Um computador somente será inteligente quando não acreditar na existência do seu criador.
– Isaias Malta

Em 1950, Alan Turing — pai da computação, idealizador da Máquina de Turing e fundador das bases da computabilidade e teoria da computação — cunhou o Teste de Turing. Em conceito, o teste é bem simples: coloca-se um ser humano num lado de uma parede e um computador do outro. A pessoa não sabe que quem está do outro lado é um computador. Coloca-se os dois para conversar(via um terminal de computador, claro). Se o ser humano não consegue distinguir essa máquina de uma pessoa, ela passa no Teste. Assim ele lançou as bases para o estudo da Inteligência Artificial.

Entrementes, a IA já era tratada e especulada na ficção desde muito antes, incluindo um certo conto do século XIX que tratava de uma máquina que jogava xadrez(e, ao perder, se enfurece e mata seu adversário). A Filosofia da IA é vasta e se perguntam muitas questões, incluindo a possibilidade ou não de um computador apresentar emoções, de questionar a própria existência ou qual é o limite entre a máquina e o ser humano. É este, inclusive, a grande questão que deixa os fãs e escritores de FC tão preocupados.