a href="http://www.twitter.com/h_milen">@h_milen</a></p>
<p>Imagem: <a href="http://tuxvermelho.blogspot.com/2009/05/tv-actual-e-hdtv-diferenca.html">Tux Vermelho</a>, <em>et al</em></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Toupeira Profissional Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 21 May 2009 20:37:58 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=eu-vou-continuar-pendurado-na-internet-obrigado#comments</comments>
</item>

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<title>Abre as asas sobre nós</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/abre-as-asas-sobre-nos</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/abre-as-asas-sobre-nos</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>A despeito de meu exterior obeso e rabugento, eu sou um grande defensor das liberdades individuais, às vezes a níveis um pouco extremos, mas veremos isso um pouco mais tarde neste texto. Porque, antes de mais nada, eu vou fazer aquela "breve" introdução.</p>
<p>Liberdade é uma característica imprescindível para uma sociedade feliz. Acredite, mesmo que o povo adore que tomem as decisões por ele, sem as pequenas liberdades individuais não existe sequer a ilusão de uma felicidade. Poder tomar as próprias escolhas e saber que nada pode te impedir de fazê-lo é, sem dúvida, uma sensação incrível, e não é à toa que muitos consideram a maioridade legal um evento passível de comemoração. Mas, obviamente, toda moeda tem dois lados...</p>
<p>Seria muito fácil se qualquer pessoa pudesse fazer o que quer e só, sem nada demais para impedi-lo caso, digamos, ele decida se apropriar de bens alheios, ou tirar uma vida, ou simplesmente fazer algo que não devia. Mas não, existem restrições, existe a lei, e o policiamento, que, ao menos em nível teórico, estão aí para impedir que todo tipo de desrespeito a essa mesma lei ocorra. E a pergunta permanece: se a lei existe, a liberdade é cerceada? Não. De forma alguma. Aliás, lá está no Art. 5<sup>o</sup> da nossa Constituição:</p>
<p>
<blockquote class="lei">XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;</blockquote>
</p>
<p>Por favor não vá ainda me falar de casos de opressão indevida e corrupção da lei. Este não é o texto para tal. Voltemos ao fio da meada: a Lei não serve para cercear, mas para manter a liberdade. Então, por que os limites?</p>
<p>Simples: porque liberdade implica em responsabilidade. Ou, para usar uma citação marcante, "com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades". E liberdade é, sem dúvida, um grande poder.</p>
<p>Exemplo prático: liberdade de expressão. Eu defendo a liberdade de expressão plenamente, um sujeito tem todo o direito de dizer o que pensa sobre qualquer coisa, e ninguém tem o direito d calá-lo. "Não concordo com uma palavra do que dizer, mas defendo até a morte o defeito de dizê-lo", eu adoro esse dito. Mas, acredite, o grande problema não é poder dizer o que pensa, é aguentar as consequências depois. Se você vai falar o que quer, e se recusa a ouvir o que não quer, sinto dizer, mas você não merece essa liberdade.</p>
<p>Mas eu acho que existe um princípio fundamental para que a liberdade seja exercida de forma decente. É outro velho ditado e nem por isso menos certo: "sua liberdade começa onde a dos outros termina". Está ali, logo ao lado de "não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você", é um princípio fundamental do conceito de liberdade, você não invade o espaço individual do outro, e ele não vai te perturbar. Caso contrário, o ofendido tem todo o direito de atacar seu ofensor. Novamente, liberdade implica em responsabilidade, se você quer abusar da sua, esteja pronto para sofrer as consequências do seu ato, meu amigo.</p>
<p>Mas é claro que eu tenho consciência que tais conceitos são ideais, e que na prática há entraves humanos, <em>et cetera</em>, <em>et cetera</em>, <em>et al</em>... Eu acho que isso é o que menos importa. Use sua liberdade com responsabilidade, aprenda a lidar com as consequências de seus atos, e não se iluda com a liberdade "tudo é permitido" dos libertinos. Se todos nos lembrássemos das responsabilidades que advém da liberdade, haveria ainda alguma esperança para essa humanidade...</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 14 May 2009 02:06:33 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=abre-as-asas-sobre-nos#comments</comments>
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<item>
<title>Resenha: God's Debris</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/resenha-gods-debris</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/resenha-gods-debris</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Depois de <a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/1-0-pos-modernismo-e-filosofia" rel="nofollow"><em>1/0</em></a>, achei que estaria livre de leituras existencialistas e reflexivas por um tempo. Pouco tempo depois me lembrei deste livro que estava "engavetado"<sup>1</sup> e esperando minha leitura já há alguns meses. Devo dizer que a experiência foi emocionante.</p>
<p><em>God's Debris: A Thought Experiment</em>("Detritos de Deus: Uma Experiência em Pensamento") é mais um relato do que uma história, e conta sobre um entregador que é encarregado de deixar uma encomenda a um estranho velho que se revela ser mais do que qualquer coisa que ele esperaria. Grande parte do livro é um diálogo entre o narrador sem nome e o velho Avatar a respeito de muitos tópicos, mas principalmente a natureza do Universo.</p>
<p>Como Scott Adams comenta em seu prefácio, este livro está em algum lugar entre a ficção e a não-ficção. A história definitivamente não é real, e muitos fatos são assumidos, mas existe muito de real no discurso da obra, e nada deve ser tratado levianamente. É difícil descrevê-lo sem relatar as conclusões tiradas ao longo do longo diálogo e tornar a leitura inútil, mas farei meu possível.</p>
<p>No balanço final, o livro trata principalmente da natureza de Deus e o universo, e nos leva a um pequeno passeio pela física quântica de forma assustadoramente compreensível. Por meio de diversos desvios do diálogo, os interlocutores permeiam também os domínios da sociologia, psicologia, filosofia, religião e, em algum ponto próximo ao seu fim, o livro parece se tornar um pequeno manual de auto-ajuda em relações humanas. A despeito disso, toda informação é valiosa se sua mente está disposta a ser chocada e estimulada. Novamente, não existem certezas em relação às conclusões, mas este livro não deve ser lido em busca de respostas. O mais interessante e importante de todo o relato são as perguntas formuladas, muito mais do que as respostas oferecidas.</p>
<p>O maior defeito do livro é seu comprimento: é muito curto. Enquanto sua mente está ávida por mais perguntas e respostas e verdadeiros cursos de lógica socrática, o livro finalmente chega a seu fim, com a promessa de uma continuação que ocorre em algum tempo entre o penúltimo e o último capítulo. E, como muitas boas histórias, um ciclo se repete...</p>
<p><em>'Em resumo</em>: <em>God's Debris</em> não é um livro de história, mas sim um exercício filosófico. Scott Adams consegue incluir os mais diversos tópicos acerca da natureza humana e universal em um diálogo fluido, e daí convida ao leitor a continuar perseguindo o "caminho da luz". A despeito do aspecto subjetivo de muitas questões tratadas no texto, não existe parcialidade, exceto talvez no que diz respeito à maior teoria, que envolve os titulares "detritos de Deus". Não é nada grave, entretanto. Se você não acredita que já aprendeu tudo o que precisava saber nessa vida, "God's Debris" é uma leitura altamente recomendada para estimular sua mente.</p>
<p>E deixei a melhor notícia para o final: o livro é gratuito e está disponível para <em>download</em> <a href="http://www.andrewsmcmeel.com/godsdebris/">neste site</a>. Baixe, leia, e sinta sua mente se explodir com prazer.</p>
<p><hr /><sup>1</sup> O sentido figurado é usado aqui devido à natureza do livro em questão.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 02:05:33 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=resenha-gods-debris#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Changes...</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes A. Viana)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/changes</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/changes</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Antes de mais nada, estamos todos meio empacados na escrita de posts. Exceto o TP, que só está parado pela nossa nova política "nada de posts consecutivos do mesmo autor", e eu, que já tenho postagens demais, e estamos fazendo rodízio. Acho que até sexta alguma coisa sai.</p>
<p>Enquanto isso, deixa eu deslocar a atenção de vocês para o nosso novo banner. Sabe, esse pedaço comprido de site que tem aquela imagem com o nosso título nela? Pois é, depois que minha querida mãe falou mal(repetidamente) do nosso outro banner em pixel art, eu estive trabalhando nessa coisa aí pelos últimos... meses, mas realmente só nos últimos seis dias. Mas a parte mais legal desse banner é que ele é dinâmico! Permita-me explicar...</p>
<p>Temos agora 6 banners, um para cada autor e um geral. Neste exato momento você deve estar vendo uma figura com um sorridente e feliz eu acompanhado do letreiro "Bruno Guedes & Toupeiras". Pois então, caso o visitante esteja em uma página de autor, ou em um post específico, ele verá o banner correspondente. Caso contrário, o que ele vai ver é esta imagem de nós 5, finalmente em escala(ou nem tanto, nunca defini direito o tamanho do Korso...)</p>
<p>
<img class="full" src="http://blog.guedesav.blog.br/img/banner-all.png" alt="Fazemos uma ótima equipe, não? Não, não precisa responder..." title="Fazemos uma ótima equipe, não? Não, não precisa responder..."></img>
</p>
<p>
<img class="floatleft" src="http://blog.guedesav.blog.br/img/korso-bg.png" alt="Arte, meus amigos, arte!"  title="Arte, meus amigos, arte!"></img>
Planejo ainda fazer um fundo melhor do que esse branco, mas até agora só temos o do Korso, que é esse retrato dele mesmo, bem, beeeeem estilizado, que vocês vêem aí à esquerda.</p>
<p>Então, tenham um ótimo dia, e opiniões nos comentários, por favor. Espero que mamãe esteja feliz agora...</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes A. Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 18:59:08 GMT</pubDate>
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</item>

<item>
<title>Bando de Twitters</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Toupeira Profissional Talpos)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/bando-de-twitters</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/bando-de-twitters</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>
<img class="full" src="http://img183.imageshack.us/img183/9793/tour1.gif" alt="Um tour pelo Twitter" title="Um tour pelo Twitter"></img>
</p>
<p>Aparentemente, depois que o Fantástico fez <a href="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1091174-15605,00-EMAIL+PERDE+ESPACO+PARA+SITES+DE+RELACIONAMENTO.html">aquela matéria</a> sobre redes sociais e <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a> &ndash; que, aliás, eu fui assistir agora só pra saber do que se trata &ndash;, a discussão de se o Twitter vai ser o novo orkut está ficando mais ativa. Nessas horas fica difícil não ter uma opinião sobre o assunto, e quando você tem um blog, o que há pra se fazer é ar uma expandida nisso, porque em 140 caracteres não dá pra explicar tudo. =P</p>
<p>Enfim, matéria sofrível à parte, o nosso querido Twitter vai se transformar em um tumor 2.0 assim, tipo o orkut? Sei lá. Vocês sabem que eu gosto de analisar as coisas por partes, então...</p>
<p><h3>"Brazilian Problem"</h3></p>
<p>O problema todo é um trauma da internet referente à comunidade brasileira. Somos conhecidos como <a href="http://meiobit.pop.com.br/meio-bit/artigo/voce-e-brasileiro-parabens-voce-e-considerado-escoria-digita">gafanhotos</a> na internet, por analogia óbvias às nuvens de insetos que comem tudo o que vem na frente e saem deixando apenas uma terra árida e morta. Exemplo vivo disso é o orkut. Deixa eu contar uma história rápida aqui.</p>
<p>Entrei no orkut em 2004, talvez ainda na época em que se precisava de convite pra entrar. Não lembro. Enfim, o orkut era um lugar legal, uma bela rede social, limpa e usável, sem essas frescuras de plugins de hoje. Nada contra plugins, mas eu dispensaria uma porção deles(estou olhando pra você, BuddyPoke! >=( ) Enfim, foi um pouco de tempo depois que os brasileiros se tornaram a nacionalidade mais numerosa no orkut, e, não por coincidência, a coisa foi só ladeira abaixo.</p>
<p>Saí do orkut no meio do ano passado quando não precisava mais dele como rede social. Atualmente a maior comunidade do orkut se chama "Eu Odeio Acordar Cedo", e discute tudo, menos acordar cedo. Brasileiros invadiram a primeira comunidade(da universidade Stanford) e começaram a vandalizar o lugar com posts em português, e <em>reclamando quando os membros pediam para que falassem inglês</em>. Mas acho que o que mais me impressiona até hoje é o que aconteceu com a troca de mensagens no orkut.</p>
<p>No início havia o <em>scrapbook</em> e as mensagens. Os scraps eram para comunicação informal e pública, só dar um oi, mandar um bilhete lembrando que o AF é nesse fim de semana... enfim, coisa básica. As mensagens podiam ser usadas para assuntos mais particulares ou mensagens mais longas. Era praticamente um serviço de email, no qual se podia enviar mensagens para vários destinatários e coisa e tal. Eu mesmo mandei algumas mensagens especiais em datas comemorativas e tal.</p>
<p>Até que, por alguma razão, a caixa de mensagens de todo mundo se tornou uma grande caixa de spam. A partir daí, o scrap se tornou a unidade básica de comunicação, até que a questão da visibilidade chegou à tona e as pessoas começaram a se comunicar por... <em>testimonials</em>. Isso, testemunhos pessoais sobre as pessoas que você conhece, usados como um mural de recados particular. Se você não está vendo nada errado com isso...</p>
<p>E, claro, nem começo a falar sobre os scripts e spam nos scraps. Eu acho que saí numa boa hora...</p>
<p><h3>E o Twitter?</h3></p>
<p>É, pois é... mas o que está havendo com o Twitter? Bom, deixa eu resumir ainda mais desta vez: <a href="http://www.contraditorium.com/2009/04/07/twiiter-scripts-e-autorealizacao/trackback">alguém inventou um script que segue em massa</a>. Estou falando de uns 5000 por vez, no mínimo. O princípio por trás disso é usar o tal script, seguir trolhadas de pessoas de uma vez só, ser seguido de volta pelo instinto "uma mão lava a outra" e parar de seguir os que não retribuem. Simples assim. Houve uma discussão sobre qual então é a relevância do número de seguidores, blá blá blá rankings, blá blá blá vira-latas, blá blá blá... não vou encher a vossa paciência com picuinhas virtuais. Vamos ao que interessa.</p>
<p>O Twitter pode virar o novo orkut? Resposta curta: pode. Resposta longa: pode, mas talvez não, por vários fatores.</p>
<p>A questão chave no que diz respeito à <em>orkutificação</em> do Twitter é que o Twitter é uma mídia de conteúdo seletivo. Eu posso escolher não ler o que outras pessoas escrevem, e posso também impedir que elas me forcem a ler o que elas escrevem(fazendo uma postagem direcionada a mim, por exemplo). Um fato que demonstra essa característica é que um usuário só pode mandar mensagens diretas(particulares) para usuários que o seguem, mas não para aqueles que ele segue, o que provavelmente estraga a vida de muitos spammers.</p>
<p>Então, colocando em pratos limpos: o Twitter <em>como está</em>, não será orkutificado. O que me dá medo, entretanto, é que também o orkut não era assim há quatro anos atrás. Céus, ele era outra coisa diferente há <em>um</em> ano atrás! Através da insistência e do "jeitinho" que lhe é peculiar, existe uma possibilidade de que o Twitter também mude e se torne propício a mais uma invasão do que chamamos de "subproduto da inclusão digital". Eu sempre me lembro com pesar do que aconteceu ao sistema de mensagens do orkut(era um ótimo sistema, fazia bem o que se esperava dele), e imagino se o Twitter também não se transformará sob a força da utilização indevida de seus recursos.</p>
<p>Veredito final, o de sempre: vamos esperar e ver no que vai dar. Na pior das hipóteses, eu cavo uma toca e espero os gafanhotos passarem. =P</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Toupeira Profissional Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 01:20:18 GMT</pubDate>
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</item>

<item>
<title>Sarcasmo, ironia e texto</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://blog.guedesav.blog.br/post/sarcasmo-ironia-e-texto</link>
<guid>http://blog.guedesav.blog.br/post/sarcasmo-ironia-e-texto</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Gosto de títulos simples tanto quando os gosto criativos. Este título está aqui justamente pelo que deve: explicar justamente a estrutura deste texto. Falemos de sarcamos, definamos ironia, e relacionemos então tudo com o texto. Mais simples, impossível.</p>
<p>Sarcasmo é uma figura de linguagem que consiste em inserir um tom depreciativo em uma frase, de forma que seu sentido seja implicitamente deturpado, transformando seu significado em seu oposto polar, ou distorcido. De forma geral, o sarcasmo como um hábito é mal visto socialmente, e normalmente associado a negativismo. Segundo Oscar Wilde, "o sarcasmo é a forma mais baixa de inteligência". É um conceito facilmente identificável, quando se dispões de seus traços indicativos &ndash; inflexão, expressão facial e corporal, <em>et coetrea</em>.</p>
<p>Ironia, por outro lado, é um conceito complicado e demasiado confundido e mal usado. Antes de mais nada, a canção <em>Ironic</em> da Alanis Morisette <strong>não</strong> possui exemplos de ironia, salvo talvez um ou dois. Trata-se de um livro-texto do mais completo azar e desgraça generalizada, entretanto. Ironia, entretanto, só se pode definir como uma de várias variedades. A forma mais "popular" de ironia é a dramática, em que uma situação é irônica devido a fatores descohecidos para os envolvidos, conhecidos apenas pelos espectadores. A ironia "pura", caracterizada como "verbal", consiste em dizer o contrário do que se diz, sem nenhuma inflexão ou dica, senão uma intuição extraordinária &ndash; ou algum conhecimento prévio a respeito do autor &ndash;  para perceber este caráter sem que haja nenhum fator levemente óbvio, que é o que diferencia a ironia do sarcasmo. Os outros tipos não fogem muito desta definição, com exceção da ironia socrática, que é, na realidade, um artifício de argumentação. Voltemos à ironia convencional e sarcasmo.</p>
<p>O problema sério que envolve ironia, sarcasmo e texto é que, simplesmente, é impossível ter sarcasmo em texto. Na realidade, não, mas toda forma de sarcasmo em formato textual parece barata e imbecil àqueles que a percebem. Para criar a ilusão de uma inflexão sarcástica, pode-se:</p>
<p><ul><li>Destacar o texto em <strong>negrito</strong> ou <em>itálico</em>. Ou <strong><em>ambos</em></strong>;</li><li>Utilizar <em>emoticons</em>, sobretudo as variantes ";)" (piscadela) e ":P" (língua de fora);</li><li>Demarcar o texto com as imaginárias <em>tags</em> &lt;ironia&gt;&lt;/ironia&gt;;</li><li>Dizer para seu leitor que está sendo sarcástico logo depois.</li></ul></p>
<p>Quase todas as opções não são usadas, entretanto, por razões de bom gosto. Indicar sarcasmo é uma atitude normalmente encarada como um insulto à inteligência do leitor, e portanto um gesto em profundo desuso, com exceção da variante mais discreta, que é a de marcar a inflexão via formatação especial de texto. O que, entretanto, isso tudo quer dizer? Quer dizer que o <em>texto</em>, como forma de expressão, é naturalmente irônico, a não ser quando sarcástico. Vamos rebobinar e concluir com clareza, sim?</p>
<p>O sarcasmo se difere da ironia no sentido em que denota sua presença de forma perceptível, ou pelo menos quase. É a diferença entre dizer que uma piada absurdamente sem graça é "muito engraçada" e "<em>muito engraçada</em>". A inflexão implícita faz toda a diferença, e no texto não existe muito de tal coisa no texto escrito, que dirá na internet, tornando todo texto sarcástico na realidade irônico, aumentando ainda mais a confusão semântica de ironia e sarcasmo. E, por definição, a ironia é algo difícil de se captar, e está absurdamente propensa a ser confundida e gerar comentários equivocados por parte dos interlocutores.</p>
<p>Ou seja: não reclame se seus leitores não captaram a sua ironia. Isso faz parte do pacote. Mas se você está indicando o sarcasmo em letras flamejantes de quatro metros de altura, bem... está mais do que na hora de verificar se há algo de errado com seu público alvo.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Toupeiras</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 02:29:00 GMT</pubDate>
<comments>http://blog.guedesav.blog.br/?post=sarcasmo-ironia-e-texto#comments</comments>
</item>
</channel></rss>