Pois é, tem uma razão para a falta de posts ultimamente. Três, na realidade. Mas antes de citá-las: eu sinceramente não gosto de me jsutificar a respeito desse tipo de coisa. Sinceramente, eu sinto que eu devia era estar escrevendo um post de verdade – ou, pelo menos, deixar o Token postar alguma coisa engraçada que ele acha pela internet afora –, e não escrevendo sobre "por que não estou escrevendo". Me sinto como se tivesse pendurado a mim mesmo no topo dessa página com uma placa "I AM LAZY". Se não entendeu, não queira, piada interna da Internet.

I AM VERY LAZY

Enfim, vamos às razões propriamente ditas.

1. Projetos. Estou trabalhando – meio – duro pra ter pelo menos alguma coisa pronta a respeito dos meus projetos particulares. Que, coincidentemente são três, também: nosso querido Sloth, um projeto meio natimorto de webcomics(quadrinhos, meus caros) e o código por trás desse site que vos fala(conhecido por mim como PbBlog). Deixar a coisa toda funcionando, sem "pontas soltas", tudo bonitinho e arrumadinho é mais complicado do que parece, e obviamente consome tempo. E tempo é uma coisa que sempre falta.

2. Falta de tempo. Como sempre cito, cabe explicar: faculdade mata. Ciência da Computação, então, é um daqueles "cursos pantanosos": se você não fugir a tempo, se encontra com lama até o pescoço. Estou numa situação em que a cada semana tenho que entregar pelo menos três atividades, e já me é velha conhecida a frequência alarmante de provas do curso – sobretudo as do Bigonha, que já vêm com data marcada desde o início do semestre. Como se diz, o curso em si é lega. O que mata são as atividades. Portanto, blogar fica como secundário, infelizmente.

3. Controle de Qualidade. Na verdade, um controle de qualidade auto-impingido e meio que severo além da conta. O que é um bom tema para post, verdade. Mas voltemos: Töpo, principalmente, tem alguns posts na "gaveta" que ainda não foram publicados simplesmente por causa de minha cautela excessiva a respeito. De resto, me falta um dispositivo móvel no qual eu pudesse escrever instantaneamente de qualquer lugar onde estivesse, e também uma cidade na qual eu pudesse carregar um dispositivo móvel sem medo(obviamente, tal cidade não existe mais). No fim das contas, é só quando sento em frente a uma tela que consigo desenvolver alguma coisa, e tenho sorte se conseguir resgatar o assunto no qual estava pensando a uma hora atrás.

Enfim, dias melhores virão, prometo. Dias como aqueles de Abril, de proliferação abundante. Por ora, ficamos com alguns textos esparsos e algumas atualizações pretensiosamente humorísticas, para vocês não perderem muito seu tempo.

E, talvez, um texto de Töpo Talpos sobre cotas raciais. Se eu tiver coragem de tirar ele da gaveta.